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Legislação

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DIVULGAÇÃO

787

Zoom 2.0 – Encontro de Mediação Cultural I
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ACD

 

6.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Teatro da Figuras


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Ref. 630T1 Inscrições abertas até 17-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: 630

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 22-04-2026

Fim: 22-04-2026

Regime: Presencial

Local: Teatro da Figuras

Formador

Sara Brighenti

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Objetivos

Este encontro tem como objetivo promover a reflexão sobre a importância da mediação cultural no aprofundamento de práticas participativas e democráticas nas organizações culturais. Pretende, também, realçar o papel dos artistas e das instituições culturais na relação Cultura-Educação-Comunidade.

Conteúdos

1.º Painel - O QUE É A MEDIAÇÃO? ENTRE ENCONTRO E ESCUTA 10h15 | Keynote Speaker: Paulo Pires do Vale, Comissário do Plano Nacional das Artes 10h40 | Intervalo 11h00 | Mesa-redonda Jade Aura, Participante na “Adenda dos Jovens à Carta de Porto Santo” Elena Sanmartín, PERMEA Programa Experimental de Mediación y Educación Sara Brighenti, Subcomissária do Plano Nacional das Artes Susana Gomes da Silva, Diretora do Serviço Educativo do Centro de Arte Moderna - Gulbenkian MODERAÇÃO: Mirian Tavares, Professora catedrática da Universidade do Algarve 12h30 | ZOOM IN: Pitching 13h00 | Pausa para almoço 2.º Painel - MEDIAÇÃO CULTURAL COMO PRÁTICA EDUCATIVA 14h30 | ZOOM IN: Pitching 15h00 | Teaser do filme “Arte, Pedras, Liberdade” Keynote Speaker: Rui Telmo Gomes, Autor do livro "Pedras de Parar e da Urgência: Conversas Emergentes Sobre Público Jovem" 15h30 | Intervalo 15h45 | Mesa-redonda: Alfredo Gomes, professor do Ensino Secundário e vencedor do Global Teacher Prize 2025 Gabriel Antunes, Ator Helena Rodrigues, Fundadora da Companhia de Música Teatral, Professora e Investigadora Luísa Gonçalves, Coordenadora do projeto Público na Escola Manuel Rocha, Músico e Professor no Conservatório de Música de Coimbra Paula Cardoso, Fundadora da Rede Afrolink MODERAÇÃO: Carolina Santos, Co-Diretora Artística da Mákina de Cena


Observações

Local de realização: Teatro das Figuras

Dia 22 de abril, das 09h30 às 18h00


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788

Zoom 2.0 – Encontro de Mediação Cultural II
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ACD

 

6.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Teatro das Figuras


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Ref. 631T1 Inscrições abertas até 17-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: 631

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 23-04-2026

Fim: 23-04-2026

Regime: Presencial

Local: Teatro das Figuras

Formador

Sara Brighenti

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Objetivos

Este encontro tem como objetivo promover a reflexão sobre a importância da mediação cultural no aprofundamento de práticas participativas e democráticas nas organizações culturais. Pretende, também, realçar o papel dos artistas e das instituições culturais na relação Cultura-Educação- Comunidade.

Conteúdos

10h00 - 13h00 | OFICINAS “ZOOM OUT” 1) “Biblioteca Humana” com Laura DeWitte e Sofia Martins (Mediadoras Culturais) 2) “Não basta abrir uma janela” com Margarida Mestre (Artista) 3) “Mediação e Artes Colaborativas - A clarificação dos conceitos”, com Marta Silva (Produtora Cultural) 4) “Tarot dos Pássaros”, com Helena Rodrigues (Companhia de Música Teatral) 3.º painel - A MEDIAÇÃO CULTURAL COMO CONSTRUÇÃO DO COMUM 14h30 | Momento performativo 14h45 | ZOOM IN: Pitching 15h15 | Intervalo 15h30 | Mesa-redonda Afonso Branco e André Ivo, Projeto Miss Universo António Brito Guterres, Assistente Social/Estudos Urbanos Marta Silva, Diretora da Largo Residências Nelson Dias, Coordenador e fundador da Rede de Autarquias Participativas MODERAÇÃO: Lúcia Vicente, Atriz, contadora de histórias e escritora feminista 17h15 | Sessão de encerramento pelo Diretor do Teatro das Figuras, Gil Silva Atuação dos Miss Universo


Observações

Local de realização: Teatro das Figuras

Dia 23 de abril, das 09h30 às 18h00


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790

À CONVERSA COM ÁLVARO CURIA: NARRAR O TRAUMA, ESCREVER A DOR.

