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Legislação

Legislação

Consulte a legislação em vigor

 

 

 

 

 

 

                

                                                           

                           

   




 

DIVULGAÇÃO

747

SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (SIG) PARA A APLICAÇÃO DAS APRENDIZAGENS ESSENCIAIS DO ENSINO DA GEOGRAFIA
Professores do Grupo 420

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Professores do Grupo 420

e-learning

As tecnologias geoespaciais, como o GPS e os SIG, desempenham um papel fundamental no ensino da Geografia e permitem o desenvolvimento de competências, no contexto da análise geoespacial e criação recursos cartográficos digitais, sendo o motor para promover a integração dos alunos em temas e assuntos do ...
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Ref. 569T1 Inscrições abertas até 2026-09-09 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136431/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-11-10

Regime: e-learning

Local: e-learning

Formador

Luis Correia Antunes

Destinatários

Professores do Grupo 420

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 420.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

As tecnologias geoespaciais, como o GPS e os SIG, desempenham um papel fundamental no ensino da Geografia e permitem o desenvolvimento de competências, no contexto da análise geoespacial e criação recursos cartográficos digitais, sendo o motor para promover a integração dos alunos em temas e assuntos do nosso quotidiano. Estas ferramentas permitem a recolha de dados de campo, visualização, sobreposição, caracterização e análise num ambiente geoespacial e permite a criação de mapas personalizados. Hoje em dia, com a quantidade de dados geográficos gratuitos existentes na Internet, estas tecnologias podem ser um manancial de informação para os professores, desde que sejam capacitados para tal. São ainda um verdadeiro estimulo para os alunos para o consolidar seu conhecimento, competências, valores e atitudes positivas em relação ao mundo que as rodeia. Ao trabalhar com informações geoespaciais, são desafiados a analisar e interpretar dados, fazer perguntas pertinentes e tomar decisões com base no conhecimento. No decorrer da formação serão utilizados dados abertos ou gratuitos de sítios de internet como o Dados.gov.pt e GeoData das Nações Unidas, entre outros, promovendo a reutilização responsável de dados públicos. Será usado um programa SIG de código aberto QGis, não hipotecando, assim, o uso e disseminação desta tecnologia nas escolas. Os conteúdos da formação pretendem capacitar os professores na implementação das Aprendizagens Essências para o ensino da Geografia.

Objetivos

- Familiarizar os formandos em conceitos básicos teóricos de cartografia e SIG e de ferramentas de tecnologia geoespacial; - Capacitar os professores no manuseamento e aplicação dos SIG em contexto educativo, permitindo a aplicação das aprendizagens essenciais do 3º ciclo e secundário; - Promover trabalho geocolaborativo, com a partilha de conteúdos cartográficos; - Criar conteúdos cartográficos próprios e adaptar e reutilizar conteúdos cartográficos de colegas ou existentes na Internet, permitindo a utilização destas ferramentas em contexto de sala de aula de uma forma autónoma; - Analisar os dados geográficos de uma forma crítica, estimulando os alunos para uma reflexão em relação ao mundo que os rodeia.

Conteúdos

- Introdução aos SIG e Cartografia: - Conceitos teóricos de SIG e Cartografia; - Repositório de dados geográficos de acesso livre nacionais (Sistema Nacional de Informação Cartográfico –SNIC - e Dados Abertos - dados.gov.pt) e internacionais (United Nations Geospatial Hub - geoservices.un.org); - Iniciação ao QGis - Instalação e configuração do programa QGis; - Criação de um projeto SIG - Importação de informação geoespacial - Criação de camada de dados geográficos - Vetorização - Análise e processamento de informação geográfica - Geocodificação de endereços - Importação de dados GPS - Análise espacial - Geoprocessamento - Simbologia e visualização - Cartografia - Fundamentos de Cartografia - Criação de um layout

Metodologias

A formação a ministrar será maioritariamente prática, dividida por diversas plataformas e recursos digitais de geografia, todas gratuitas e de acesso livre e, algumas, de código aberto: Google Maps, Google Street View, QGis, GPS entre outros, priorizando a reutilização de dados geográficos aberto e criação de próprios dados. No final da formação, cada formando terá oportunidade de apresentar o tema de um recurso cartográfico escolhido e criado no decorrer da formação, com uma reflecção crítica através de uma planificação didáticas e propostas de atividades, ajustando o seu uso em ambiente de sala de aula e/ou no ensino da geografia enquadrado nas aprendizagens essenciais. As sessões online em tempo real são antecedidas do anúncio prévio dos objetivos, do tópico de discussão, do formato, sendo que todas as sessões versarão sobre os conteúdos previstos para esta ação. No final de cada sessão, os formandos terão oportunidade de apresentar os trabalhos realizados, com uma reflexão crítica sobre a sua aplicação nas aprendizagens essenciais para o ensino da Geografia para o 3º ciclo e secundário.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação será contínua e formativa. A classificação final a atribuir aos formandos resultará dos seguintes parâmetros e critérios de classificação: - Participação na ação (qualidade dos contributos); - Observação direta feita pelo formador tendo como base a participação e desempenho dos formandos na realização dos trabalhos; - Relatório elaborado pelo formando a entregar ao formador após o término da formação, com reflecção crítica da aplicação dos SIG como apoio à aplicação das aprendizagens essenciais, através de uma planificação didáticas e propostas de atividades; - Mapa final sobre um determinado tema à escolha por parte do formando.

Bibliografia

Antunes, Luís. Google Earth na Sala de Aula, Areal Editores, 2013Longley, Paul, et Al. Sistemas e Ciência da Informação Geográfica, Bookman, 2012Menke, K. Discover QGIS 3.x - Second Edition, Locate Press, 2022


Observações

15/09, 22/09, 29/09, 06/10, 13/10, 20/10, 27/10 (17h30 às 20h30) 10/11 - 17h30 às 21h30

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-09-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME

747
827

ATUALIZAÇÃO E APROFUNDAMENTO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO NO ENSINO DE FISICA E QUÍMICA
Professores do grupo de recrutamento 510

Curso

 

25.0 horas

 

b-learning

 

Professores do grupo de recrutamento 510

Olhão

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se ...
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Ref. 598T1 Inscrições abertas até 2026-09-10 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-129070/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-15

Fim: 2026-10-22

Regime: b-learning

Local: Olhão

Formador

Emanuel Fernandes Bettencourt dos Santos

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 510

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 510.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Física e Química, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

• Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); • Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; • Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; • Promover o ensino prático e experimental com recurso a diferentes materiais.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 - Ondas e Eletromagnetismo: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais/laboratoriais com recurso a novas tecnologias em alternativa aos equipamentos existentes nos laboratórios. Módulo 3 - Eletricidade e Fenómenos Elétricos: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos eletricidade e magnetismo. Planificação de atividades experimentais de eletricidade e fenómenos elétricos. Modulo 4 - Energia, fenómenos térmicos e radiação: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos associados ao tema. Transição energética e a utilização sustentável de recursos. Planificação de atividades experimentais sobre fenómenos térmicos e radiação. Módulo 5 - Luz e Som: Abordagem experimental (5 horas) Análise dos conceitos e leis associados ao tema. Planificação de atividades experimentais com materiais e equipamentos de baixo custo. Módulo 6 - Reações químicas: implicações na sustentabilidade (5 horas) Abordagens de reações químicas à microescala e com recurso a reagentes alternativos. Os novos materiais e os desafios da sociedade Atual. Novas tecnologias no ensino das ciências experimentais: IA / Programas de análise da estrutura molecular. Planificação de procedimentos experimentais que garantam a sustentabilidade social, económica e ambiental. Módulo 7 – Clima, Alterações climáticas e Desenvolvimento Sustentável: interpretação com base na Física e na Química (5 horas) A importância da Física e da Química na análise das alterações climáticas. Propostas de articulação interdisciplinar. Planificação de atividades práticas e experimentais. Módulo 8 – Manuseamento e descarte de reagentes de laboratório. (5 horas) Segurança e Gestão de Resíduos no Laboratório (antes, durante e após as aulas laboratoriais). Seleção de reagentes (questão económica e ambiental). Boas práticas na proteção do ambiente e na sustentabilidade do Planeta Módulo Final - (2,5 horas) – Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

