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DIVULGAÇÃO
GESTÃO E MEDIAÇÃO DE CONFLITOS EM CONTEXTO ESCOLAR
AO - Assistente operacional AT - Assistente técnico CSAE - Chefe de serviços de administração escolar CT - Coordenador técnico EO - Encarregado operacional
Jornada
8.0 horas
Presencial
AO - Assistente operacional AT - Assistente técnico CSAE - Chefe de serviços de administração escolar CT - Coordenador técnico EO - Encarregado operacional
Foi solicitada uma ação de formação que pudesse abordar aspetos de relação e trabalho em equipa, no que respeita à resolução e gestão de conflitos no sentido do desenvolvimento de competências sociais e interpessoais fundamentais para a construção de ambientes educativos de qualidade. A aquisição de ...
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Ref. 628T1 Inscrições abertas até 06-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1262/2024
Modalidade: Jornada
Duração: 8.0 horas
Início: 09-04-2026
Fim: 10-04-2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Francisco Fernandes Lopes - AUDITÓRIO - Olhão
Formador
Luís Miguel Neves
Destinatários
AO - Assistente operacional AT - Assistente técnico CSAE - Chefe de serviços de administração escolar CT - Coordenador técnico EO - Encarregado operacional
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
Foi solicitada uma ação de formação que pudesse abordar aspetos de relação e trabalho em equipa, no que respeita à resolução e gestão de conflitos no sentido do desenvolvimento de competências sociais e interpessoais fundamentais para a construção de ambientes educativos de qualidade. A aquisição de algumas estratégias de comunicação e gestão no âmbito da prática pedagógica que envolva crianças e adultos (equipa). Conhecer e identificar algumas técnicas e instrumentos de gestão de conflitos na relação com o grupo de crianças/jovens e entre cada criança/jovem e também na relação entre a equipa de trabalho e todas as crianças/jovens e os adultos diretamente implicados na relação com as crianças/jovens. Considera-se relevante uma formação onde se possa munir os agentes educativos não docentes de conhecimentos e instrumentos para construírem e desenvolverem uma relação pedagógica de qualidade entendida como uma relação empática, com respeito e abertura ao outro, coerente, atenta, flexível, afetiva, segura, onde a prática pedagógica se transforme numa atividade compartida entre adultos e crianças.
Objetivos
Esta ação de formação tem por objetivo desenvolver competências nos formandos “ elementos intermediários e mediadores” para que os mesmos possam promover pontos-chave, tais como: a. Desenvolver uma comunidade na qual os adultos e crianças desejem e sejam capazes de uma comunicação aberta. b. Ajudar as crianças e restantes agentes educativos a desenvolverem uma compreensão melhor da natureza dos sentimentos, capacidades e possibilidades humanas. c. Ajudar as crianças e restantes agentes educativos a compartilharem os seus sentimentos e serem conscientes das suas próprias qualidades e dificuldades. d. Ajudar cada membro da comunidade educativa a desenvolver autoconfiança nas suas habilidades. e. Ajudar os membros da comunidade educativa a pensar criativamente sobre os problemas e começarem a prevenir e solucionar conflitos.
Conteúdos
- Aspetos Sociológicos; (meia hora) - Paradigmas- Ilusórios/ideologia- O conflito, (1 hora) - Definições- Tipos de Conflito- Meios de resolução de conflitos, (1 hora) - Aspetos psicológicos, (1 hora) - Hierarquia de A. Maslow- Teoria Motivacional de Herzberg- Conceitos Básicos- Negociação cooperativa, (1 horas) - Mediação, Funções do mediador, (1 hora) - Processo de mediação, (2 horas) - Avaliação da Ação (meia hora)
Avaliação
Participação: 20% Assiduidade: 20% Teste escrito/Trabalhos: 60%
Modelo
1.16.1 Questionário a preencher pelos formandos para avaliar a ação 1.16.2 Questionário a preencher pelos formadores para avaliar a ação 1.16.3 Relatório final da entidade formadora 1.16.4 Relatório final do formador
Bibliografia
-Mediação- Teoria e Prática, Guia para utilizadores e profissionais, Juan Carlos Vezzula, Ministério da Justiça, 2004, Lisboa-Como conduzir uma Negociação, Roger Fisher, Wiliam Ury, bruce Patton, Ed. Asa, 2001, Porto(Outra que ao longo da ação se venha a considerar com interesse).
Observações
09/04 e 10/04 - das 9h00 às 13h00
INSCREVER-ME
ATUALIZAÇÃO E APROFUNDAMENTO CIENTÍFICO-DIDÁTICO NO ENSINO DA EDUCAÇÃO FÍSICA: A COADJUVAÇÃO NO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO, UMA PARCERIA PARA O SUCESSO
110 - 1º Ciclo do Ensino Básico / 260 - Educação Física
Oficina
50.0 horas
b-learning
Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania.
Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. 573T1 Inscrições abertas até 09-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128898/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 13-04-2026
Fim: 28-05-2026
Regime: b-learning
Local: Escola E.B. 1ºCiclo Nº6 de Olhão - Presenciais (16h30 às 19h00)
Formador
João Miguel do Carmo Lima
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110 e 260.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da área curricular da Educação Física, no 1.ºCiclo do Ensino Básico (CEB), em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Promover estratégias de ensino cooperativo/colaborativo, com impacto no desenvolvimento das AE e na avaliação das aprendizagens; Analisar e refletir sobre a importância da coadjuvação enquanto processo colaborativo e de desenvolvimento de autonomia dos professores envolvidos.