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Biblioteca Municipal de Faro entre as 16.30 e as 19.30

A partir do romance No Brasil não há leões (publicado a 3 de setembro de 2025), o autor propõe uma conversa sobre a narração do trauma como reconstrução identitária, no modo como o narrador adulto reorganiza a infância fragmentada para compreender quem se tornou, e no trabalho da linguagem como ...
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Ref. 632T1 Inscrições abertas até 04-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: 632

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 06-05-2026

Fim: 06-05-2026

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Faro entre as 16.30 e as 19.30

Formador

Paulo Roberto Nóbrega Serra

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Enquadramento

A partir do romance No Brasil não há leões (publicado a 3 de setembro de 2025), o autor propõe uma conversa sobre a narração do trauma como reconstrução identitária, no modo como o narrador adulto reorganiza a infância fragmentada para compreender quem se tornou, e no trabalho da linguagem como enfrentamento - nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. Álvaro Curia focar-se-á ainda no bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência, na perspetiva da criança traumatizada: lapsos, repetições e distorções como marcas formais da memória ferida, no luto e na libertação: quando a perda desagrega a família e expõe fragilidades já existentes, no abandono como trauma fundador: o impacto da ausência de figuras de proteção no desenvolvimento emocional, na ética da escrita sobre a dor: entre denúncia, exposição e responsabilidade literária, e no papel da escola (e também dos professores e outros agentes educativos) perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado. O escritor abordará ainda outros tópicos normalmente discutidos nas sessões que realiza em escolas, com enfoque no processo de escrita e da leitura e literatura no mundo das redes sociais, considerando a mudança do suporte: da página ao ecrã, a transição da leitura linear para a leitura fragmentada, o impacto dos formatos breves (posts, reels, threads) na receção literária. Em suma, procurar-se-á responder à questão: A literatura perde profundidade ou ganha novos leitores? O autor, e par do Literacidades, analisará o Bookstagram e a criação de comunidades de leitura, o papel do Instagram e do Goodreads na promoção de livros, e os fenómenos editoriais impulsionados pelas redes. A autoridade crítica desloca-se dos suplementos culturais para os criadores de conteúdo? O algoritmo favorece determinados géneros (romance, fantasia, young adult)? Por fim, o autor fala do papel dos escritores enquanto criadores de conteúdo, da exigência de presença digital para autores contemporâneos, da tensão entre criação literária e autopromoção, e do impacto na construção da imagem pública do escritor.

Objetivos

A partir do romance No Brasil não há leões, o escritor propõe dialogar com professores, educadores e público-geral sobre: - A narração do trauma como reconstrução identitária. - A linguagem como enfrentamento: nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. - O bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência. - O papel da escola perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado.

Conteúdos

A narração do trauma como reconstrução identitária: como o narrador adulto reorganiza a infância fragmentada para compreender quem se tornou. A linguagem como enfrentamento: nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. O bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência. A perspetiva da criança traumatizada: lapsos, repetições e distorções como marcas formais da memória ferida. Luto e libertação: quando a perda desagrega a família e expõe fragilidades já existentes. O abandono como trauma fundador: o impacto da ausência de figuras de proteção no desenvolvimento emocional. A ética da escrita sobre a dor: entre denúncia, exposição e responsabilidade literária. O papel da escola perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado.


Observações

Sobre o autor - Filho de mãe brasileira e pai português, diz-se de nacionalidade atlântica com coração portuense. Autor, jornalista, professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Doutorou-se em História, frequenta o mestrado em Português Língua Estrangeira, com forte componente opcional de estudos literários. Como jornalista, trabalhou na RTP, no JN e na Greenpeace, em Amesterdão. Cofundou, em 2019, o Literacidades, perfil dedicado à promoção de hábitos de leitura e divulgação literária. Tem publicado vários textos literários em manuais de escrita, crónicas, artigos de opinião e de índole científica. Publicou, na Manuscrito, em fevereiro de 2024, o romance Filhos da Chuva.


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796

CAPACITAÇÃO CULTURAL E COMUNICAÇÃO EM CONTEXTOS EDUCATIVOS
Professores; Educadores; Técnicos educativos; Técnicos de património; Técnicos de comunicação; Técnicos municipais; Mediadores; Agentes socioculturais; Bibliotecários.

ACD

 

6.0 horas

 

Presencial

 

Professores; Educadores; Técnicos educativos; Técnicos de património; Técnicos de comunicação; Técnicos municipais; Mediadores; Agentes socioculturais; Bibliotecários

Escola Secundária Francisco Fernandes Lopes - Auditório - Olhão

Capacitação de profissionais no âmbito da arte/educação/comunicação
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Ref. 635T1 Inscrições abertas até 29-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: 635

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 06-05-2026

Fim: 13-05-2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Francisco Fernandes Lopes - Auditório - Olhão

Destinatários

Professores; Educadores; Técnicos educativos; Técnicos de património; Técnicos de comunicação; Técnicos municipais; Mediadores; Agentes socioculturais; Bibliotecários

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores; Educadores; Técnicos educativos; Técnicos de património; Técnicos de comunicação; Técnicos municipais; Mediadores; Agentes socioculturais; Bibliotecários. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa / Município de Olhão, AEFFL e PNA