O curso é constituído por 9 módulos (2 obrigatórios e 7 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais Os 4 módulos a selecionar de entre os 7 módulos opcionais, têm cada um deles 2,5 horas presenciais e 2,5 horas síncronas. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: • Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo • Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfJacinto, Vitor (2017). “Laboratório” de eletricidade e magnetismo – uma abordagem prática de alguns conceitos de eletricidade e de magnetismo na sala de aula. FCT Universidade Nova de Lisboa. https://run.unl.pt/bitstream/10362/29906/1/Jacinto_2017.pdfPinto, Vitor (2011). Actividades elementares sobre som e luz. Tese de mestrado da Universidade da Beira Interior https://ubibliorum.ubi.pt/bitstream/10400.6/2496/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20-%20Actividades%20elementares%20sobre%20som%20e%20luz.pdf


Observações

Horário: Das 17h30 às 20h00 (duração 2h30) Presenciais: 15/09 22/09 29/09 06/10 13/10 22/10 On-line Síncrona 25/09 01/10 08/10 15/10


INSCREVER-ME

827
776

ENTRE O JOGO E A GAMIFICAÇÃO EM HISTÓRIA
200 - Português e Estudos Sociais/ História 400 - História

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos grupos 200 e 400

Faro - Escola Tomás Cabreira

O Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular e os DL n.º 54/2018 e n.º 55/2018 exigem uma prática pedagógica centrada nos alunos e no desenvolvimento das aprendizagens essenciais. O recurso à gamificação implica utilizar conceitos do design de jogos e aplicá-los na aprendizagem. Para a construção ...
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Ref. 500T1 Inscrições abertas até 2026-09-10 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130194/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-17

Fim: 2026-11-05

Regime: Presencial

Local: Faro - Escola Tomás Cabreira

Formador

Maria Cristina Barcoso Lourenço

Destinatários

Professores dos grupos 200 e 400

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 200 e 400. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 200 e 400.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular e os DL n.º 54/2018 e n.º 55/2018 exigem uma prática pedagógica centrada nos alunos e no desenvolvimento das aprendizagens essenciais. O recurso à gamificação implica utilizar conceitos do design de jogos e aplicá-los na aprendizagem. Para a construção de recursos, seleccionámos ferramentas digitais com características de gamificação que podem ser utilizadas para captar a atenção dos alunos, motivá-los na realização de tarefas e auxiliá-los na compreensão dos conteúdos. A gamificação torna os alunos mais atentos aos desafios, premiando o seu progresso. Facilita a interação, cria canais de comunicação, permite feedback instantâneo e a partilha. O professor poderá criar momentos desafiadores, divertidos e envolventes para os alunos, proporcionando uma experiência de aprendizagem mais significativa

Objetivos

• Desenvolver atividades pedagógicas gamificadas. • Criar recursos digitais gamificados. • Integrar dinâmicas e mecanismos de gamificação em processos educativos, como classificações, pontos, troféus, entre outros. • Promover o uso das tecnologias digitais nas aprendizagens dos alunos; • Promover aprendizagens significativas. • Incentivar uma prática pedagógica que transforme os alunos de consumidores em construtores digitais. • Promover a autorregulação da aprendizagem através de práticas gamificadas. • Criar um repositório de recursos digitais gamificados para a História e História e Geografia de Portugal.

Conteúdos

O que é a gamificação? Conceitos, História, exemplos. A motivação e a diversão. O que faz de um jogo um jogo? Apresentação de ferramentas para gamificação: Genially, Quizizz, Thinglink, Wordwall, Kahoot, Canva, Google Forms e Baamboozle. Boas práticas: construção de recursos digitais gamificados. Gamificação na educação: aprendizagem, avaliação e classificação. Críticas e riscos. Sessão 1 Apresentação dos formandos e formadoras. O que é a gamificação? Conceitos, história, exemplos. O que faz de um jogo um jogo? A motivação e a diversão. Gamificação na educação: aprendizagem, avaliação e classificação. Críticas e riscos. Debate. Sessão 2 Apresentação e exploração das ferramentas para gamificação: Wordwall e Baamboozle. Inscrição nas plataformas. Boas práticas - Gamificação de um conteúdo / aprendizagem com recurso ao Wordwall e / ou Baamboozle. Partilha dos recursos produzidos e inserção no Repositório. Sessão 3 Apresentação e exploração da ferramenta para gamificação: Kahoot e Quizizz. Inscrição na plataforma. Boas práticas - Gamificação de um conteúdo / aprendizagem com recurso ao Kahoot e /ou Quizizz. Partilha dos recursos produzidos e inserção no Repositório. Sessão 4 Apresentação e exploração da ferramenta para gamificação: Genially (Quizzes e Enquetes). Inscrição na plataforma. Boas práticas - Gamificação de um conteúdo / aprendizagem com recurso ao Genially. Partilha dos recursos produzidos e inserção no Repositório. Sessão 5 Exploração da ferramenta para gamificação: Genially (Jogos e desafios - Escape room). Boas práticas - Gamificação de um conteúdo / aprendizagem com recurso ao Genially. Partilha dos recursos produzidos e inserção no Repositório. Sessão 6 Apresentação e exploração das ferramentas para gamificação: Canva e Google Forms. Inscrição nas plataformas. Boas práticas - Gamificação de um conteúdo / aprendizagem com recurso às plataformas Canva e / ou Google Forms. Partilha dos recursos produzidos e inserção no Repositório. Sessão 7 Apresentação e exploração da ferramenta para gamificação: Thinglink, Inscrição na plataforma. Boas práticas - Gamificação de um conteúdo / aprendizagem com recurso ao Thinglink. Partilha dos recursos produzidos e inserção no Repositório. Sessão 8 Discussão sobre os trabalhos construídos ao longo da formação. Reflexão sobre a utilização dos recursos na prática pedagógica dos formandos.

Metodologias

As atividades realizam-se em sessões presenciais, teórico/práticas. Terão caráter predominantemente prático, antecedidas de um momento expositivo/demonstrativo para apresentação, análise e discussão das plataformas de gamificação. A metodologia centrar-se-á na realização de tarefas (construção de recursos digitais gamificados) relacionadas com as aprendizagens essenciais.

Avaliação

No que se refere à avaliação dos formandos, será efetuada em regime de continuidade do desempenho dos mesmos, incidindo na participação e trabalho produzido nas sessões presenciais. No final da formação, os formandos serão avaliados individualmente, de acordo com a qualidade dos recursos produzidos, expressa nos documentos apresentados e durante a sua apresentação/ discussão em plenário. A avaliação final da formação expressa-se de acordo com a escala quantitativa de 1 a 10 valores, acompanhada uma menção qualitativa (Insuficiente; Regular, Bom, Muito Bom e Excelente), tal como consta no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio. Parâmetros avaliáveis: participação nas sessões: 25%; produto de formação 65%; reflexão final 10%.