Conteúdos
Módulo(M) 1 Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 h) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. M 2 Perícias e Manipulações (Bloco 1) e Deslocamentos e Equilíbrios (Bloco 2) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular dos Blocos 1 e 2, numa perspetiva de sustentabilidade dos restantes Blocos a abordar no 1.º CEB. M 3 Blocos 1 e 2 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos dos Blocos 1 e 2; Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens nos Blocos abordados. M 4 Os Jogos (Bloco 4) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 4, enquanto conteúdo lecionado ao longo do 1.º CEB. M 5 Bloco 4 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 4, em função da organização do currículo (1.º e 2º Ano / 3.º e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. M 6 A Ginástica (Bloco 3) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 3, enquanto conteúdo lecionado no 3.º e 4.º anos. M 7 Bloco 3 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 3, em função da organização do currículo (3º Ano / 3.º e 4.º anos e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. M 8 As Atividades Rítmicas Expressivas (Bloco 6) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 6, enquanto conteúdo lecionado ao longo do 1.º CEB. M 9 Bloco 6 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 6, em função da organização do currículo (1.º e 2º Ano / 3.º e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. M 10 A Patinagem (Bloco 5) (2,5 h - online) Análise, organização e planeamento curricular do Bloco 5, enquanto conteúdo lecionado no 3.º e 4.º anos. M 11 Bloco 5 (2,5 h - presencial) Situações de aprendizagem para os diferentes conteúdos do Bloco 5, em função da organização do currículo (3.º e 4.º anos e 4.º ano); Análise e reflexão sobre as técnicas e os instrumentos utilizados nos processos de apuramento das aprendizagens no Bloco abordado. Módulo Final (2,5 h) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
Presencial: A oficina é constituída por 12 módulos (2 obrigatórios e 10 opcionais): Os módulos 1 e final Obrigatórios e presenciais A seleção dos módulos opcionais deve respeitar as 15 horas de sessões presenciais. Os módulos opcionais (módulos 2 ao 11) são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) Trabalho Autónomo: Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos (planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Portal da Educação Física. Disponível em http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt
Observações
13/04 (Presencial - 2h30) 16/04 (Online - 2h00) 20/04 (Presencial - 2h30) 23/04 (Online - 2h00) 27/04 (Presencial - 2h30) 30/04 (Online - 2h00) 04/05 (Presencial - 2h30) 07/05 (Online - 2h00) 11/05 (Presencial - 2h30) 14/05 (Online - 2h00) 18/05 (Presencial - 2h30) TODAS AS SESSÕES PRESENCIAIS TÊM COMO HORÁRIO 16h30 às 19h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
A IMPORTÂNCIA DOS PRIMEIROS MIL DIAS DE VIDA
Professores dos Grupos 910, 920 e 930
Curso
25.0 horas
Presencial
Professores dos Grupos 910, 920 e 930
CAPACITAR EDUCADORES EM DESENVOLVIMENTO INICIAL porque as evidências científicas demonstram que quanto mais cedo forem capazes de identificar as perturbações do neurodesenvolvimento, mais cedo acontecerá a intervenção e melhor será o prognóstico
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Ref. 593T1 Inscrições abertas até 06-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137743/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 13-04-2026
Fim: 01-06-2026
Regime: Presencial
Local: Escola E.B. 2/3 Joaquim Magalhães - SALA L1
Formador
Aliny Lamoglia
Destinatários
Professores dos Grupos 910, 920 e 930
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 910, 920 e 930. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 910, 920 e 930.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
CAPACITAR EDUCADORES EM DESENVOLVIMENTO INICIAL porque as evidências científicas demonstram que quanto mais cedo forem capazes de identificar as perturbações do neurodesenvolvimento, mais cedo acontecerá a intervenção e melhor será o prognóstico
Objetivos
- Estudar a constituição psíquica Bases teóricas dos 0 aos 3 anos - Conhecer os biomarcadores do Desenvolvimento Típico para identificá-los nos bebês e crianças - Conhecer que é a Perturbação do Espectro do Autismo - Aprender a aplicar instrumentos de rastreio - Conhecer estratégias de intervenção
Conteúdos
- O que diz o Interacionismo de Vygotsky (1896-1934) sobre como a criança aprende (Livros Pensamento & Linguagem (1993) e A Formação Social da Mente (1994)) - Cuidado ao longo da vida da criança - Vulnerabilidades Clínicas que podem afetar o desenvolvimento - Vulnerabilidades Sociais que podem afetar o desenvolvimento - Análise e discussão de um caso clínico com metodologia ativa - A Comunicação como Chave para a Aprendizagem - Contato visual, imitação, gestos, representação simbólica e linguagem referencial - Origens Culturais da Cognição por Michael Tomasello (2003) - Por que intervir precocemente - Definição de Perturbações do Espectro do Autismo - Abordagens teóricas - Critérios Diagnósticos DSM-V (APA, 2013) e CID 11 (OMS, 2022) - Níveis de Suporte I, II e III - Discussão de um caso clínico com metodologia ativa - Os Biomarcadores propriamente ditos - Habilidades Sociais em bebés - Comunicação não-verbal e verbal em bebés (apresentação dos vídeos com bebês com TEA e com Desenvolvimento Típico) - O Social Attention and Communication Surveillance (SACS) (Barbaro & Dissanayake, 2011, 2013, 2020) - O M-CHAT(R) - Neuroplasticidade - O surgimento do Son-Rise Program (apresentação de trecho do filme que deu origem ao SRP) - Os 4 princípios fundamentais - A Intervenção - Discussão do vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=ruh5gIS7be4) - Sintonia do Olhar - Comunicação Não-verbal - Comunicação Verbal - Flexibilização do Pensamento - O papel da equipe E-multi (Implicações no Desenvolvimento Vygotsky) - Dinâmica de perguntas e respostas - Discussão do Material para Registro de Sinais de Alerta para TEA - Devolutiva da observação - Avaliação da capacitação
Metodologias
Sessões expositivas e presenciais com metodologias ativas Metodologia interativa (técnicas: seminário, bola de neve, aquário, serrote) Materiais necessários: Projetor, Áudio, Wi-Fi, papel A4, lápis e canetas, fita-cola, flip-chart
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos será realizada através da entrega da ficha de acompanhamento de uma criança (típica ou atípica) para a identificação dos biomarcadores do desenvolvimento. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
- Vygotsky, L.S. Pensamento & Linguagem (1993)- Vygotsky, L.S. A Formação Social da Mente (1994)- Tomasello, M. Origens Culturais da Aquisição do Conhecimento Humano (2003)- DSM-V (APA, 2013)- Barbaro, J. & Dissanayake, C. Social Attention and Communication Surveillance (SACS) 2011, 2013, 2020.
Observações
13, 20 e 27 de abril; 04, 11, 18 e 25 de maio e 1 de junho de 2026 - 17h30 às 20h30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-04-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
PRODUTOS E TECNOLOGIAS DE APOIO - INCLUSÃO/ ACESSIBILIDADE / PARTICIPAÇÃO
Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550
O enquadramento legal da educação inclusiva vem reforçar as orientações sobre o direito de cada um dos alunos a uma educação consentânea com as suas necessidades e potencialidades.
O enorme desafio que constitui a adoção de práticas inclusivas faz requerer a adoção de metodologias e ferramentas que ...
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Ref. 562T1 Inscrições abertas até 09-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136614/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 14-04-2026
Fim: 09-06-2026
Regime: e-learning
Local: None
Formador
Augusto Martins Cerdeira
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 910, 920, 930, 360 e 550.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O enquadramento legal da educação inclusiva vem reforçar as orientações sobre o direito de cada um dos alunos a uma educação consentânea com as suas necessidades e potencialidades. O enorme desafio que constitui a adoção de práticas inclusivas faz requerer a adoção de metodologias e ferramentas que promovam as aprendizagens de todos convocando quando necessário, a ação das equipas dos CRTIC, enquanto recurso organizacional específico de apoio à aprendizagem e à inclusão. Reconhecendo a importância dos PA como mais um pilar na construção da escola inclusiva, pretende-se que os CRTIC protagonizem uma intervenção atempada junto daqueles que deles necessitam para alcançar todo o seu potencial. A missão dos CRTIC prende-se com a avaliação das barreiras de acesso ao currículo, a prescrição dos PA adequados, a capacitação dos alunos, a implementação dos equipamentos na escola e a revisão das soluções propostas. O desenvolvimento tecnológico observado na área das TIC e as constantes exigências de uma Escola para Todos requerem a capacitação de todos os intervenientes no processo de ensino e de aprendizagem dos alunos que necessitam de PA. A presente ação insere-se no processo de concretização do plano de atividades da DGE, designadamente no que concerne ao objetivo de promover, conceber e acompanhar as medidas tendentes à utilização pedagógica das TIC no âmbito da educação especial, promovendo a capacitação de docentes que já desempenham ou que possam vir a desempenhar funções num CRTIC.