Enquadramento

Capacitação de profissionais no âmbito da arte/educação/comunicação

Objetivos

1) Aprofundar e consolidar parcerias estratégicas entre as escolas e o Município no que concerne à dinamização regular e continuada de práticas de capacitação profissional em vários domínios temáticos; 2) Contribuir para uma actualização dos formandos nas áreas da cultura e artes e comunicação em ambientes educativos; 3) Fornecer ferramentas e outros recursos que potenciem uma maior qualificação e diversificação das iniciativas e projectos desenvolvidos nas escolas; 4) Sensibilizar os participantes para o debate e reflexão crítica em torno de questões consideradas centrais na contemporaneidade como participação, mediação, comunicação, inclusão e acesso

Conteúdos

1 - Criação e dinamização de iniciativas e projetos de cultura e arte-educação » Conceção / Ideias / Fazer perguntas » Planeamento e Cronograma » Programação (conteúdos) » Comunicação » Financiamento e outros recursos / candidaturas » Parcerias e redes » Monitorização e Avaliação 2 - Mediação e Participação » Criar comunidade » Capacitação de mediadores » Acesso e inclusão » Processos participativos e colaborativos 3 - Fundamentos e Diversos tipos de Comunicação » O que é comunicar? Diferença entre comunicar e informar » Comunicação assertiva vs. passiva vs. agressiva » O poder das palavras: clareza, simplicidade e impacto » Importância da linguagem corporal » O que significa escutar verdadeiramente » Comunicar nas redes sociais, site, imprensa.

Metodologias

Dimensão expositiva (oral, recursos PPT e vídeos); Casos práticos (boas práticas e exemplos menos conseguidos); Interação com os formandos (perguntas, brainstorming, etc.)


Observações

Arte, ambiente e paisagem: a Ria Formosa e o Barrocal: plataforma I: reflexão, pesquisa, recolha. / Projecto Observatório. (2007-2008). org. Atelier Educativo. Carvalho, C., Craveiro, I. (2022). Rede Artéria: territórios, criação artística, ciência. Gráfica Maiadouro. Cipriano, Francisco (2025). Financiamento europeu para os setores culturais e criativos. Caleidoscópio. Costa, B., Vilar, D. (coord.) (2021). Manual de boas práticas para a organização de eventos artísticos no espaço público. Outdoor Arts Portugal – Bússola. Costa, P. (coord) (2015). Políticas culturais para o desenvolvimento. ARTEMREDE Costa, P., Lopes, R. V., Pletikosa, A. (coord.) (2024), Stronger Peripheries. Building a Southern Coalition in Performing Arts. Lisbon and Zagreb: DINÂMIA’CET-iscte, Artemrede – Teatros Associados and POGON – Zagreb Center for Independent Culture and Youth. Cruz, A., Junqueira, S. W. (2020). Medronho. Teatro do Alto da Serra de Monchique e nas destilarias. Município de Monchique. Cruz, H. (coord.) (2015). Arte e Comunidade. Fundação Calouste Gulbenkian. Dirk De, W. (2021), RESHAPE: A Workbook to Reimagine the Art World. Kunstenpunt vzw (Flanders Arts Institute). Domingues, A. (2020). Paisagens imprevistas: outros lugares para as artes performativas. Materiais Diversos. Ferreira, H., Monteiro, P. (2022). A música dá trabalho. Quem faz o quê antes da música te chegar aos ouvidos. Omnichord Records Fradique, T. (coord.) (2019). O público vai ao teatro: encontros sobre políticas da recepção e envolvimento de públicos no contexto das artes performativas. teatro meia volta. Frieling, R., Groys, B., Atkins, R., Manovich, L. (2008). The Art of Participation: 1950 to Now. Thames & Hudson. Marques, C., et al. (2013). Sinais de fumo: conversas para além da crise. Montemor-o-Novo: O Espaço do Tempo. Matarasso, F. (2019). Uma arte irrequieta: Reflexões sobre o triunfo e importância da prática participativa. Fundação Calouste Gulbenkian. Neves, J. S. (coord.), Macedo, S. C., Santos, J., & Lima, M. J. (2024). Atlas artístico e cultural de Portugal. Direção-Geral das Artes. (disponível em: https://www.dgartes.gov.pt/sites/default/files/atlas_artistico_e_cultural_de_portugal .pdf) Nunes, N., Chainho-Pereira, J., Neves, J. S., Sara Fernandes. (2024). O Associativismo Popular Português no Século XXI. Almedina. O estado das artes. As artes e o Estado. Actas do Encontro realizado em Lisboa, Centro Cultural de Belém. (2001).Observatório das Atividades Culturais. Pires, Paulo (2017). Escrytos - crónicas e ensaios sobre cultura contemporânea. Arranha-Céus. Ribeiro, A. P. (2011). Questões permanentes: ensaios escolhidos sobre cultura contemporânea. Cotovia. Banks, J. A., & Banks, C. A. M. (Eds.) (2019). Multicultural Education: Issues and Perspectives. John Wiley & Sons. Hargie, O. (2016). Skilled Interpersonal Communication: Research, Theory and Practice. London: Routledge Publishers.