Bibliografia

Relvas, Maria de Jesus Pereira, Alda - Gamificação e educação online: uma experiência na área das humanidades. http://hdl.handle.net/10400.2/10658Ghisleni, Taís Steffenello - Gamificação como estratégia de ensino em História, 2021, Disciplinarum Scientia - Ciências Sociais Aplicadas.https://www.academia.edu/76943755/Gamifica%C3%A7%C3%A3o_como_estrat%C3%A9gia_de_ensino_em_Hist%C3%B3riaCouto, Ana Leonor Cabahug de CastroProposta de uma narrativa gamificada para o Museu Monográfico de Conímbriga http://hdl.handle.net/10400.2/14094


Observações

17/09 ; 24/09 ; 01/10 ; 08/10 ; 15/10 ; 22/10 ; 29/10 (Todas as Quintas-feiras das 17h30 às 20h30) 05/11 - 5ª feira - 17h30 às 21h30

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 17-09-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

776
748

SOFTWARE E RECURSOS LIVRES - APPS INCLUSIVAS
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Professores do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básicos e Secundário, Educação Especial e Educadores de Infância

Local a definir

O Decreto-Lei n.º54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da educação inclusiva, da educação pré-escolar ao ensino secundário e as linhas orientadoras do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), que conforme Zerbato e Mendes (2018) consiste na elaboração de estratégias para a ...
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Ref. 589T1 Inscrições abertas até 2026-09-15 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137582/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-09-22

Fim: 2026-11-17

Regime: e-learning

Local: None

Formador

Maria de Fátima Lopes Borralho

Destinatários

Professores do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básicos e Secundário, Educação Especial e Educadores de Infância

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básicos e Secundário, Educação Especial e Educadores de Infância. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da educação inclusiva, da educação pré-escolar ao ensino secundário e as linhas orientadoras do Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), que conforme Zerbato e Mendes (2018) consiste na elaboração de estratégias para a acessibilidade de todos, prevê que as opções metodológicas tomadas deverão ter como base o DUA, partindo do princípio que a escola é um local onde todas as crianças e jovens têm o direito a ter um atendimento e uma educação de qualidade, onde se procura garantir que o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória seja atingido por todos, ainda que através de percursos diferenciados, que permitem a cada um progredir no currículo com vista ao seu sucesso educativo. As atividades desenvolvidas no âmbito dos Centros de Recursos de Tecnologias de Informação e Comunicação para a Educação Especial (CRTIC), para além da avaliação dos alunos, têm como prioridade a formação de professores tanto a nível de uma melhor aplicação das soluções recomendadas/prescritas aos seus alunos como a nível de uma maior autonomia na produção de produtos de apoio gratuitos e/ou de baixo custo, numa relação direta com os conteúdos inerentes a cada um (professores de todos os grupos de docência, de todos os níveis de ensino e de educação especial).

Objetivos

A escola inclusiva pressupõe a transformação da realidade escolar de forma holística, passando, segundo Capellini e Fonseca (2017), não só por mudanças físicas ou curriculares, mas sobretudo pela implementação de dinâmicas mais diversificadas na sala de aula. Existem inúmeros recursos livres para planeamento de aulas e construção de atividades pedagógicas a que se pode aceder com facilidade. Algumas ferramentas estão mais orientadas para a construção de cursos, outras para o planeamento de aulas, outras para a construção de atividades pedagógicas de diferente natureza. O objetivo geral deste curso é a sensibilização dos profissionais para estes conteúdos, através da exploração de aplicações (APPs) livres para a inclusão de alunos e da produção e partilha de recursos, práticas educativas, estratégias e metodologias.

Conteúdos

Componente síncrona: Apresentação da ação e seu funcionamento; Divulgação dos serviços e da atividade dos Centros de Recursos de Tecnologias Informação e Comunicação para a Educação Especial (CRTIC) - centros prescritores de produtos de apoio do Ministério da Educação; Conceito de produto de apoio de software livre, opensource, licenças e acessibilidade de software livre, acessibilidade Web; APPs especiais; Construção de recursos educativos adaptados, com base nas aplicações apresentadas e exploradas; Trabalho prático e apresentação em grande grupo. Componente assíncrona: Aplicação, dos recursos construídos no decurso do curso, individualmente ou em grupo, nas aulas/escola; Reflexão crítica e interativa sobre os trabalhos realizados durante o curso, a debater nas sessões síncronas; Preparação do trabalho de grupo a apresentar ao grupo turma na última sessão síncrona.

Metodologias

Metodologia teórico-prática, combinando momentos de exposição com reflexão participada a partir de tarefas realizadas individualmente e/ou em grupo. Três etapas fundamentais: 1. Componente síncrona conjunta, para abordar conteúdos teórico-práticos do curso e a orientação para implementar atividades práticas. Avaliação contínua ao longo das sessões, com regulação interativa dos projetos em curso na sessão. Os produtos pedagógicos resultarão do trabalho individual/ conjunto assentando na inovação pedagógica, a par com a excelência científica, com o acompanhamento da formadora (15 horas síncronas); 2. Componente de trabalho autónomo, com vista à conceção, implementação e avaliação de metodologias e/ou construção de materiais pedagógicos; Reflexão sobre os trabalhos realizados a debater nas sessões síncronas; Trabalho de grupo a apresentar ao grupo (7 horas assíncronas); 3. Última sessão síncrona apresentação dos trabalhos de grupo e balanço da sua aplicação e importância no desenvolvimento dos alunos (3 horas síncronas).

Avaliação

De acordo com o RJFCP – Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho de grupo, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário.

Bibliografia

Capellini, V. e Fonseca, K. (2017). A Escola Inclusiva: seus pressupostos e movimentos. Revista Brasileira Psicologia e Educação, 19 (1), 107-127. DOI: 10.30715/rbpe.v19.n1.2017.10824Carvalho, A. A. (2018). Formação Docente na era da Mobilidade: metodologias e aplicativos para envolver os alunos rentabilizando os seus dispositivos móveis. Tempos e Espaços em Educação, v. 11, n. 01, Edição Especial, 25-36, dezembro. Recuperado de https://seer.ufs.br/index.php/revtee/article/view/10047Lei n.º116/2019. (2019). Primeira alteração ao Decreto Lei n.º 54/2018 de 6 de julho. Diário da República, 1.ª Série. N.º 176 (19-09-13), 12-35.Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação (DGE) (2018). Para uma Educação Inclusiva: Manual de Apoio à Prática. Recuperado de https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdfZerbato, A. P. & Mendes, E. G. (2018). Desenho universal para a aprendizagem como estratégia de inclusão escolar. Educação Unisinos, 22 (2), 147-155. Recuperado de http://revistas.unisinos.br/index.php/educacao/article/view/edu.2018.222.04/60746207


Observações

1ª Sessão: 22/09/2026 (3ªfeira - 17h00 às 19h00 - 2h Síncronas) 29/09 a 10/11 (Todas as 3ªs feiras - 17h00 às 19h00 - 2h Síncronas+1h Assíncrona) 17/11 (3ªfeira - 17h00 às 19h00 - 2h Síncronas)

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 22-09-2026 (Terça-feira) 17:00 - 19:00 2:00 Online síncrona

INSCREVER-ME

748
743

DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM: DESAFIOS E OPORTUNIDADES
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Faro - Escola Neves Júnior

O Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), modelo prático de atendimento à diversidade de necessidades educativas que, mediante uma planificação pedagógica continuada, visa aumentar as oportunidades de desenvolvimento de cada aprendente, constitui, a par da abordagem multinível, a principal opção ...
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Ref. 583T1 Inscrições abertas até 2026-09-15 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137399/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-23

Fim: 2026-11-11

Regime: Presencial

Local: Faro - Escola Neves Júnior

Formador

Maria de Fátima Lopes Borralho

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), modelo prático de atendimento à diversidade de necessidades educativas que, mediante uma planificação pedagógica continuada, visa aumentar as oportunidades de desenvolvimento de cada aprendente, constitui, a par da abordagem multinível, a principal opção metodológica do DL n.º 54/2018. Respondendo à necessidade de organização de medidas universais orientadas para a heterogeneidade da população discente, o DUA define-se como um modelo estruturante e norteador da ação educativa cujo propósito fundamental passa pela construção de ambientes de aprendizagem acessíveis e efetivos para todos (Meyer, Rose & Gordon, 2014). Esta abordagem educativa, ancorada nos princípios da flexibilidade curricular e na utilização de tecnologias digitais, visa melhorar o ensino e a aprendizagem através da participação de todos os alunos na classe regular, minimizando as barreiras existentes e maximizando o potencial de cada aprendente (Zerbato & Mendes, 2018).

Objetivos

Com esta ação de formação, pretende-se: - Capacitar os docentes para aprimorarem a qualidade da ação educativa, indo ao encontro das necessidades educativas de todos os alunos, diversificando as formas de apresentação e de exploração dos conteúdos curriculares; - Consciencializar os docentes para a importância da planificação de atividades pedagógicas inclusivas e diversificadas, que contemplem os vários tipos de aprendentes e que promovam mais oportunidades de participação; - Dar a conhecer estratégias que permitam operacionalizar os princípios básicos do DUA: (i) proporcionar múltiplos meios de representação; (ii) proporcionar múltiplos meios de ação e de expressão; (iii) proporcionar múltiplos meios de envolvimento. - Proporcionar o desenvolvimento de uma atitude profissional interveniente, autónoma e geradora de processos autoformativos.