Objetivos
Explorar o DL 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, identificando implicações para a adoção de práticas mais inclusivas. Explorar os documentos legislativos DL 93/2009, de 16 de abril, e o Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio. Conhecer as competências dos CRTIC, enquanto recurso organizacional e o Sistema que enquadra a atribuição e financiamento dos Produtos de Apoio (SAPA). Aprofundar o conhecimento sobre os Produtos de Apoio para a Comunicação Alternativa e Aumentativa, suas características e potencialidades. Aprofundar o conhecimento sobre Produtos de Apoio para as acessibilidades a nível motor, auditivo e visual, suas características e potencialidades. Saber instalar e configurar os produtos de apoio de acordo com as características de cada aluno. Compreender as dinâmicas pedagógicas de sala de aula e conceber a utilização de Produtos de Apoio em situações de acesso ao currículo. Explorar as possibilidades de adaptação de materiais de baixo custo.
Conteúdos
Módulo 1 - O impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (3 horas síncronas) Exploração do documento legislativo DL nº 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: a) Os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação (Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória); b) A gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; c) O recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; Módulo 2 Os CRTIC, enquanto recurso específico organizacional e o Sistema SAPA (5 horas 2 sessões síncronas) Exploração do documento legislativo Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio, compreendendo a dinâmica de um Centro de Recursos TIC e o seu papel de proximidade à escola. Exploração do documento legislativo DL 93/2009, de 16 de abril, compreendendo a abrangência do Sistema SAPA. O processo de avaliação e prescrição de produtos de apoio e o envolvimento de todos os intervenientes no processo. Módulo 3 A Comunicação Alternativa e Aumentativa (10 horas 1 Sessão síncrona de 2:30 e 3 sessões assíncronas de 2:30H) As Tecnologias de Apoio para a Comunicação e a sua importância para a participação e a inclusão da criança/aluno. Abordagem à CAA sem tecnologia, com baixa tecnologia e alta tecnologia. Ferramentas digitais e aplicações gratuitas para a CAA. Construção de materiais para a CAA Adequação às necessidades e características da cada criança/aluno. Módulo 4 Acessibilidades (7 horas 1 sessão assíncrona de 2:30H 2 duas sessões síncronas, sendo 1 de 2:30H e 1 de 2:00H) Produtos e Tecnologias de apoio para a acessibilidade motora, visual e auditiva. Planificação intencional Acessibilidade e recurso ao Desenho Universal para a Aprendizagem.
Metodologias
Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas aos conteúdos. Os docentes devem ser desafiados à reflexão sobre a acessibilidade no quotidiano escolar das crianças/alunos que necessitam de produtos/tecnologias de apoio.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos que deve consistir num estudo de caso com a adoção de produtos/tecnologias de apoio em sala de aula.
Bibliografia
DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática.Encarnação, Pedro; Azevedo, Luís; Lontral, Ana Rita, (2015), Tecnologias de Apoio para pessoas com deficiência. Lisboa: FCT.ESECS/IPLeiria et al. (2015) Tecnologias de Apoio Tecnologias para todos. https://iconline.ipleiria.pt/handle/10400.8/1317WATI. (2009). Assessing Students Needs for Assistive Technology - A Resource Manual for School District Teams. Wisconsin Assistive Technology Initiative. Jill Gierach Editor.Tetzchner, S. v., & Martinsen, H. (2000). Introdução à Comunicação Aumentativa e Alternativa. Porto: Porto Editora.
Observações
14 e 28 abril - 17h00 - 20h00 12 e 26 maio - 17h00 - 20h00 9 junho -17h00 - 20h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 21-04-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 3 | 28-04-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 5 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 19-05-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 7 | 26-05-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 09-06-2026 (Terça-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Online assíncrona |
INSCREVER-ME
CULTURA, HISTÓRIA E EDUCAÇÃO ROMA/CIGANAS EM CONTEXTO PORTUGUÊS
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Curso
25.0 horas
Presencial
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
As comunidades ciganas em Portugal, não obstante os avanços significativos das últimas três décadas no acesso e permanência na escola, continuam a apresentar níveis de abandono e insucesso muito superiores face aos restantes grupos socioculturais. Para além de haver necessidade de incrementar as políticas ...
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Ref. 516T1 Inscrições abertas até 30-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134641/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 14-04-2026
Fim: 02-06-2026
Regime: Presencial
Local: Escola E.B. 2/3 Dr. Neves Júnior - SALA EV1 do BLOCO1 - Faro
Formador
Paula Solange de Oliveira Calão Ferrinho
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
As comunidades ciganas em Portugal, não obstante os avanços significativos das últimas três décadas no acesso e permanência na escola, continuam a apresentar níveis de abandono e insucesso muito superiores face aos restantes grupos socioculturais. Para além de haver necessidade de incrementar as políticas públicas dirigidas especificamente para a promoção da sua escolarização e sucesso educativo, a investigação evidencia a importância de uma maior articulação escola-família-comunidade-sociedade, assim como um trabalho diferenciado nas escolas. A formação contínua de docentes e outros profissionais em práticas educativas inclusivas e antirracistas, no quadro de uma educação intercultural e promotora dos direitos humanos, é essencial à escolarização bem-sucedida de crianças e jovens ciganos. Este curso integra-se na Roma and Traveller Division of the Council of Europe e na sequência do projeto INSCHOOLS (Inclusive Schools: Making a Difference for Roma Children), sendo financiado pelo Conselho da Europa e desenvolvido em parceria com o ME-DGE. Tem como finalidade formar formadores/as de professores/as nas escolas portuguesas (Portugal continental) sobre história e cultura ciganas, bem como em práticas educativas promotoras da integração e sucesso das crianças e jovens ciganos nas escolas.
Objetivos
Dar a conhecer a cultura e a história do povo cigano; Promover a consciencialização sobre a importância de conhecer as mentes culturais dos alunos para aumentar seu sucesso académico; Sensibilizar para a importância da implementação de práticas inclusivas de qualidade, focadas nos direitos humanos e valores fundamentais; Apresentar e promover as normas europeias de educação inclusiva e antirracista, não colonial, e relacioná-las com as leis educativas portuguesas; Promover as normas do Conselho da Europa nos documentos europeus; Refletir sobre o papel das escolas, professores/as e pessoal não docente na promoção da educação e práticas interculturais antirracistas entre crianças e famílias ciganas e não ciganas; Partilhar práticas pedagógicas que promovam a inclusão e o sucesso educativo das crianças e jovens ciganos; Desenvolver a capacidade de analisar situações desafiantes da vida real e desenvolver soluções, em contexto de formação/escola/sala de aula, através de abordagens baseadas nos direitos humanos, na participação, na igualdade, na interculturalidade, no antirracismo e na cidadania ativa.
Conteúdos
1. Quadro legislativo nacional e internacional dirigido às comunidades Roma: conceitos, políticas, recomendações, documentos de referência, instrumentos. 2. História e cultura ciganas: contexto histórico, grupos Roma, tradições culturais, movimentos emancipatórios, genocídio, respostas sociais e económicas. 3. Desconstrução de estereótipos: representações sociais das comunidades Roma e seu impacto social e educativo 4. Conceitos-chave para uma sociedade e escola antirracistas e interculturais (minorias, igualdade, preconceito, discriminação, racismo, bilinguismo cultural, dispositivos pedagógicos, etc.) e para uma prática pedagógica fundamentada (apoio à diversidade, pedagogia inclusiva, pedagogia para a autonomia) 5. Análise e discussão de práticas profissionais: modelos de concetualização da diferença, tipos de escola emergentes desses modelos, o docente monocultural e inter/multicultural, scaffolding pedagógico, desenvolvimento profissional e supervisão interpares.