06/05 e 13/05 - das 18h00 às 21h00


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753

AS MODALIDADES NAUTICAS NA ESCOLA - SURF E CANOAGEM
Professores dos grupos do 260 e 620

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos grupos do 260 e 620

Faro

O mar e as atividades náuticas quando desenvolvidas e orientadas por profissionais oferecem às crianças e jovens sensações únicas de superação. O surf e a canoagem são duas modalidades que cada vez mais ganham relevância ao nível dos conteúdos a abordar na disciplina de Educação Física como modalidades ...
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Ref. 587T1 Inscrições abertas até 27-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137526/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 07-05-2026

Fim: 16-05-2026

Regime: Presencial

Local: Faro

Formador

Rui Jorge Rodrigues Martins

Nuno Miguel Messias Patrício da Silva

Destinatários

Professores dos grupos do 260 e 620

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos do 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos do 260 e 620.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O mar e as atividades náuticas quando desenvolvidas e orientadas por profissionais oferecem às crianças e jovens sensações únicas de superação. O surf e a canoagem são duas modalidades que cada vez mais ganham relevância ao nível dos conteúdos a abordar na disciplina de Educação Física como modalidades alternativas e de exploração da natureza. O Documento Nacional de Estratégia para o Mar, da responsabilidade do Ministério do Mar, preconiza a reaproximação do povo português ao mar e às atividades nele desenvolvidas, sejam elas de carater lúdico, cultural ou económico. Sob este pressuposto, o Ministério da educação através do desporto escolar, criou os Centros de Formação Desportiva das modalidades náuticas, cujo objetivo é a democratização do acesso a este tipo de modalidades desportivas que, de outra forma, estariam vedadas à maior parte da população devido a constrangimentos de enquadramento técnico/pedagógico, financeiros e de locais de prática.

Objetivos

Pretendemos, com esta ação, desenvolver nos participantes uma maior proximidade ao mar e às modalidades de surf e canoagem. Como objetivo secundário desta ação, pretendemos dotar os colegas de métodos, técnicas de ensino, manuseamento e orientação das atividades náuticas para que possam também eles orientar um grupo de alunos neste contexto específico, em atividades de complemento curricular, na lecionação de módulos dos cursos profissionais de técnico de desporto ou no âmbito do desporto escolar.

Conteúdos

1. O centro de formação de canoagem e surf - Apresentação, recursos disponíveis, localização, condicionantes geográficas e meteorológicas, tipo de atividades que se desenvolvem, normas de segurança e plano de emergência. 2. Introdução ao salvamento em meio aquático 3. Introdução à canoagem: Enquadramento e história da modalidade, especificidades da canoagem, nomenclatura das embarcações e das suas partes constituintes, tipos de embarcações para turismo, aprendizagem e competição. A pagaia, o colete, técnicas de embarque e desembarque técnicas básicas de propulsão, retropulsão e apoio. Normas e regras de segurança específicas da modalidade. 4. Introdução ao surf: Enquadramento e história da modalidade, especificidades da modalidade, nomenclatura das pranchas e das suas partes constituintes, tipos de pranchas para turismo, aprendizagem e competição, o fato isotérmico. Técnicas de aproximação ao mar, remada na prancha, o deslize deitado e o deslize em pé, passagem da posição da posição de deitado para a posição de pé, o equilíbrio em pé e as viragens. Normas e regras de segurança específicas da modalidade.

Metodologias

As atividades previstas terão um caráter presencial, em sessões teóricas e práticas num total de 25 horas de duração. As atividades terão um carater predominantemente prático, com 20 horas previstas para esta componente e 5 horas previstas para uma componente teórica (expositiva/demonstrativa) Nas sessões práticas serão utilizadas os materiais próprios e específicos das modalidades. A componente teórica recorrerá a conteúdos multimédia para melhor abordar as temáticas.

Avaliação

Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos centra-se em duas dimensões. A primeira relaciona-se com o percurso e o trabalho dos formandos ao longo do curso de formação, sendo considerado o nível de participação nas sessões e a realização das atividades propostas. A segunda pressupõe a elaboração de um trabalho de reflexão e avaliação dos conhecimentos adquiridos, partindo das reflexões, perspetivas inerentes à execução das atividades teóricas e práticas desenvolvidas nas sessões presenciais. Nesta conformidade, o regime de avaliação dos formandos segue as orientações e critérios do CFAE que preveem 40% para a participação e 60% para o trabalho produzido. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.

Bibliografia

Jimenéz, A. & Rodríguez, J. (2005). Piraguismo Recreativo. Editorial Wanceule.Moreira, M. (2009). SURF: Da Ciência à Prática. Edições FMH. http://www.fmh.utl.pt/indices/surfv.pdfSzanto, C. (2010). ICF Coaches Education Programme: canoe sprint coaching manual. Level 2 and 3. ICF publicationshttps://www.canoeicf.com/sites/default/files/icf_csp_coaches_manual_level_23_.pdf.