Conteúdos

Módulo I - 5 horas 1.1. Apresentação da oficina de formação e organização dos trabalhos - Apresentação da metodologia de realização da ação; - Caracterização das práticas pedagógicas do grupo de formandos. 1.2. Enquadramento legislativo em Educação Inclusiva - Decreto-lei n.º 54/2018 (princípios orientadores, definições operacionais e medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão); - Opções metodológicas subjacentes ao DL n.º 54/2018: DUA e Abordagem Multinível; - Recursos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão; - Centro de Apoio à Aprendizagem: definição e linhas de atuação. Módulo II - 5 horas 2.1. Aspetos essenciais do DUA - Origem do conceito e historial; - Princípios do DUA: (1) Proporcionar múltiplos meios de representação; (2) Proporcionar múltiplos meios de ação e expressão; (3) Proporcionar múltiplos meios de envolvimento; - O funcionamento do cérebro e a aprendizagem; - As redes neuronais (de reconhecimento, estratégica e afetiva). 2.2. O desenho do currículo - (Re)desenhar o currículo em função do atendimento à diversidade; - As quatro componentes do currículo: objetivos, avaliação, métodos e materiais; - Flexibilidade curricular enquanto princípio orientador da gestão do currículo (que deverá ser aberto, flexível e acessível); - Apresentação de exemplos práticos e aplicação de conhecimentos. Módulo III - 4 horas 3.1. Diferenciação Pedagógica e individualização do ensino - Pedagogia diferenciada: diferenciação simultânea, sucessiva e variada; - Das acomodações às adaptações curriculares (componentes e domínios); - Adequação de processos, contextos, produtos e conteúdos. 3.2. Inteligência e estilos de aprendizagem - Teoria das inteligências múltiplas (tipos de inteligência e respetiva caracterização); - Escola tradicional versus escola inclusiva (da pedagogia magistral à aprendizagem ativa); - Estilos de aprendizagem: modelo de Kolb e modelo de Honey-Munford; - Dinâmicas de grupo (aplicação de conteúdos). Módulo IV - 3 horas 4.1. Estilos de aprendizagem e tipos de aprendentes - Modos de aprender e de processar a informação; - Tipos de aprendentes (visuais, auditivos e cinestésicos); - Estratégias de aprendizagem adequadas aos distintos tipos de aprendentes; - As TIC enquanto facilitador das aprendizagens; - Exercícios práticos e aplicação de conteúdos. Módulo V - 5 horas 5.1. Planificação da ação educativa - Pressupostos do DUA: identificação/seleção da informação a ser aprendida, aplicação de estratégias adequadas para a processar e envolvimento nas tarefas de aprendizagem; - Formulação de objetivos que respeitem as necessidades educativas dos alunos (singularidades, estilos, interesses, gostos, perfis e ritmos de aprendizagem); - Planificação conjunta e flexível de atividades (acessíveis, facilitadoras e potenciadoras de aprendizagens significativas); - Seleção de recursos a mobilizar para a consecução das atividades; - Estabelecimento de critérios de avaliação adequados à diversidade; - Aplicação prática dos conteúdos abordados. 5.2. Monitorização do planeamento e da intervenção - Criação de listas de indicadores (checkpoints), por referência aos objetivos traçados, que permitam monitorizar a planificação da intervenção e a própria intervenção; - Reflexividade na docência (funções da escola e dos docentes; importância de uma avaliação e de uma intervenção compreensivas; relevância do trabalho em equipa). Módulo VI - 3 horas 6. Apresentação de trabalhos e avaliação da oficina de formação.

Metodologias

Presencial: As sessões presenciais serão momentos de reflexão conjunta, a qual decorrerá não só dos conteúdos teóricos, de documentos e de materiais disponibilizados pela formadora, mas também dos relatos de práticas vivenciadas pelos professores nas suas turmas, da análise de situações específicas ou, ainda, do resultado da aplicação de materiais produzidos em trabalho autónomo. Serão utilizadas metodologias ativas que promovam a participação continuada dos formandos, valorizando-se a experiência pedagógica e a aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos durante a ação de formação. É com base neste aparato metodológico que os diferentes grupos irão realizar os trabalhos que, posteriormente, apresentarão ao grande grupo, privilegiando-se sempre a reflexão, o debate e a discussão de ideias. Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo será desenvolvido em contextos educativos, onde os formandos desenvolvem metodologias e práticas trabalhadas nas sessões presenciais, e concretizado através de um trabalho de natureza multidisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar, por forma a criar ambientes de aprendizagem inovadores e desafiantes.

Avaliação

A avaliação dos formandos decorre em conformidade com o Regime Jurídico da Formação Contínua, o n.º 2 do Artigo 46.º do ECD, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de janeiro, e a Carta Circular CCPFC – 3 – 2007 – setembro. A avaliação dos formandos terá incidência em: Critérios/Parâmetros Participação/contributos: Participação nas sessões (dinâmica da participação e qualidade das intervenções) e partilhas sobre o trabalho autónomo desenvolvido (30%). Trabalho final (em equipa): Conceção, desenvolvimento e avaliação de um episódio de aula (qualidade dos materiais produzidos), tendo como referência as estratégias e os conteúdos abordados na oficina (50%). Produção de uma reflexão final, a título individual (20%). A avaliação final, que terá em conta os referidos parâmetros/critérios de classificação, será traduzida numa classificação expressa na escala de 1 a 10 valores: insuficiente (1 a 4,9 valores), regular (5 a 6,4 valores), bom (6,5 a 7,9 valores), muito bom (8 a 8,9 valores) e excelente (9 a 10 valores).

Bibliografia

Melaré, D, Morais, C., Alves, P., & Miranda, L. (2016). Estilos de aprendizagem e inovação pedagógica. Santo Tirso: White Books.Meyer, A., Rose, D. H., & Gordon, D. (2014). Universal design for learning: Theory and practice. Wakefield: CAST Professional Publishing.Nunes, C., & Amaral, I. (2015). Desenho Universal para a Aprendizagem: Construindo práticas pedagógicas inclusivas. Da Investigação às Práticas, 5(2), 126-143.Pereira, F. (Org.) (2018). Para uma Educação Inclusiva. Manual de apoio à prática. Lisboa: Ministério da Educação – Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.Zerbato, A. P., & Mendes, E. (2018). Desenho universal para a aprendizagem como estratégia de inclusão escolar. Educação Unisinos, 22(2), 147-155.


Observações

1ª Sessão: 23/09/2026 - 4ªFeira -17h00-20h30 2ª Sessão: 30/09/2026 - 4ªFeira -17h00-20h00 3ª Sessão: 07/10/2026 -4ªFeira -17h00-20h00 4ª Sessão: 14/10/2026 - 4ªFeira -17h00-20h00 5ª Sessão: 21/10/2026 - 4ªFeira -17h00-20h00 6ª Sessão: 28/10/2026 - 4ªFeira -17h00-20h00 7ª Sessão: 04/11/2026 - 4ªFeira -17h00-20h00 8ª Sessão: 11/11/2026 - 4ªFeira -17h00-20h30

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 23-09-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

743
829

DA ESCOLA AO MUNDO DO TRABALHO DO FUTURO
Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Olhão

É indispensável responder às necessidades de formação dos docentes do ES profissional decorrentes do imperativo de assegurar uma educação de qualidade a todos os alunos, e do desafio de preparar os jovens para o mundo do trabalho do futuro. Estudos recentes sinalizam a urgência de atender às projeções ...
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Ref. 581T1 Inscrições abertas até 2026-09-17 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137247/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-09-24