Metodologias
O curso está organizado em sessões de natureza teórico-prática, incluindo momentos de exposição e atividades de reflexão e aplicação para a ação profissional. Aos momentos de exposição, seguir-se-ão atividades de reflexão em pequeno grupo, a partir de questões orientadoras, excertos de textos, imagens, fotos e outros recursos que suscitem análise e reflexão sobre situações e práticas sociais e educativas de inclusão/ exclusão. Às discussões em grupo, seguir-se-ão momentos de reflexão e síntese em grande grupo. Os/As formandos/as terão ainda acesso a propostas de atividades e de recursos que poderão usar em situações futuras de replicação do curso. Após cada sessão de formação, haverá uma curta atividade a realizar em trabalho autónomo (ex.: leitura de um texto, visionamento de um vídeo, uma atividade de pesquisa, etc.), sendo os resultados dessa atividade discutidos na sessão seguinte. No final do curso o/as formando/as serão convidado/as a avaliar o curso através de um questionário no Google forms.
Avaliação
Os conteúdos do curso serão objeto de análise e discussão durante o curso, esperando-se, no seu final, a realização de uma atividade integradora. Esta atividade assumirá o formato de uma planificação da replicação do curso, seguindo um guião dado pela equipa de formação, uma tarefa relevante para a atividade profissional e impacto do curso, vez que o/as formando/as serão chamados a replicar o curso nos CFAE aos quais pertencem.
Bibliografia
Ainscow, M. & Booth, T. (2002). Index for inclusion: Developing learning and participation in schools. Versão portuguesa: https://apcrsi.pt/dossiers_old/inclusao/index_para_a_inclusao.pdfCasa-Nova, M.J. (2020). Portugueses ciganos: Exclusão social ou não-integração?. In R. Vieira, J. C. Marques, P. Silva, A. M. Vieira, & C. Margarido (Eds.), Migrações, minorias étnicas, políticas sociais e (trans)formações (pp.49-70). Ed. AfrontamentoCasa-Nova, M. J., Moreira, M. A., Silva D., Rodrigues, J., & Ribeiro, L. (2020). RISE Roma Inclusive School Experience. A experiência portuguesa/ The portuguese experience. ACM - OBCIG. https://hdl.handle.net/1822/85365Direção-Geral da Educação (DGE) (2019). Promover a inclusão e o sucesso educativo das comunidades ciganas - Guião para as escolas/ Promote the inclusion and educational success of Roma communities - Guide for schools. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/Educacao_Intercultural/documentos/guiao_comunidades_ciganas.pdfEstratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas. https://www.acm.gov.pt/documents/10181/52642/enicc_ACM.pdf/42f8ef57-8cd7-4118-9170-9fcd9bc53ec2
Observações
1ª SESSÃO: 14 ABRIL 2026 - 17:30-20:30h; 2ª SESSÃO: 21 ABRIL 2026 - 17:30-20:30h; 3ª SESSÃO: 28 ABRIL 2026- 17:30-20:30h; 4ª SESSÃO: 5 MAIO 2026 - 17:30-20:30h; 5ª SESSÃO: 12 MAIO 2026 - 17:30-20:30h; 6ª SESSÃO: 19 MAIO 2026 - 17:30-20:30h; 7ª SESSÃO: 26 MAIO 2026 - 17:30-21:00h; 8ª SESSÃO: 02 JUNHO 2026 - 17:30-21:00h.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
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Ref. 609T1 Inscrições abertas até 06-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 609 CD n.º47 20.02.2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 14-04-2026
Fim: 14-04-2026
Regime: Presencial
Local: Auditório da Escola Pinheiro e Rosa , entre as 17h30 e as 20h30
Formador
Ana Isabel Soares
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas da Ria Formosa e Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve
Objetivos
- Explorar a diversidade estética da poesia portuguesa dos séculos XX e XXI; - Aprofundar leituras das principais vozes poéticos do período; - Promover o diálogo interdisciplinar entre a literatura e as artes; - Estimular a investigação e a divulgação na comunidade educativa.
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RECICLAGEM DE LGP
TSO - Técnicos Superior - Exclusivo para Técnicos de Língua Gestual Portuguesa
Curso
25.0 horas
Presencial
Pessoal não docente;
Em função do plano de atividades: A ação alinha-se com a necessidade de atualização de competências dos profissionais que apoiam os alunos com necessidades diversas, em conformidade com os princípios do Decreto-Lei n.º54/2018.
Em função dos destinatários: A ação visa atualizar e aprofundar o conhecimento ...
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Ref. 604T1 Inscrições abertas até 07-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1628/2025
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 14-04-2026
Fim: 02-06-2026
Regime: Presencial
Local: Escola E.B. 2/3 Santo António - Faro
Formador
Susana Conceição Ferreira Cunha Cardoso
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A ação alinha-se com a necessidade de atualização de competências dos profissionais que apoiam os alunos com necessidades diversas, em conformidade com os princípios do Decreto-Lei n.º54/2018. Em função dos destinatários: A ação visa atualizar e aprofundar o conhecimento especializado sobre vocabulário de LGP.
Objetivos
Aquisição de novo vocabulário em LGP, de várias áreas, para um melhor desempenho de funções por parte dos profissionais que trabalham com a comunidade surda.
Conteúdos
Vocabulário nas seguintes áreas: Audiovisuais; Comunicação e Marketing; Ciências e Tecnologias; Línguas e Humanidades; Temas da Atualidade.
Avaliação
Avaliação quantitativa e qualitativa.
Modelo
Ponderação participação: 30; Ponderação assiduidade: 20; Ponderação testes/trabalhos escritos: 50. Questionário a preencher pelos formandos para avaliar a ação; Questionário a preencher pelos formadores para avaliar a ação; Relatório final da entidade formadora; Relatório final do formador.
Bibliografia
Língua gestual portuguesa: história, sociolínguista e política linguística/Filipe Venade de Sousa.-1ª ed. - Lisboa CARVALHO, Paulo Vaz (2011). Literatura das Línguas Gestuais, Universidade Católica Editora, Pro_LGP:11. AMARAL, Maria Augusta, COUTINHO, Amândio e Delgado MARTINS, Raquel (1994). Para Uma Gramática da Língua Gestual Portuguesa. Lisboa: Editorial Carminho.
Observações
14/04 21/04 28/04 05/05 12/05 19/05 26/05 (TERÇAS-FEIRAS - 16h30 às 19h30) 02/06 (Terça-feira - 16h30 às 20h30)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-04-2026 (Terça-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
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ARTES VISUAIS PARA QUÊ? NOVAS PRÁTICAS E ABORDAGENS AO CURRÍCULO NO ENSINO DA EDUCAÇÃO ARTÍSTICA NO 1º CICLO
Professores do 1º Ciclo;
Curso
25.0 horas
Presencial
Professores do Grupo 110
A prática das Artes Visuais (antiga expressão plástica) no 1º ciclo representa um desafio para os professores da educação básica. É reconhecido na literatura científica sobre esta temática a existência de uma grande lacuna de falta de formação ao longo da carreira, sendo o contexto da atual reforma ...