Observações

7/05/2026 – 18h às 20h – Apresentação 8/05/2026 – 14h às 18h – Desenvolvimento de conteúdos relativos ao Surf 9/05/2026 – 9h às 13:00h e das 14h às 17:00h - Desenvolvimento de conteúdos relativos ao Surf 15/05/2026 – 14h às 18h - Desenvolvimento de conteúdos relativos à Canoagem 16/05/2026 – 9h às 13:00h e das 14:00h às 18:00h - Desenvolvimento de conteúdos relativos à Canoagem - Todas as sessões práticas de Surf decorrerão nas instalações do Clube de Surf de Faro, sito na Praia de Faro (junto ao edifício da EB 1 da Praia de Faro); - Todas as sessões práticas da Canoagem decorrerão nas instalações do Centro de Formação Desportiva do AE Dr Francisco Fernandes Lopes, sito na Fuseta (junto à entrada do Parque de Campismo).

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-05-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial

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717

O UKULELE, DA WORD MUSIC AO POP ROCK - UM INSTRUMENTO MUSICAL PROMOTOR DE INCLUSÃO
Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M)

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M)

Escola E.B. 2/3 Dr. Neves Júnior - Sala EV1 do Bloco 1 - Faro

A Escola desempenha um papel fulcral nos processos de reconhecimento e inclusão da diversidade cultural, linguística, étnica e religiosa que compõem atualmente a nossa sociedade. A Educação Musical consiste numa disciplina privilegiada, para, através da prática de música de conjunto, promover a inclusão ...
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Ref. 560T1 Inscrições abertas até 30-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136271/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 08-05-2026

Fim: 23-05-2026

Regime: Presencial

Local: Escola E.B. 2/3 Dr. Neves Júnior - Sala EV1 do Bloco 1 - Faro

Formador

Carla Alexandra Gonçalves de Campos Nunes

Destinatários

Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M)

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo 250, 610 e do Ensino Especializado da Música (M).

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A Escola desempenha um papel fulcral nos processos de reconhecimento e inclusão da diversidade cultural, linguística, étnica e religiosa que compõem atualmente a nossa sociedade. A Educação Musical consiste numa disciplina privilegiada, para, através da prática de música de conjunto, promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos mais vulneráveis, particularmente dos descendentes de migrantes e de crianças e jovens ciganos/as. A integração e o sucesso educativo de todas as crianças e jovens, da educação pré-escolar ao ensino secundário, bem como o respeito pelas diferenças e o estabelecimento de relações positivas de interação e aproximação entre alunos/as e outros membros da comunidade educativa de diferentes culturas, encontram, na Educação Musical, um terreno fértil para a sua concretização. É neste contexto que o ukulele consiste num instrumento musical privilegiado para a inclusão. Este pequeno cordofone, desenvolvido no Havai a partir do cavaquinho levado por emigrantes madeirenses, no séc. XIX, é um instrumento disseminado por todo o mundo e que tem utilizado para unir comunidades. Associado à interpretação de repertório das Músicas do Mundo incentiva os alunos as conhecer os conceitos de identidade e pertença, culturas, pluralismo e diversidade cultural. Quando associado ao repertório Pop-Rock (que frequentemente une os alunos em torno de preferências musicais comuns), fomenta o sentido de pertença na diversidade, atrás dos afetos. Desse modo, as canções cantadas e acompanhadas no ukulele contribuem para a construção de uma identidade coletiva baseada no pluralismo cultural.

Objetivos

• Desenvolver modelos alternativos de educação musical e práticas artísticas diversificadas e inovadoras; • Valorizar o papel da Educação Artística como forte potenciador do desenvolvimento pleno do sujeito, nas suas relações com os outros, relacionando a música com as outras áreas do saber. • Desenvolver um conjunto de referentes, através de atividades especificas, que promovam uma pedagogia ativa centrada na criação, na experiência e na exploração do mundo envolvente, bem como na interpretação musical, privilegiando a voz, o corpo e os instrumentos musicais • Desenvolver metodologias e estratégias de ensino específicas e inovadoras na área da Música recorrendo a meios, materiais, dispositivos e instrumentos, com diversidade sonora/musical e expressiva. • Conhecer o funcionamento do ukulele (afinar, selecionar e colocar cordas); • Conhecer e aplicar técnicas elementares, acordes e respetivas inversões; • Interpretar e harmonizar canções do repertório tradicional português, da World Music e do Pop Rock; Refletir sobre a criação de projetos artístico-musicais em contexto escolar a partir da prática musical do ukulele.