Fim: 2026-12-10

Regime: Presencial

Local: Olhão

Destinatários

Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Enquadramento

É indispensável responder às necessidades de formação dos docentes do ES profissional decorrentes do imperativo de assegurar uma educação de qualidade a todos os alunos, e do desafio de preparar os jovens para o mundo do trabalho do futuro. Estudos recentes sinalizam a urgência de atender às projeções sobre o mercado de trabalho, nomeadamente através da gestão flexível do currículo, da renovação de programas e do fomento de abordagens centradas no aluno e baseadas em processos colaborativos intersectoriais. A legislação portuguesa permite operacionalizar as referidas estratégias, nomeadamente o PASEO e a AFC. Recentemente, as escolas secundárias com ensino profissional têm vindo a desenvolver esforços tendo em vista a implementação de CTE, para a modernização de infra-estruturas e equipamentos e, simultaneamente, para o alinhamento da oferta formativa a áreas profissionais emergentes e de futuro. A par dos CTE, merece destaque o processo de renovação do CNQ em curso. O novo CNQ reflete informação relativa a áreas profissionais emergentes e de futuro, tanto ao nível da estrutura das qualificações apresentadas quanto ao nível dos resultados de aprendizagem associados a cada qualificação. Assim, considera-se de extrema pertinência e muito oportuna a capacitação dos docentes do ensino profissional no que diz respeito à temática Da Escola ao Mundo do Trabalho do Futuro, propondo-se a utilização da técnica de Job Shadowing para esse efeito. Nos últimos anos tem vindo a ser utilizada com professores, a partir do reconhecimento do papel que estes desempenham no apoio ao desenvolvimento vocacional dos alunos; é o caso do Reino Unido, onde a técnica Job Shadowing assume a designação teachers encounters with employers and employees.

Objetivos

No final do Oficina de Formação, os formandos deverão ser capazes de: 1. Identificar as principais tendências associadas à transformação do mundo do trabalho ao nível local, regional, nacional e internacional. 2. Caracterizar o papel do docente do ensino secundário profissional no desenvolvimento vocacional dos alunos; 3. Identificar oportunidades para a intervenção vocacional por parte dos docentes do ensino secundário profissional ao nível da sala de aula, ao nível das equipas educativas e ao nível da organização escolar; 4. Elaborar, de forma contextualizada, proposta de intervenção vocacional a desenvolver por iniciativa dos docentes do ensino secundário profissional; 5. Reflectir de forma crítica sobre o papel da escola na preparação dos jovens para o trabalho e no apoio à transição para o mercado de trabalho.

Conteúdos

Sessão 1 (2h) – O ensino secundário profissional e o futuro do mundo do trabalho Sessão 2 (3h) – O papel do docente do ensino secundário profissional no desenvolvimento vocacional Sessão 3 (3h) – Operacionalização da atividade de Job Shadowing (preparação Sessão 4 (7h) – Atividade de Job Shadowing (experiência Sessão 5 (3h) – Apresentação dos relatórios da atividade de Job Shadowing (expressão Sessão 6 (3h) – Oportunidades para a intervenção vocacional no ensino profissional (reflexão e integração Sessão 7 (4h) – Apresentação dos trabalhos a realizar pelos formandos na componente autónoma.

Metodologias

Presencial: Em sessões plenárias faz-se: - Apresentação e discussão de conceitos - Preparação e reflexão da atividade do Job Shadowing Em contexto real de trabalho - Realização da atividade de Job Shadowing a pares Em sessões plenárias - Partilhar a experiência - Refletir sobre a experiência - Apresentação dos trabalhos finais Trabalho Autónomo: Na componente de trabalho autónomo os formandos serão convidados a elaborar uma proposta concreta de intervenção no ensino secundário profissional. Esta proposta de intervenção deverá reflectir as aprendizagens realizadas no âmbito da oficina de formação, podendo assumir a configuração de proposta a implementar ao nível da sala de aula, ao nível das equipas educativas ou ao nível da organização escolar.

Avaliação

De acordo com o RJFCP – Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Processo de Formação (25 %): Partilha de conhecimentos; Participação nas atividades das Sessões; Realização das tarefas propostas (2) Produto da formação (60%): trabalho final (Qualidade: Estrutura e Conteúdo; Aplicabilidade, pertinência e adequação pedagógica) (3) Reflexão crítica individual (15%)

Bibliografia

BLAKE, H., KASHEFPAKDEL, E. & HOOLEY, T. (2023). EVALUATION OF THE CAREERS & ENTERPRISE COMPANY’S TEACHER ENCOUNTERS PROGRAMME. Derby: International Centre for Guidance Studies, University of Derby.Hooley, T., Watts, A.G., Andrews, D. (2015). Teachers and Careers: The role of school teachers in delivering career and employability learning. Derby: International Centre for Guidance Studies, University of Derby.Petherbridge, J. (1996). Debriefing work experience: a reflection on reflection? British Journal of Guidance and Counselling, 24 (2), 243-257.Rice, S. & Hooley, T. (2024). How can and should secondary teachers be involved in building students’career knowledge and skills? A Delphy study of the expert community. Journal of Education and Work, 37 (5-6), 483-501.Nunes, L.C., Martins, P., Reis, P. & Thomas, T. (2025). A expansão dos cursos profissionais em Portugal: que impacto na educação, no emprego e no empreendedorismo? Policy Paper, Fundação Francisco Manuel dos Santos.


Observações

24/09 , 01/10 , 08/10 , 15/10 , 05/11 , 12/11 , 26/11 (18h00 às 21h00 - 3horas) 10/12 (17h00 às 21h00 - 4horas)


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829
812

COMPETÊNCIAS COMPLEXAS DE LEITURA
110 - 1º Ciclo do Ensino Básico / 200 - Português e Estudos Sociais/ História / 210 - Português e Francês / 220 - Português e Inglês

Curso

 

40.0 horas

 

e-learning

 

Professores dos grupos de recrutamento 110, 200, 210 e 220

Local a definir

Resultados de vários estudos internacionais e nacionais têm revelado fragilidades dos alunos no domínio da compreensão da leitura. Ao nível da OCDE, os resultados médios relativos ao desempenho na leitura têm descido nos últimos ciclos avaliativos. Os alunos portugueses obtiveram uma média ...
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Ref. 602T1 Inscrições abertas até 2026-09-21 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137997/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 40.0 horas

Início: 2026-09-28

Fim: 2026-11-23

Regime: e-learning

Local: None

Formador

Patrícia Maria Catarino Barreira Palma

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 110, 200, 210 e 220

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110, 200, 210 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110, 200, 210 e 220.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Resultados de vários estudos internacionais e nacionais têm revelado fragilidades dos alunos no domínio da compreensão da leitura. Ao nível da OCDE, os resultados médios relativos ao desempenho na leitura têm descido nos últimos ciclos avaliativos. Os alunos portugueses obtiveram uma média significativamente mais baixa em 2022 face ao ciclo anterior (PISA, 2022). A nível das provas de aferição, no 6.º ano, por exemplo, cerca de 75% dos alunos mostram dificuldade em mobilizar informação explícita e implícita em dois ou mais textos de diferentes géneros para analisar relações de conteúdo entre eles. No 9.º ano, cerca de 70% dos alunos mostram dificuldade em avaliar a adequação da linguagem de um texto ou das relações lógicas nele estabelecidas ao cumprimento da sua finalidade ou à construção do seu sentido (IAVE, 2023). Por sua vez, os docentes, na sua prática letiva, continuam a usar preferencialmente o manual, explorando os textos e as atividades de compreensão da leitura nele apresentadas, que assentam numa lógica avaliativa, focada no resultado e não no processo. É fundamental conduzir os alunos no processo de compreensão do texto, levando-os a mobilizar estratégias que permitam um gradual domínio de competências de leitura mais complexas e uma progressiva monitorização do seu próprio processo de compreensão da leitura.

Objetivos

- Identificar as componentes da compreensão da leitura. - Promover o desenvolvimento de competências de leitura complexas. - Promover a autonomia e monitorização do processo de compreensão da leitura. - Promover o ensino explícito da compreensão da leitura. - Avaliar a compreensão da leitura como processo e como resultado. - Implementar recursos para o desenvolvimento da compreensão da leitura.