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Ref. 517T1 Inscrições abertas até 10-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134828/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 16-04-2026
Fim: 18-06-2026
Regime: Presencial
Local: Escola E.B. 2/3 Joaquim Magalhães - SALA T1
Formador
João Álvaro Rodrigues Fernandes
Destinatários
Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A prática das Artes Visuais (antiga expressão plástica) no 1º ciclo representa um desafio para os professores da educação básica. É reconhecido na literatura científica sobre esta temática a existência de uma grande lacuna de falta de formação ao longo da carreira, sendo o contexto da atual reforma curricular uma dificuldade acrescida ao entendimento do documento, dos seus objetivos e principalmente às mudanças na prática pedagógica pretendidas com a nova filosofia curricular. Pretendemos abordar a temática numa perspetiva crítica, questionando o como, quando e como, discutindo os conceitos em mutação e a sua ação prática na sala de aula. Em suma, ajudar os professores a desenvolver abordagens que possibilitem o alcance das várias aprendizagens descritas no documento das Aprendizagens Essenciais da Educação Artística no 1º ciclo.É também de salientar a importância intrínseca que a Educação Artística deve representar nos diferentes Projetos Culturais de Escola, sendo como uma disciplina autónoma ou como integrante de projetos transdisciplinares. Neste sentido, é importante que os professores de 1º ciclo desenvolvam competências pedagógicas que possibilitem a integração das artes visuais nos projetos escolares. Salientamos também a importância da interação com os formandos, ouvindo as visões e perceções sobre a temática, despertando desafios e aprender através da audição, interpretação e criação.
Objetivos
Identificar práticas e paradigmas do ensino das artes visuais para a infância no contexto escolar; Contribuir para melhorar as práticas pedagógicas dos professores no contexto atual das Aprendizagens Essenciais; Desenvolver curricularmente estratégias práticas assentes nas aprendizagens essenciais, de: experimentação e criação, interpretação e comunicação, apropriação e reflexão; Conhecer vários recursos pedagógicos tecnológicos, em suporte físico e digital; Explorar potencialidades das artes visuais em projetos escolares.
Conteúdos
Abordagem teórico-prática às metodologias do ensino das artes visuais para crianças; Exploração de recursos tecnológicos; Construção de propostas pedagógicas baseadas nas Aprendizagens Essenciais;
Metodologias
O curso de formação desenvolve-se a partir de aulas teórico-práticas em regime presencial, privilegiando uma metodologia interativa e participativa. Pretende-se desenvolver uma abordagem crítica dos conteúdos e conceitos abordados, diversificando as abordagens práticas. A ação de formação desenvolve-se entre duas sessões de abordagem teórica dos conteúdos, posteriormente serão realizadas duas sessões de abordagem prática.
Avaliação
Participação nas atividades ao longo da formação 25% Trabalho final e partilha 25% Reflexão crítica 50%
Bibliografia
Acaso, M. (2018). Pedagogias invisibles: el espácio del aula como discurso. Los Libros de la Catarata. Acaso, M. (2014). La educación artística no son manualidades: nuevas práticas em la ensenãnza de las artes y la cultura visual. Los Libros de la Catarata. Hernández, F. (2012). Espigador@s de la cultura visual: outra narrativa para la educación de las artes visuales. Ediciones Octaedro. Ministério da Educação (2017). Aprendizagens Essenciais. Articulação com o Perfil dos Alunos. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Pacheco, J. A., & Maia, I. B. (2019). Para uma análise crítica das políticas curriculares no contexto global e no sistema educativo português. In F. C. Silva & C. X. Filha (Org.), Conhecimentos em disputa na base nacional curricular comum (pp. 43-54). Campo Grande: Editora Oeste.
Observações
16.04 / 23.04 / 30.04 / 07.05 / 14.05 21.05 / 28.05 / 03.06 / 11.06 / 18.06 (10 Sessões - 5ª feira - 2h30 - 18h00 às 20h30)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Presencial |
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O UKULELE, DA WORD MUSIC AO POP ROCK - UM INSTRUMENTO MUSICAL PROMOTOR DE INCLUSÃO
Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M)
Curso
25.0 horas
Presencial
Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M)
A Escola desempenha um papel fulcral nos processos de reconhecimento e inclusão da diversidade cultural, linguística, étnica e religiosa que compõem atualmente a nossa sociedade.
A Educação Musical consiste numa disciplina privilegiada, para, através da prática de música de conjunto, promover a inclusão ...
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Ref. 560T1 Inscrições abertas até 13-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136271/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 17-04-2026
Fim: 06-06-2026
Regime: Presencial
Local: Faro
Formador
Carla Alexandra Gonçalves de Campos Nunes
Destinatários
Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M)
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M).
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Escola desempenha um papel fulcral nos processos de reconhecimento e inclusão da diversidade cultural, linguística, étnica e religiosa que compõem atualmente a nossa sociedade. A Educação Musical consiste numa disciplina privilegiada, para, através da prática de música de conjunto, promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos mais vulneráveis, particularmente dos descendentes de migrantes e de crianças e jovens ciganos/as. A integração e o sucesso educativo de todas as crianças e jovens, da educação pré-escolar ao ensino secundário, bem como o respeito pelas diferenças e o estabelecimento de relações positivas de interação e aproximação entre alunos/as e outros membros da comunidade educativa de diferentes culturas, encontram, na Educação Musical, um terreno fértil para a sua concretização. É neste contexto que o ukulele consiste num instrumento musical privilegiado para a inclusão. Este pequeno cordofone, desenvolvido no Havai a partir do cavaquinho levado por emigrantes madeirenses, no séc. XIX, é um instrumento disseminado por todo o mundo e que tem utilizado para unir comunidades. Associado à interpretação de repertório das Músicas do Mundo incentiva os alunos as conhecer os conceitos de identidade e pertença, culturas, pluralismo e diversidade cultural. Quando associado ao repertório Pop-Rock (que frequentemente une os alunos em torno de preferências musicais comuns), fomenta o sentido de pertença na diversidade, atrás dos afetos. Desse modo, as canções cantadas e acompanhadas no ukulele contribuem para a construção de uma identidade coletiva baseada no pluralismo cultural.
Objetivos
Desenvolver modelos alternativos de educação musical e práticas artísticas diversificadas e inovadoras; Valorizar o papel da Educação Artística como forte potenciador do desenvolvimento pleno do sujeito, nas suas relações com os outros, relacionando a música com as outras áreas do saber. Desenvolver um conjunto de referentes, através de atividades especificas, que promovam uma pedagogia ativa centrada na criação, na experiência e na exploração do mundo envolvente, bem como na interpretação musical, privilegiando a voz, o corpo e os instrumentos musicais Desenvolver metodologias e estratégias de ensino específicas e inovadoras na área da Música recorrendo a meios, materiais, dispositivos e instrumentos, com diversidade sonora/musical e expressiva. Conhecer o funcionamento do ukulele (afinar, selecionar e colocar cordas); Conhecer e aplicar técnicas elementares, acordes e respetivas inversões; Interpretar e harmonizar canções do repertório tradicional português, da World Music e do Pop Rock; Refletir sobre a criação de projetos artístico-musicais em contexto escolar a partir da prática musical do ukulele.