Conteúdos

Representação e contextualização (2 h) • Música para todos e a transversalidade do currículo; • O papel da Música na promoção da igualdade, da não discriminação e do reforço da coesão social • A interculturalidade no grupo infantil. Trabalhar as diferenças e reconhecer o seu potencial de enriquecimento mútuo. • A Música e a promoção do sentido de pertença na diversidade, através dos afetos. • A multiplicidade da Música (géneros/estilos), a sua relevância e transversalidade com outras áreas do saber. Contextos Musicais - Música, sociedade, cultura e história (2h) • Reflexão sobre os contextos educativos • Audição e análise de peças musicais, nacionais e internacionais, com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas; • Repertório musical e contexto sociocultural: escolha de peças musicais, nacionais e internacionais, para escuta orientada A voz (4 h) • A voz como instrumento: importância e cuidados (relaxamento, respiração e vocalizos) • Metodologias e técnicas de ensino de canções: pedagogia musical ativa; • Técnicas de execução e de interpretação musical (voz falada e cantada) e música de conjunto; Interpretação – voz, corpo e instrumentos (8h) • Técnicas de interpretação e prática de musical de conjunto: vocal, corporal e instrumental. • O acompanhamento de canções com ukulele – técnicas e acordes. • Afinação, escolha e colocação de cordas (a corda G grave) • Leitura de escrita musical em tablaturas • Acordes principais e suas inversões • Ritmo, Harmonia e sincronicidade; • Técnicas de strumming, fingerstyle e fingerpicking • Acompanhamentos aplicados a repertório da World Music e do Pop-Rock • Músicas tradicionais tocadas com melodia, harmonia e ritmo. Recursos educativos (4 h) • Construção de recursos musicais educativos com repertório multicultural: música cigana, brasileira, ucraniana, indiana, de países africanos e orientais (consoante os contextos das escolas de proveniência dos formandos) • Propostas de Projetos artísticos e musicais nas escolas Reflexão e exposição de propostas de trabalho (4 h) • Apresentação de propostas de recursos educativos que reflitam os conteúdos abordados na ação. • Os conteúdos são expostos no decurso da apresentação com uma sequência de recursos, materiais, dispositivos e instrumentos para a prática educativa, bem como menção às aprendizagens essenciais que pretendem desenvolver e respetiva metodologia de aplicação, na sala de aula. • Neste enquadramento, a apresentação do conjunto dos recursos educativos é acompanhada pelos procedimentos necessários à sua produção, manuseamento a aplicação em contexto escolar. Reflexão conjunta sobre as propostas apresentadas (auto e hétero-avaliação)

Metodologias

O curso de formação, com um total de 25 horas presenciais, contará com sessões de carácter teórico-prático, com explicação didático-pedagógica de cada conteúdo, seguindo-se exercícios em pequeno e grande grupo. Ao longo da formação, pretende-se que cada formando construa o seu próprio corpus de recursos, aplicando-a ao seu contexto pessoal, da seguinte forma: • Partilha, pelos participantes, das suas experiências profissionais, discutindo-se os vários modelos de desenvolvimento curricular em Música (teórico-prática); • Abordagem do desenvolvimento musical na infância com partilha de recursos (teórico-prática); • Partilha das propostas de recursos musicais elaborados pelos formandos (prática); • Autoavaliação do formando - (prática); • Avaliação - com privilégio do diálogo como forma de consciencialização e de mudança do grupo/individuo (prática). • Atividades: Escolha e seleção de canções e cantos rítmicos de acordo com a faixa etária e o desenvolvimento musical dos alunos.

Avaliação

Na avaliação dos/as formandos/as será dado cumprimento às determinações legais, nomeadamente os nºs 1 a 4 e 7 a 9 do artigo 4º do Despacho nº 4595/2015 do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, publicado no Diário da República, 2ª Série, Nº 87, de 6 de maio, e ao Regulamento para acreditação e creditação de ações de formação contínua, de 9 de maio de 2016, do CCPFC. • Participação nas atividades e realização das tarefas propostas - 50% • Recursos musicais elaborados e respetivo guião de aplicação na prática letiva - 50% A avaliação é formalizada numa escala de 1 a 10 com a menção qualitativa de: • 1 a 4,9 valores – Insuficiente • 5 a 6,4 valores – Regular • 6,5 a 7,9 valores – Bom • 8 a 8,9 valores – Muito Bom 9 a 10 valores – Excelente

Bibliografia

Ciavatta, L. (2012) O Passo: música e educação. Rio de Janeiro: Edição do autor.Gordon, E. (2000). Teoria da Aprendizagem Musical: Competências, Conteúdos e Padrões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.Naranjo, F. J. R. (2008). Percusión corporal en diferentes culturas. Música y Educación, 76, 46-96.Wuytack, J., e Palheiros, G. B. (2013/14/15). Pedagogia musical (Vol. 1, 2 e 3) . Porto: Associação Wuytack de Pedagogia Musical3c_educacao_musical.pdf (mec.pt) 2c_educacao_musical.pdf (mec.pt) https://cidadania.dge.mec.pt/sites/default/files/pdfs/mosaico-intercultural.pdf https://cidadania.dge.mec.pt/projectos-e-iniciativas/interculturalidade https://cidadania.dge.mec.pt/interculturalidade https://www.lenga.pt/ https://www.cantarmais.pt/pt/ https://www.ukulele-tabs.com/uke-songs/genre/world-music,205.html Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória | Direção-Geral da Educação (mec.pt)