Conteúdos

1. Componentes da compreensão da leitura – 6 horas 2. Tipos de compreensão da leitura – 6 horas 3. Competências complexas de leitura – 6 horas 4. Dificuldades dos alunos na compreensão da leitura – 6 horas 5. Estratégias para o ensino da compreensão da leitura – 6 horas 6. Avaliação da compreensão da leitura – 4 horas 7. Recursos para o desenvolvimento da compreensão da leitura – 6 horas

Metodologias

O curso funciona em regime e-learning, estando previstas sessões síncronas (52%) e assíncronas (48%). O sistema de gestão da aprendizagem utilizado é o Moodle. As sessões síncronas são dinamizadas na plataforma de videoconferência Zoom. Procurando privilegiar a lógica do modelo de sala de aula invertida (flipped classroom), os formandos, nas sessões de trabalho assíncrono, visualizam vídeos elaborados pelos formadores e/ou outros vídeos de acesso aberto relevantes para a reflexão sobre as temáticas a abordar, fazem leituras de textos de referência e implementam em sala de aula recursos concebidos para o desenvolvimento da competência de leitura dos alunos, monitorizando a sua aplicação. As sessões síncronas servem sobretudo para resolução de problemas, realização de atividades práticas e partilha de resultados relativos à implementação de recursos em sala de aula.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação será contínua e formativa. A classificação final a atribuir aos formandos resultará dos seguintes parâmetros e critérios de classificação: ● Relatório de implementação de recursos em sala de aula (50%) ● Exercícios práticos realizados nas sessões síncronas e assíncronas (50%).

Bibliografia

Català, G., Català, M., Molina, E., & Monclús, R. (2001). Evaluación de la comprensión lectora. PL (1º-6º de primária). Graó.Giasson, J. (2000). Compreensão da Leitura (2.ª ed.). ASA.Sim-Sim, I. (2007). O Ensino da Leitura: A Compreensão de Textos. Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.Viana, F. L. (2009). O Ensino da Leitura: A Avaliação. Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.Viana, M. L., Ribeiro, I., Fernandes, I., Ferreira, A., Leitão, C., Gomes, S., Mendonça, S., & Pereira, L. (2010). O Ensino da Compreensão Leitora. Da Teoria à Prática Pedagógica. Um Programa de Intervenção para o 1º Ciclo do Ensino Básico. Almedina.


Observações

28/09 - 3h síncrona 06/10 - 3 h assíncrona 12/10 - 3 h síncrona 13/10 - 3 h assíncrona 19/10 - 3 h síncrona 20/10 - 3 h assíncrona 26/10 - 3 h síncrona 27/10 - 3 h assíncrona 02/11 - 3 h síncrona 03/11 - 3 h assíncrona 09/11 - 3 h síncrona 10/11 - 4 h assíncrona 23/11 - 3 h síncrona (Das 17 e as 20h)


INSCREVER-ME

812
805

NOTEBOOKLM EM CONTEXTO ESCOLAR: A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO ASSISTENTE PEDAGÓGICO PESSOAL
Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Curso

 

15.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Local a definir

O Regime Jurídico da Formação Contínua define como objetivo a melhoria da qualidade do ensino e dos resultados da aprendizagem , bem como o desenvolvimento profissional docente na vertente das tecnologias. O Google NotebookLM diferencia-se pela capacidade de "Grounding" (fundamentação em fontes do ...
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Ref. 615T1 Inscrições abertas até 2026-09-22 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138384/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 2026-09-29

Fim: 2026-10-27

Regime: Presencial

Local: None

Formador

Augusto Martins Cerdeira

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Regime Jurídico da Formação Contínua define como objetivo a melhoria da qualidade do ensino e dos resultados da aprendizagem , bem como o desenvolvimento profissional docente na vertente das tecnologias. O Google NotebookLM diferencia-se pela capacidade de "Grounding" (fundamentação em fontes do utilizador), respondendo à necessidade ética e científica de utilizar IA sem alucinações em contexto escolar. Esta ação visa capacitar os docentes na criação de recursos didáticos fidedignos e na redução da carga burocrática, promovendo a inovação pedagógica.

Objetivos

Objetivos Específicos: ● Compreender os princípios de funcionamento da tecnologia RAG (Retrieval-Augmented Generation) e as suas vantagens de veracidade face a modelos genéricos (ex: ChatGPT). ● Configurar e organizar "Cadernos" (Notebooks) digitais, integrando fontes diversificadas (PDF, Google Docs, Slides, Texto). ● Aplicar técnicas de engenharia de prompts para extrair resumos, glossários, FAQs e grelhas de avaliação a partir de documentos curriculares oficiais. ● Produzir recursos educativos multimodais, incluindo os "Audio Overviews" (podcasts gerados por IA), para apoiar alunos com diferentes perfis de aprendizagem. ● Avaliar criticamente a fiabilidade das respostas geradas pela IA, verificando as citações originais fornecidas pela ferramenta (Grounding). ● Planificar uma atividade letiva ou recurso de apoio ao estudo que integre o NotebookLM na prática pedagógica diária.

Conteúdos

Módulo 1: IA Fundamentada e o Ecossistema NotebookLM (3h) ● Conceitos de RAG (Retrieval-Augmented Generation) vs. LLMs genéricos. ● Ética e privacidade de dados escolares na IA. ● Configuração da conta e interface. Módulo 2: Curadoria de Fontes e Engenharia de Prompts (4h) ● Importação de fontes (PDF, Drive, Texto). Uso prático do Guião fornecido. ● Técnicas de prompting para análise documental (resumos, extração de dados). ● Verificação de citações e fiabilidade da informação. Módulo 3: Criação de Recursos Didáticos e Multimédia (4h) ● Geração de testes, grelhas de avaliação e planos de aula. ● Funcionalidade "Audio Overview": criação de podcasts educativos. ● Adaptação de conteúdos para Diferenciação Pedagógica. Módulo 4: Aplicação Prática e Avaliação (4h) ● Desenvolvimento de um "Notebook" temático por formando. ● Apresentação e partilha de estratégias. ● Realização do trabalho individual de avaliação.

Metodologias

A ação terá um caráter teórico-prático, privilegiando a experimentação direta em sessões conjuntas. Os formandos trabalharão nos seus próprios dispositivos, aplicando os conceitos em tempo real (Learning by Doing).

Avaliação

Classificação quantitativa de 1 a 10 valores (conforme Despacho n.º 4595/2015), baseada em: ● Participação nas atividades práticas (40%). ● Trabalho Individual Final (60%): Realização de um trabalho individual escrito/digital (criação e submissão de um plano de aula ou recurso gerado com o NotebookLM). A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.

Bibliografia

Google. (2024). NotebookLM User Guide: Grounding AI in your specific documents. Google Labs.Cardoso, J. R. (2025). Mais IA, Melhor Educação: Um guia essencial para pais, alunos e professores. Lisboa: Guerra e Paz.Carvalho, M. C., & Carvalho, C. F. (2025).Esteves, P., & Ribeiro, V. (Coords.). (2025). IA como Copiloto: Aplicações práticas em educação e produtividade. Lisboa: Editora D'Ideias.UNESCO. (2023). Guidance for generative AI in education and research. Paris: UNESCO.


Observações

29 de setembro; 6,13, 20 e 27 de outubro, entre as 17h30 e as 20h30.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 29-09-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
770

OFICINA DE IMPROVISAÇÃO - IN TEMPORE
250 - Educação Musical 610 - Música

Oficina

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos 250 e 610

faro

Todos os grandes compositores da música clássica faziam uso do improviso, compositores como Bach, Mozart, Beethoven e Liszt eram reconhecidos pelas suas obras de composição, mas também pelas suas habilidades únicas de improvisadores ao teclado. Ao longo dos anos o ensino da música clássica desenvolveu-se ...
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Ref. 528T1 Inscrições abertas até 2026-09-24 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135138/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 25.0 horas (12.5 horas presenciais + 12.5 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-10-01

Fim: 2026-11-30

Regime: Presencial

Local: faro

Formador

Pedro Gil Lopes Alves

Destinatários

Professores dos Grupos 250 e 610

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250 e 610. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 250 e 610.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Todos os grandes compositores da música clássica faziam uso do improviso, compositores como Bach, Mozart, Beethoven e Liszt eram reconhecidos pelas suas obras de composição, mas também pelas suas habilidades únicas de improvisadores ao teclado. Ao longo dos anos o ensino da música clássica desenvolveu-se cada vez mais centrado na partitura, na leitura e na interpretação do que está escrito. Invariavelmente a improvisação foi passando para segundo plano. Pretende-se com esta oficina resgatar a prática da improvisação no contexto do ensino da música clássica, proporcionando aos professores ferramentas para desenvolverem atividades criativas com os seus alunos.