Conteúdos
Representação e contextualização (2 h) Música para todos e a transversalidade do currículo; O papel da Música na promoção da igualdade, da não discriminação e do reforço da coesão social A interculturalidade no grupo infantil. Trabalhar as diferenças e reconhecer o seu potencial de enriquecimento mútuo. A Música e a promoção do sentido de pertença na diversidade, através dos afetos. A multiplicidade da Música (géneros/estilos), a sua relevância e transversalidade com outras áreas do saber. Contextos Musicais - Música, sociedade, cultura e história (2h) Reflexão sobre os contextos educativos Audição e análise de peças musicais, nacionais e internacionais, com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas; Repertório musical e contexto sociocultural: escolha de peças musicais, nacionais e internacionais, para escuta orientada A voz (4 h) A voz como instrumento: importância e cuidados (relaxamento, respiração e vocalizos) Metodologias e técnicas de ensino de canções: pedagogia musical ativa; Técnicas de execução e de interpretação musical (voz falada e cantada) e música de conjunto; Interpretação voz, corpo e instrumentos (8h) Técnicas de interpretação e prática de musical de conjunto: vocal, corporal e instrumental. O acompanhamento de canções com ukulele técnicas e acordes. Afinação, escolha e colocação de cordas (a corda G grave) Leitura de escrita musical em tablaturas Acordes principais e suas inversões Ritmo, Harmonia e sincronicidade; Técnicas de strumming, fingerstyle e fingerpicking Acompanhamentos aplicados a repertório da World Music e do Pop-Rock Músicas tradicionais tocadas com melodia, harmonia e ritmo. Recursos educativos (4 h) Construção de recursos musicais educativos com repertório multicultural: música cigana, brasileira, ucraniana, indiana, de países africanos e orientais (consoante os contextos das escolas de proveniência dos formandos) Propostas de Projetos artísticos e musicais nas escolas Reflexão e exposição de propostas de trabalho (4 h) Apresentação de propostas de recursos educativos que reflitam os conteúdos abordados na ação. Os conteúdos são expostos no decurso da apresentação com uma sequência de recursos, materiais, dispositivos e instrumentos para a prática educativa, bem como menção às aprendizagens essenciais que pretendem desenvolver e respetiva metodologia de aplicação, na sala de aula. Neste enquadramento, a apresentação do conjunto dos recursos educativos é acompanhada pelos procedimentos necessários à sua produção, manuseamento a aplicação em contexto escolar. Reflexão conjunta sobre as propostas apresentadas (auto e hétero-avaliação)
Metodologias
O curso de formação, com um total de 25 horas presenciais, contará com sessões de carácter teórico-prático, com explicação didático-pedagógica de cada conteúdo, seguindo-se exercícios em pequeno e grande grupo. Ao longo da formação, pretende-se que cada formando construa o seu próprio corpus de recursos, aplicando-a ao seu contexto pessoal, da seguinte forma: Partilha, pelos participantes, das suas experiências profissionais, discutindo-se os vários modelos de desenvolvimento curricular em Música (teórico-prática); Abordagem do desenvolvimento musical na infância com partilha de recursos (teórico-prática); Partilha das propostas de recursos musicais elaborados pelos formandos (prática); Autoavaliação do formando - (prática); Avaliação - com privilégio do diálogo como forma de consciencialização e de mudança do grupo/individuo (prática). Atividades: Escolha e seleção de canções e cantos rítmicos de acordo com a faixa etária e o desenvolvimento musical dos alunos.
Avaliação
Na avaliação dos/as formandos/as será dado cumprimento às determinações legais, nomeadamente os nºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4º do Despacho nº 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2ª Série, Nº 87, de 6 de maio, e ao Regulamento para acreditação e creditação de ações de formação contínua, de 9 de maio de 2016, do CCPFC. Participação nas atividades e realização das tarefas propostas - 50% Recursos musicais elaborados e respetivo guião de aplicação na prática letiva - 50% A avaliação é formalizada numa escala de 1 a 10 com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores Insuficiente 5 a 6,4 valores Regular 6,5 a 7,9 valores Bom 8 a 8,9 valores Muito Bom 9 a 10 valores Excelente
Bibliografia
Ciavatta, L. (2012) O Passo: música e educação. Rio de Janeiro: Edição do autor.Gordon, E. (2000). Teoria da Aprendizagem Musical: Competências, Conteúdos e Padrões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.Naranjo, F. J. R. (2008). Percusión corporal en diferentes culturas. Música y Educación, 76, 46-96.Wuytack, J., e Palheiros, G. B. (2013/14/15). Pedagogia musical (Vol. 1, 2 e 3) . Porto: Associação Wuytack de Pedagogia Musical3c_educacao_musical.pdf (mec.pt) 2c_educacao_musical.pdf (mec.pt) https://cidadania.dge.mec.pt/sites/default/files/pdfs/mosaico-intercultural.pdf https://cidadania.dge.mec.pt/projectos-e-iniciativas/interculturalidade https://cidadania.dge.mec.pt/interculturalidade https://www.lenga.pt/ https://www.cantarmais.pt/pt/ https://www.ukulele-tabs.com/uke-songs/genre/world-music,205.html Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória | Direção-Geral da Educação (mec.pt)
Observações
17/04 - 4h- 17h00 às 21h00 (6ª feira) 09/05 - 4h- 9h00 às 13h00 (sábado) 15/05 - 4h- 17h00 às 21h00 (6ª feira) 23/05 - 4h- 9h00 às 13h00 (sábado) 29/05 - 4h- 17h00 às 21h00 (6ª feira) 06/06 - 5h- 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h00 (sábado)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 17-04-2026 (Sexta-feira) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
EDUCAÇÃO ARTÍSTICA - MÚSICA COMO RECURSO PEDAGÓGICO TRANSDISCIPLINAR
Educadores de Infância e Professores do Grupo 110 e 910
Curso
25.0 horas
Presencial
Educadores de Infância e Professores do Grupo 110 e 910
A Academia do Plano Nacional das Artes apresenta esta ação no domínio da Música para educadores de infância e docentes do 1.º CEB. A sensibilidade estética e artística é uma competência legítima, reconhecida e fundamental na organização curricular e no desenvolvimento pessoal; próxima das artes e do ...
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Ref. 561T1 Inscrições abertas até 13-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136613/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 18-04-2026
Fim: 05-06-2026
Regime: Presencial
Local: Faro
Formador
Carla Alexandra Gonçalves de Campos Nunes
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do Grupo 110 e 910
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Grupo 110 e 910. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Grupo 110 e 910.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A Academia do Plano Nacional das Artes apresenta esta ação no domínio da Música para educadores de infância e docentes do 1.º CEB. A sensibilidade estética e artística é uma competência legítima, reconhecida e fundamental na organização curricular e no desenvolvimento pessoal; próxima das artes e do processo criativo, incentiva a escola a dinâmicas transdisciplinares promovendo a transformação. Por conseguinte, pretende-se a valorização da Educação Artística nas escolas, apresentando, renovando e dinamizando práticas pedagógicas adaptadas às exigências atuais. Para este propósito, este curso apresenta um conjunto de referentes, de conteúdos, de recursos pedagógicos e de processos criativos, através de atividades específicas da área da Música, tendo em conta uma perspetiva transdisciplinar com as diferentes áreas do conhecimento. Com o objetivo de aumentar as competências profissionais e pessoais dos educadores de Infância e docentes do 1.º CEB, observando os princípios orientadores e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, pretende-se fornecer ferramentas que o professor possa explorar em contexto de sala de aula, proporcionando aos seus alunos um entendimento conceptual da Música nas suas diversas vertentes e possibilidades interdisciplinares.