Observações

08/05 - 3h- 17h00 às 20h00 (6ª feira) 09/05 - 5h- 9h30 às 12h00 e 14h00 às 16h30(sábado) 15/05 - 3h- 17h00 às 20h00 (6ª feira) 16/05 - 5h- 9h30 às 12h00 e 14h00 às 16h30(sábado) 22/05 - 3h- 17h00 às 20h00 (6ª feira) 23/05 - 6h- 09h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00 (sábado)

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-05-2026 (Sexta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

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C-ACADEMY-CIBERSEGURANÇA: FORMAÇÃO E RECURSOS PARA PROFESSORES
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Online

Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais. Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos ...
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Ref. 619T1 Inscrições abertas até 04-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137982/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 11-05-2026

Fim: 23-06-2026

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Silvio Alexandre Rosa da Ponte

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Conhecimentos básicos em cibersegurança contribuem para um ambiente escolar mais seguro, onde tanto alunos quanto professores podem aprender e interagir mais preparados para as ameaças digitais. Os professores, como educadores de excelência, estão em posição privilegiada para garantir a segurança dos alunos, e isso inclui a proteção contra riscos cibernéticos. Com o aumento de ataques como phishing e malware, evitar cair em armadilhas que comprometam a segurança da escola e dos alunos é essencial. Num mundo digital em constante evolução, à medida que a tecnologia avança, conhecimentos em cibersegurança tornam-se fundamentais.

Objetivos

Os objetivos gerais desta formação serão o domínio de conceitos, de cenários de utilização, e formas de transmissão dos mesmos, recorrendo a materiais didáticos apelativos, de forma adequada ao nível de conhecimento do público-alvo. No final deverá existir um maior conhecimento sobre cibersegurança em geral, bem como uma maior consciência do comportamento de cada um, da sua presença na Internet e do uso que dela faz. São essenciais a interiorização dos valores éticos corretos, da privacidade que é adequada e necessária, a vigilância permanente que se exige, para que se possa ter uma presença adequada nas redes sociais. Questões (aparentemente) triviais como criação e proteção de palavras-chave (passwords), privacidade no correio eletrónico, denúncia de ciberbullying, são exemplos de questões que passarão a ser certamente mais claras depois da frequência desta formação.

Conteúdos

Ciberespaço e Cultura de Cibersegurança (4 horas) - Conceitos Básicos de Cibersegurança - A utilização do Ciberespaço - Engenharia Social Ciber-higiene (6 horas) - Normas e procedimentos de utilização das tecnologias da informação - Políticas Seguras nas Escolas - Práticas Seguras nas Escolas Cibersegurança em Ambientes Colaborativos (2,5 horas) - Ambientes colaborativos - Partilhas, permissões, comunicação e colaboração em rede Ética na Cibersegurança (3,5 horas) - Boas práticas e cumprimento da lei - Partilha de conteúdos e copyright - Ciberbullying Dados Pessoalmente Identificáveis e Sensíveis (6 horas) - Tipos de dados - Ciclo de dados - Estratégias de pesquisa e gestão do conhecimento

Metodologias

A formação será ministrada à distância, em formato síncrono, para permitir a discussão, troca de ideias e dinâmicas de aprendizagem com o formador e entre pares. Após a apresentação dos conceitos serão sempre apresentadas ferramentas, questões tipo, cenários de estudo, que possam servir como exemplos de aplicabilidade concretos, estruturados de acordo com os níveis de público. A formação inclui um extenso e atualizado portfolio de ferramentas já disponíveis de variados autores, e ainda uma versão inicial de materiais a utilizar pelos professores e ainda de um jogo. Cada um deles é passível de ser completado de forma mais personalizada por cada professor, no sentido de o adaptar à envolvente sócio-cultural da sua escola, o que será objeto de avaliação final.

Avaliação

A avaliação dos formandos será baseada, de acordo com o Estatuto da Carreira Docente, numa escala de 1 a 10 valores, mediante o seu desempenho nas sessões conjuntas e na avaliação individual dos trabalhos produzidos. A avaliação final da ação será feita mediante o preenchimento de um inquérito pelos formandos, elaborado pelo Centro de Formação para a Avaliação Final da Ação e análise dos mesmos juntamente com alguns itens referidos no relatório do formador.