Objetivos

• Desenvolver ferramentas didáticas de criação espontânea; • Fortalecer a compreensão harmónica; • Promover a autonomia e a expressividade; • Desenvolver a criatividade musical; • Desenvolver a confiança na performance musical improvisada; • Fomentar a comunicação musical em pequeno ou grande grupo.

Conteúdos

• Conceitos de improvisação; • Improvisação na música popular; • Improvisação livre; • Improvisação estruturada; • Improvisação temática; • Harmonia funcional e progressões harmónicas; • Modos e escalas; • Ritmo das frases; • Melodia e motivo; • Desenvolvimento motivos melódicos e rítmicos; • Improvisação em grupo e interação;

Avaliação

Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores, de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos tem como instrumento principal a observação direta, avaliando de forma qualitativa, enfatizando o processo de aprendizagem em tempo real. Participação 50% Realização e apresentação das atividades de trabalho autónomo 50% A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.

Bibliografia

• Gordon, E. (2000). Teoria de Aprendizagem Musical – Competências, conteúdos e padrões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian• Gainza, V. (1983). A improvisação musical. Buenos Aires: RICORDI.• GAINZA, Violeta Hemsy de. A Improvisação musical como técnica pedagógica. Cadernos de Estudos: Educação Musical, São Paulo/Belo Horizonte, (v.1) (n.1), (Org. Carlos Kater) 22- 30, 1990• https://www.apem.org.pt/apoio-ao-professor/curriculo-e-programas/• https://halcrook.com/publications


Observações

01/10 08/10 15/10 22/10 29/10 02/11 09/11 16/11 23/11 30/11 (Duração: 2h30 p/sessão - 18h00 às 20h30)

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 01-10-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Presencial

INSCREVER-ME
809

DOMÍNIO DA LINGUAGEM ORAL E ABORDAGEM À ESCRITA
Professores dos Grupos 100, 110 e 910

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos 100, 110 e 910

Faro

O Terapeuta da Fala desempenha um papel crucial no desenvolvimento da linguagem oral e escrita, desde os primeiros anos de vida até à idade adulta. Para garantir um desenvolvimento linguístico adequado e prevenir futuras dificuldades de aprendizagem é essencial capacitar os educadores de infância e os ...
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Ref. 623T1 Inscrições abertas até 2026-09-24 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-138484/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-10-01

Fim: 2026-11-19

Regime: Presencial

Local: Faro

Formador

Maria Luis de Campos Baptista Guimarães Santos

Ana Madalena Roque Matias

Destinatários

Professores dos Grupos 100, 110 e 910

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110 e 910. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110 e 910.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Terapeuta da Fala desempenha um papel crucial no desenvolvimento da linguagem oral e escrita, desde os primeiros anos de vida até à idade adulta. Para garantir um desenvolvimento linguístico adequado e prevenir futuras dificuldades de aprendizagem é essencial capacitar os educadores de infância e os professores do ensino básico e especial. Esta capacitação deve abranger: Identificação de sinais de alerta; Necessidade de encaminhamento e Promoção de atividades de desenvolvimento da linguagem. É essencial que os professores sejam equipados com estratégias e atividades lúdicas para estimular o desenvolvimento da linguagem nas crianças, com foco nos domínios da fonologia (sons da língua), semântica (significado das palavras) e da morfossintaxe (estrutura das frases). Um desenvolvimento linguístico sólido na primeira infância é um dos principais indicadores de sucesso na aprendizagem da leitura e da escrita. Ao promover atividades que estimulem a compreensão e a produção da linguagem oral, os Terapeutas da Fala e os educadores contribuem para fortalecer a base para a aquisição da leitura. Crianças com um vocabulário rico e uma adequada produção e compreensão da estrutura das frases têm mais facilidade em codificar e descodificar os códigos escritos. Em resumo, a parceria entre Terapeutas da Fala, Educadores e Professores é fundamental para garantir que todas as crianças tenham oportunidades iguais de desenvolver as suas competências linguísticas e alcançar o sucesso escolar.

Objetivos

No final deste curso, os formandos deverão ser capazes de: Reconhecer padrões de fala típicos e divergentes; Produzir atividades de estimulação de consciência fonológica; Conceber atividades de estimulação lexical/ semântica e Desenvolver atividades de estimulação morfossintática.

Conteúdos

Produção/ Fala: Aquisição típica dos segmentos de fala, Aquisição divergente dos segmentos de fala e Timing de encaminhamento para Terapia da Fala Atividades de estimulação de consciência fonológica: Dinâmica de reciprocidade entre a consciência fonológica e as competências de linguagem; Construção de atividades práticas para estimulação da consciência de palavra, consciência de sílaba e consciência de fonema; Atividades de estimulação lexical/ semântica: Importância da estimulação de categorias semânticas no desenvolvimento linguístico; Desenvolvimento de atividades práticas para estimulação das categorias semânticas, Acesso lexical e Definição verbal; Atividades de estimulação morfossintática: Relação entre o domínio morfossintático e a compreensão/ expressão linguísticas; Conceção de atividades práticas de compreensão de perguntas QU, Organização frásica, Concordância em género e número e Locativo/ posse (na/no vs da/do).

Metodologias

Presencial: Ao longo das várias sessões serão combinados os 4 métodos pedagógicos, isto é, expositivo, interrogativo, demonstrativo e ativo. O método expositivo possibilitará ao formador partilhar o seu saber com os formandos através da apresentação de diapositivos, vídeos, imagens e esquemas ilustrativos. Os métodos interrogativo e demonstrativo serão postos em prática com recurso a vídeos, a imagens, a simulações de casos , bem como a situações com casos práticos de alunos. Tendo em consideração que o público-alvo é profissionalmente ativo, considera-se essencial o recurso ao método ativo, garantindo que todos explorem na prática o conhecimento adquirido. Terão a oportunidade de formular o raciocínio técnico-pedagógico por meio de análise prática e participação ativa na discussão de casos. Trabalho Autónomo: Realizado durante a semana entre sessões e no final da Oficina para avaliação

Avaliação

Neste curso, será realizada uma avaliação diagnóstica no início de cada sessão, através da colocação de questões. Com o objetivo de dar feedback, direcionar o raciocínio pedagógico e as competências práticas a adquirir, ao longo das sessões será realizada uma avaliação formativa e contínua, através da observação direta, colocação de perguntas e realização/ apresentação de atividades práticas em grupo e individualmente. Os formandos serão, ainda, avaliados sumativamente face aos conhecimentos adquiridos no final da Oficina, através de uma reflexão escrita. Para a classificação final serão tidos em consideração os seguintes critérios e ponderações: Participação e empenho - 5%; Avaliação formativa ao longo das sessões – 45% e Avaliação sumativa através de entrega de reflexão escrita individual – 50%.

Bibliografia

Alves, D. C., Reis, T., Rocha, F., Santos, R., & Silva, R. (2023). Manual de aplicação do MIF. Relicário de Sons. Cardoso, A. P. T. (2018). Impacto de um Programa de Intervenção em Competências Linguísticas numa criança com Perturbação Específica de Linguagem (PEL) em idade escolar [Dissertação de Mestrado, Instituto Politécnico de Coimbra].Freitas, M. J., & Santos, A. L. (Eds.). (2017). Aquisição de língua materna e não materna: Questões gerais e dados do português (Textbooks in Language 1 Sciences 3). Language Science Press.Pires, N. A. (2015).Xavier, N. V. C. (2018). O contributo do educador para o desenvolvimento linguístico das crianças do pré-escolar: A Consciência Linguística/Práticas [Dissertação de Mestrado, Instituto Politécnico de Coimbra].