Objetivos
Observar o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, a Matriz Curricular em Educação Artística, as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar e as Aprendizagens Essenciais para a Música; Promover metodologias de ensino inovadoras recorrendo a meios, materiais, dispositivos e instrumentos, com diversidade sonora/musical e expressiva; Valorizar o papel da Educação Artística como forte potenciador do desenvolvimento pleno do sujeito e nas relações com os outros, relacionando a música com as outras áreas do saber; Desenvolver um conjunto de recursos pedagógicos, através de atividades especificas, que promovam uma pedagogia ativa centrada na criação, na experiência e na exploração do mundo envolvente, bem como na interpretação musical, privilegiando a voz, o corpo e os objetos / instrumentos.
Conteúdos
Contextualização (1h) Missão e estratégias do Plano Nacional das Artes; Educação Pré-Escolar e 1.º ciclo do Ensino Básico. Documentos de referência: Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória, Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar; Educação Artística no 1.º Ciclo do Ensino Básico Matriz Curricular/Música. Conteúdos específicos da Música (4h) Elementos musicais: timbre, altura, dinâmica, ritmo, forma. Domínios: criação (criatividade e improvisação em música); audição (escuta musical ativa); interpretação (voz, corpo e instrumentos); contextos musicais (música, sociedade, cultura e história); simbolização/representação musical. Enquadramento: corpo humano enquanto primeiro (e principal); instrumento de expressão artística em música; música para todos (metodologias ativas e respetivos pedagogos); multiplicidade da Música (géneros/estilos). Recursos pedagógicos (20h) Criação (4h) 1. Estímulo à experimentação sonora. 2. Criação e improvisação - corpo e objetos. 3. Percursos de aprendizagem: abordagem a outras áreas do conhecimento, tendo por base a Pedagogia musical ativa. 4. Exploração/criação sonoro-musical com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas. 5. Atividade/recurso pedagógico: criação e improvisação de ambientes sonoros, sequências e peças musicais; extensão às outras áreas do conhecimento. Corpo (4h) 1. Corpo como instrumento de expressão artística em Música. 2. Timbre, ritmo, pulsação, acentuação, andamentos. 3. Percursos de aprendizagem: metodologia ativa; dimensão multidisciplinar da Música, identificando relações com outras artes e áreas de conhecimento. 4. Timbres e ritmos corporais: improvisação e interpretação em géneros e estilos diferentes; 5. Atividade/recurso pedagógico: exercícios rítmico-corporais, música e movimento, atividades transdisciplinares. Voz (4h) 1. Voz como instrumento: importância e cuidados (relaxamento, respiração e vocalizos). 2. Parâmetros musicais: exploração de potencialidades do aparelho fonador. 3. Metodologias e técnicas de ensino de canções e jogos prosódicos: pedagogia musical ativa. 4. Técnicas de execução e de interpretação musical (voz falada e cantada) e música de conjunto. 5. Percursos de aprendizagem: possibilidades de escolhas musicais para um trabalho interdisciplinar; dimensão multidisciplinar da música, identificando relações com outras artes e áreas de conhecimento. 6. Atividades: escolha e seleção de canções e cantos rítmicos de acordo com a faixa etária e o desenvolvimento musical dos alunos. Representação e contextualização (4h) 1. Repertório musical e contexto sociocultural: escolha de canções, jogos prosódicos, peças para escuta orientada. 2. Audição e interpretação de peças musicais com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas. 3. Percursos de aprendizagem: dimensão multidisciplinar da Música, identificando relações com outras artes e áreas de conhecimento; Música para todos. 4. Técnicas de interpretação e prática de musical de conjunto: vocal, corporal e instrumental. 5. Atividades/recursos pedagógicos: exploração de códigos e formas diferenciadas de representação gráfica dos sons (convencionais e não convencionais); exploração de instrumental Orff. 6. Proposta de atividades transdisciplinares. Reflexão e exposição de propostas de trabalho (4h) 1. Apresentação de proposta de um recurso pedagógico, com caráter transdisciplinar, que reflita os conteúdos abordados na ação.
Metodologias
Presencial: Sessões teórico-práticas. Os conteúdos são expostos no decurso da apresentação com uma sequência de recursos, materiais, dispositivos e instrumentos para a prática educativa. Simultaneamente, desenvolvem-se modelos pedagógicos diferenciados na área da Música, centrados numa aprendizagem que potencie o desenvolvimento pleno do aluno. Neste enquadramento, a apresentação do conjunto dos recursos pedagógicos é acompanhada pelos procedimentos necessários à sua produção, manuseamento a aplicação em contexto escolar. Os formandos irão ser convidados a desenvolver propostas individuais de trabalho para a construção de um recurso pedagógico a apresentar e discutir com os colegas na última sessão.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, de acordo com os seguintes critérios: Participação/Contribuição: 50%; Trabalho de aplicação de Conteúdos (Projeto e reflexão crítica): 50%.
Bibliografia
Gordon, E. (2000). Teoria da Aprendizagem Musical: Competências, Conteúdos e Padrões. Lisboa: Fundação Calouste GulbenkianSwanwick, K. (1988). Music, Mind, and Education. London: RoutledgeUNESCO (2006). Roteiro para a Educação Artística. Desenvolver as Capacidades Criativas para o Séc. XXI. Lisboa: Comissão Nacional da UNESCOWillems, E. (1970). As Bases Psicológicas da Educação Musical. Fribourg Editions Pro-MúsicaWuytack, J., & Palheiros, G. (1995). Audição Musical Activa. Associação Wuytack de Pedagogia Musical, Porto
Observações
18/04 - 4h - 17h00 às 21h00 (sábado) 08/05 - 4h - 17h00 às 21h00 (6ª feira) 16/05 - 4h - 17h00 às 21h00 (sábado) 22/05 - 4h - 17h00 às 21h00 (6ª feira) 30/05 - 4h - 17h00 às 21h00 (sábado) 05/06 - 5h - 16h00 às 21h00 (6ª feira)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 18-04-2026 (Sábado) | 17:00 - 21:00 | 4:00 | Presencial |
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METODOLOGIA DE TRABALHO PROJETO, UMA ESTRATÉGIA DE ENSINO/ APRENDIZAGEM NA PRÁTICA PEDAGÓGICA
Professores do Grupo 110 (1.º Ciclo)
Curso
15.0 horas
Presencial
Professores do Grupo 110 (1.º Ciclo)
- Procura-se mudar as práticas educativas generalizadas, para responder à diversidade dos alunos através da implementação de um sistema de diferenciação pedagógica, que possa garantir a efetivação do direito ao sucesso de cada aluno . Pretende-se, para tal, transferir para as práticas profissionais dos ...
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Ref. 570T1 Inscrições abertas até 17-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136546/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 15.0 horas
Início: 23-04-2026
Fim: 21-05-2026
Regime: Presencial
Local: Escola E.B. 1 de Alto Rodes - Faro
Formador
Patrícia Maria Catarino Barreira Palma
Destinatários
Professores do Grupo 110 (1.º Ciclo)
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110 (1.º Ciclo). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110 (1.º Ciclo).