Bibliografia

​ Centro Internet Segura, Guia para uma Internet Segura, eBook_CIS_vF2.pdfEstudo sobre a Educação para a Cibersegurança no Ensino Básico e Secundário. CNCS, 2024 https://www.cncs.gov.pt/docs/estudo-ensino-bas-sec-obcibercncs.pdf​Mastering Cyber Hygiene: A Practical Guide for Individuals: A Practical Guide for Individuals. NOTION PRESS MEDIA PVT LTD, 2024. ISBN: 9798894156774​CNCS(2020), Relatório cibersegurança em Portugal: Ética & Direito, ​ https://www.cncs.gov.pt/docs/relatorio-eticadireito2020-observatoriociberseguranca-cncs.pdf​ ​Van Puyvelde, Damien, and Aaron F. Brantly. Cybersecurity: politics, governance and conflict in cyberspace. John Wiley & Sons, 2024.​ ​


Observações

11/05 , 12/05 , 25/05, 26/05 - 17h00 às 19h00 - 2 horas 01/06 , 02/06, 08/06 , 09/06 , 15/06 e 16/06 , 22/06 - 17h00 às 19h00 - 2 horas 23/06 - 17h00 às 20h00 - 3 horas

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-05-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online síncrona

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À CONVERSA COM TÂNIA GANHO: ESCREVER E TRADUZIR NA ERA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Biblioteca Municipal de Faro

Tânia Ganho propõe uma conversa em que traça o seu percurso de escritora e tradutora, enfatizando o que mudou nesses 25 anos de carreira e os desafios que todos nós, em geral, enfrentamos na era da Inteligência Artificial (IA). A autora lançará ainda o desafio de uns exercícios práticos, em que os ...
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Ref. 6341 Inscrições abertas até 15-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: 634

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 20-05-2026

Fim: 20-05-2026

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal de Faro

Formador

Paulo Roberto Nóbrega Serra

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa/Biblioteca Municipal de Faro

Enquadramento

Tânia Ganho propõe uma conversa em que traça o seu percurso de escritora e tradutora, enfatizando o que mudou nesses 25 anos de carreira e os desafios que todos nós, em geral, enfrentamos na era da Inteligência Artificial (IA). A autora lançará ainda o desafio de uns exercícios práticos, em que os participantes podem recorrer à IA como "assistente" de escrita e de tradução. Por fim, a escritora e tradutora proporcionará um momento para debater o conceito de "autoficção", quer em relação à sua escrita, quer em relação a autoras que traduz, como Annie Ernaux, Leïla Slimani, Anaïs Nin, Siri Hustvedt, etc. Tânia Ganho dedica-se à tradução literária há 25 anos, tendo vertido autores como Amor Towles, Annie Ernaux, Chimamanda Adichie, Elizabeth Strout, Hervé Le Tellier, Leïla Slimani, Maya Angelou, Siri Hustvedt, Toni Morrison e Yukio Mishima, entre muitos outros. É autora de vários romances, dos quais se destacam A Mulher-Casa (Porto Editora, 2012) e Apneia (Casa das Letras, 2020, e D. Quixote, 2024), semifinalista do Prémio Oceanos e finalista do Prémio Bertrand para o Melhor Livro de Ficção Lusófona. Apneia será em breve adaptado ao cinema pela produtora UKBAR, com o apoio do ICA. Tânia Ganho escreveu também um livro de memórias, O Meu Pai Voava (D. Quixote, 2024), finalista do Prémio Bertrand para Melhor Livro de Não-Ficção. O seu novo romance, Lobos (D. Quixote, junho 2025) recebeu o apoio de uma bolsa de criação literária da DGLAB/MC. Tânia Ganho dinamizou vários clubes de leitura, entre eles o da Biblioteca da Amadora e o da Livraria Buchholz, e é regularmente convidada para participar em festivais literários e para organizar oficinas de leitura, escrita e tradução. É voluntária no Centro de Recuperação do Lobo Ibérico.

Objetivos

A tradutora e escritora propõe dialogar com professores, educadores e público-geral sobre: - Analisar o modo como a nossa relação com a leitura e a nossa abordagem à leitura mudou imenso nos últimos anos; - Debater o papel do escritor, da biblioteca, das comunidades de leitores; - Questionar a forma como recorremos à IA na nossa escrita, no nosso trabalho, na maneira como elaboramos apresentações; - Refletir sobre o papel do tradutor, a atual relevância e pertinência do tradutor literário nos tempos que correm perante o facilitismo da inteligência artificial; - Considerar como podemos usar a IA a favor do trabalho de tradução, de escrita ou mesmo de ensino, em vez de nos deixarmos substituir por ela.

Conteúdos

Analisar como se processou a rápida evolução nos últimos anos da relação do leitor com a leitura e a abordagem à leitura; Debater o atual papel do escritor, da biblioteca e das comunidades de leitores; Questionar a forma como se pode recorrer à IA na escrita e no trabalho; Refletir sobre o atual papel, relevância e pertinência do tradutor literário face à IA; Descobrir como tirar partido das ferramentas da IA a favor do trabalho de tradução, de escrita ou de formação e ensino.



INSCREVER-ME

CENTRO DE FORMAÇÃO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS DA RIA FORMOSA

CCPFC/ENT-AE- 1483/23

VALIDADE: 11.09.2026