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
- Procura-se mudar as práticas educativas generalizadas, para responder à diversidade dos alunos através da implementação de um sistema de diferenciação pedagógica, que possa garantir a efetivação do direito ao sucesso de cada aluno . Pretende-se, para tal, transferir para as práticas profissionais dos professores do primeiro ciclo as competências e os valores adquiridos no contexto de um trabalho de cooperação, procedendo por aproximações sucessivas a uma transformação das práticas educativas a partir das vivências realizadas nas práticas de formação. -Promover o crescimento profissional através de um processo reflexivo sobre: os objectivos, o processo, os conteúdos e os resultados, na estratégia de um ensino cooperativo. -Proporcionar uma cultura escolar em participação cooperada, pelo envolvimento e corresponsabilização dos alunos na sua própria aprendizagem, tendo em vista, não só o aumento dos saberes de todos os alunos, mas também o seu prazer em aprender.
Objetivos
- Aprofundar conhecimento sobre o papel do professor no Trabalho de Projeto. - Alargar o conjunto de estratégias, de modo a superar dificuldades nas diferentes fases do Trabalho de Projeto. - Partilhar experiências positivas na dinâmica de sala de aula.
Conteúdos
- Metodologia de Trabalho de Projeto: sua caracterização e fundamentos teóricos. - Tempo de organização e gestão cooperadas do trabalho para aprender o currículo, planeamento e avaliação dinâmica (processos/produtos) com suporte em instrumentos de pilotagem e de regulação do trabalho, bem como da contratualização de critérios de juízo para avaliação. - Para que todas as etapas desta metodologia sejam tratadas surgem três momentos orientadores 1- Porquê trabalhar em projetos? - O contexto de aprendizagem: 2- Como se desenvolvem os projetos? O papel do professor( dando ênfase à negociação do trabalho pelo professor com os alunos). Recolha e organização de informação: 3- De que forma são avaliados? - A partilha do saber adquirido desenvolve uma auto e hétero- avaliação. A avaliação assenta numa participação em comunidade favorecedora de mais cidadania.
Metodologias
Cada uma das sessões presenciais conjuntas terá a duração de duas horas. 1. O primeiro tempo destina-se ao relato documentado do trabalho projeto, utilizando o modelo cooperativo nas práticas educativas. Análise e reflexão sobre a adequação desse trabalho, a partir de um perfil de evolução do uso do modelo pedagógico. 2. No segundo tempo serão analisados os documentos de apoio à intervenção a desenvolver , proceder-se-á à sua adequação aos contextos educativos de cada formando.
Avaliação
A avaliação dos formandos será baseada, de acordo com o ECD, numa escala de 1 a 10 valores, mediante o seu desempenho nas sessões presenciais conjuntas e na avaliação dos trabalhos produzidos durante as sessões. Critérios orientadores: - Interesse / Participação - 40 % - Trabalhos apresentados - 40 % - Reflexão final Individual (Obrigatória) - 20 %
Bibliografia
Alonso, L. e Roldão.M.C. ( 2005) Ser Professor do 1º Ciclo: Construindo a Profissão. oimbra: Edições Almedina, SA.Freitas,L. V. e Varela C. (2002). Aprendizagem Cooperativa- Teoria/Prática. Porto:Edições Asa.MEM (1974 a 2017),Escola Moderna: Revista do Movimento da Escola Moderna, Lisboa.Formosinho, J. O. & Gambôa, R. (Org). (2011). O Trabalho de Projeto na Pedagogia-em-Participação. Porto editora
Observações
23/04 30/04 07/05 14/05 21/05 (5ªfeiras das 17h00 às 20h00)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
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LINGUAGEM ESCRITA- CONHECER, DESENVOLVER E UTILIZAR METODOLOGIAS MULTISSENSORIAIS
Professores do 1º Ciclo;
Curso
25.0 horas
Presencial
Professores do Grupo 110
Esta ação advém da necessidade crescente que se tem verificado, em contexto escolar, no que diz respeito à deteção e atuação precoce nas perturbações de linguagem escrita.
Aprender a ler e a escrever não é um processo natural, como aprender a falar. Envolve uma aprendizagem formal, explícita, que descreve ...
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Ref. 607T1 Inscrições abertas até 14-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138047/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 23-04-2026
Fim: 18-06-2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Francisco Fernandes Lopes , Sala E1.11. - Olhão
Formador
Ana Clarinda Baptista Fernandes Teixeira
Destinatários
Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Esta ação advém da necessidade crescente que se tem verificado, em contexto escolar, no que diz respeito à deteção e atuação precoce nas perturbações de linguagem escrita. Aprender a ler e a escrever não é um processo natural, como aprender a falar. Envolve uma aprendizagem formal, explícita, que descreve processos complexos, influenciados por fatores de carácter linguístico, cognitivo e social. Não obstante, o processamento fonológico, ou seja, a capacidade de usar operações mentais que envolvem a estrutura dos sons da língua, na oralidade, para aprender a descodificar a mensagem no plano escrito, é algo que necessita também de ser estimulado. Neste sentido, reconhecendo a importância do desenvolvimento de competências e de ferramentas que visem colmatar, de forma eficiente, as dificuldades de leitura e de escrita apresentadas pelos alunos, é de extrema relevância que os professores se munam de ferramentas suportadas em conhecimento teórico (científico), relativo a práticas educativas baseadas em evidência científica, de modo a que possam conduzir a sua ação educativa de forma mais eficiente.
Objetivos
1. Explorar a relação entre oralidade e escrita; 2. Conhecer e desenvolver pré-requisitos de consciência fonológica; 3. Descrever o processo de aprendizagem da leitura e da escrita; 4. Interpretar e classificar erros de escrita; 5. Classificar e Identificar Perturbações de Linguagem escrita; 6. Dotar os professores de ferramentas que possibilitem a adoção de metodologias de intervenção adequadas a cada problemática.
Conteúdos
Conhecer as bases teóricas fundamentais: ● Relação entre a oralidade e a escrita (1.ª sessão); ● Conhecer e desenvolver atividades de consciência fonológica (2.ª e 3ª sessão) ● Conhecer as etapas e processos envolvidos na leitura e escrita (4ªsessão) ● Tipologia de erros- como atuar? (5ª sessão) ● Perturbações da linguagem escrita (6.ªsessão) ● Ferramentas e metodologias de atuação nas alterações de leitura e escrita (7ª e 8ª sessão);
Metodologias
Teórico-expositiva (apresentações das formadoras); Argumentativa (debates e trabalhos de grupo); Trabalho colaborativo; Demonstrativa (exemplificação de práticas).
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos centra-se na assiduidade, participação nas sessões e na realização de trabalhos realizados durante a formação. No final da formação deverá ser realizado um relatório individual. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
Aprendizagens Essenciais (1.º Ciclo);Artigos Científicos e teses de mestrado/doutoramento recentes acerca da temática abordada;Descobrindo a linguagem escrita: uma experiência de aprendizagem da leitura e da escrita numa escola de intervenção prioritária, Manuela Castro Neves e Margarida Alves MarrtinsEstudo Método multissensorial para a aprendizagem da leitura e escrita em crianças neurodesenvolvimentais, Catarina Mendes Lopes dos Santos ESEC Viseu, 2017Estudo Intervenção multissensorial numa criança com dificuldades de aprendizagem na leitura do 2.º ano, Anabela Ruas de Oliveira. ESEC Coimbra , 2018
Observações
23.04 / 30.04 / 07.05 / 14.05 / 21.05 / 28.05 / 11.06 (16h30 às 19h30 - 5ªs feiras) e 18/06 (16h30 às 20h30 - 5ª feira)
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
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CENTRO DE FORMAÇÃO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS DA RIA FORMOSA
CCPFC/ENT-AE- 1483/23
VALIDADE: 11.09.2026