Observações

De 01/10 a 19/11 - Todas as Quintas-feiras das 16h30 às 19h30 (3h00) Sessões com horário diferente : 08/10 (2ªsessão) e 19/11 (8ª sessão) - 16h30 às 20h00 (3h30)


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834

COMPETÊNCIAS COMPLEXAS DE LEITURA
Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300

Curso

 

40.0 horas

 

e-learning

 

Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300

Local a definir

Resultados de vários estudos internacionais e nacionais têm revelado fragilidades dos alunos no domínio da compreensão da leitura. Ao nível da OCDE, os resultados médios relativos ao desempenho na leitura têm descido nos últimos ciclos avaliativos. Os alunos portugueses obtiveram uma média ...
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Ref. 6031 Inscrições abertas até 2026-07-20 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137998/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 40.0 horas

Início: 2026-10-07

Fim: 2026-11-30

Regime: e-learning

Local: None

Formador

Paulo Roberto Nóbrega Serra

Destinatários

Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 200, 210, 220 e 300.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Resultados de vários estudos internacionais e nacionais têm revelado fragilidades dos alunos no domínio da compreensão da leitura. Ao nível da OCDE, os resultados médios relativos ao desempenho na leitura têm descido nos últimos ciclos avaliativos. Os alunos portugueses obtiveram uma média significativamente mais baixa em 2022 face ao ciclo anterior (PISA, 2022). A nível das provas de aferição, no 6.º ano, por exemplo, cerca de 75% dos alunos mostram dificuldade em mobilizar informação explícita e implícita em dois ou mais textos de diferentes géneros para analisar relações de conteúdo entre eles. No 9.º ano, cerca de 70% dos alunos mostram dificuldade em avaliar a adequação da linguagem de um texto ou das relações lógicas nele estabelecidas ao cumprimento da sua finalidade ou à construção do seu sentido (IAVE, 2023). Por sua vez, os docentes, na sua prática letiva, continuam a usar preferencialmente o manual, explorando os textos e as atividades de compreensão da leitura nele apresentadas, que assentam numa lógica avaliativa, focada no resultado e não no processo. É fundamental conduzir os alunos no processo de compreensão do texto, levando-os a mobilizar estratégias que permitam um gradual domínio de competências de leitura mais complexas e uma progressiva monitorização do seu próprio processo de compreensão da leitura.

Objetivos

- Identificar as componentes da compreensão da leitura. - Promover o desenvolvimento de competências de leitura complexas. - Promover a autonomia e monitorização do processo de compreensão da leitura. - Promover o ensino explícito da compreensão da leitura. - Avaliar a compreensão da leitura como processo e como resultado. - Implementar recursos para o desenvolvimento da compreensão da leitura.

Conteúdos

1. Componentes da compreensão da leitura – 6 horas 2. Tipos de compreensão da leitura – 6 horas 3. Competências complexas de leitura – 6 horas 4. Dificuldades dos alunos na compreensão da leitura – 6 horas 5. Estratégias para o ensino da compreensão da leitura – 6 horas 6. Avaliação da compreensão da leitura – 4 horas 7. Recursos para o desenvolvimento da compreensão da leitura – 6 horas

Metodologias

O curso funciona em regime e-learning, estando previstas sessões síncronas (52%) e assíncronas (48%). O sistema de gestão da aprendizagem utilizado é o Moodle. As sessões síncronas são dinamizadas na plataforma de videoconferência Zoom. Procurando privilegiar a lógica do modelo de sala de aula invertida (flipped classroom), os formandos, nas sessões de trabalho assíncrono, visualizam vídeos elaborados pelos formadores e/ou outros vídeos de acesso aberto relevantes para a reflexão sobre as temáticas a abordar, fazem leituras de textos de referência e implementam em sala de aula recursos concebidos para o desenvolvimento da competência de leitura dos alunos, monitorizando a sua aplicação. As sessões síncronas servem sobretudo para resolução de problemas, realização de atividades práticas e partilha de resultados relativos à implementação de recursos em sala de aula.

Avaliação

Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. A avaliação será contínua e formativa. A classificação final a atribuir aos formandos resultará dos seguintes parâmetros e critérios de classificação: ● Relatório de implementação de recursos em sala de aula (50%) ● Exercícios práticos realizados nas sessões síncronas e assíncronas (50%).

Bibliografia

Català, G., Català, M., Molina, E., & Monclús, R. (2001). Evaluación de la comprensión lectora. PL (1º-6º de primária). Graó.Giasson, J. (2000). Compreensão da Leitura (2.ª ed.). ASA.Sim-Sim, I. (2007). O Ensino da Leitura: A Compreensão de Textos. Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.Viana, F. L. (2009). O Ensino da Leitura: A Avaliação. Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.Viana, M. L., Ribeiro, I., Fernandes, I., Ferreira, A., Leitão, C., Gomes, S., Mendonça, S., & Pereira, L. (2010). O Ensino da Compreensão Leitora. Da Teoria à Prática Pedagógica. Um Programa de Intervenção para o 1º Ciclo do Ensino Básico. Almedina.


Observações

1 . 07/10/2026 - 16h00 - 20h00 (sessão online síncrona); 2. 12/10/2026 - 16h30 -18h30 (sessão online assíncrona); 3. 14/10/2026 - 16h30 - 19h30 (sessão online síncrona); 4. 19/10/2026 - 16h30 - 19h30 (sessão online assíncrona); 5. 21/10/2026 - 16h30 - 19h30 (sessão online síncrona); 6. 26/10/2026 - 16h30 - 19h30 (sessão online assíncrona); 7. 28/10/2026 -16h30 - 18h30 (sessão online síncrona); 8. 02/11/2026 - 16h30 - 19h30 (sessão online assíncrona); 9. 04/11/2026 - 16h30- 19h30 (sessão online síncrona); 10. 09/11/2026 - 16h30 - 19h30 (sessão online assíncrona); 11. 11/11/2026 - 16h30 - 19h30 (sessão online síncrona); 12. 16/11/2026 - 16h30 - 19h30 (sessão online assíncrona); 13. 23/11/2026 - 16h30 - 19h30 (sessão online síncrona); 14. 30/11/2026 - 16h30 -18h30 ( sessão online assíncrona).


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778

AQUI EU CONTO! PRÁTICAS TEATRAIS PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM DO PORTUGUÊS LÍNGUA NÃO MATERNA
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial

Curso

 

15.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial

faro

Esta formação visa ajudar a dar resposta à crescente necessidade de formar em PLNM para público adulto, jovem e crianças. Nos últimos anos, para além do constante fluxo de emigração, Portugal tem acolhido milhares de refugiados e requerentes de asilo, que têm integrado o ensino regular e recebido formação ...
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Ref. 532T1 Inscrições abertas até 2026-10-02 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131445/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 2026-10-08

Fim: 2026-11-12

Regime: Presencial

Local: faro

Formador

Sandra Patrícia Teixeira do Amaral

Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Esta formação visa ajudar a dar resposta à crescente necessidade de formar em PLNM para público adulto, jovem e crianças. Nos últimos anos, para além do constante fluxo de emigração, Portugal tem acolhido milhares de refugiados e requerentes de asilo, que têm integrado o ensino regular e recebido formação para adultos em língua portuguesa. Aprender a língua é uma urgência e fundamental no processo de integração, sem a qual existe uma fragilidade que se transforma muitas vezes em frustração, falta de autoestima, insegurança, dependência de intérpretes ou recurso a uma língua de transição. Para vencer a barreira da língua, há que decifrar muitos códigos comportamentais, sociais e culturais. Assim, também os professores e formadores, precisam de ter ferramentas, conhecimento e uma grande capacidade de adaptação de currículos. Esta formação, apresenta um conjunto de propostas que unem a língua aos contextos socioculturais, corpo, espaço e propõe um cruzamento com a cultura e a identidade, usando as práticas do teatro associadas ao ensino, criação e apresentação. Os exercícios e a metodologia desta formação, bem como a parceria das formadoras, tem como base um projeto PARTIS, da Fundação Calouste Gulbenkian, com o Conselho Português para os Refugiados (CPR). Deste projeto nasce um registo - “Caderno de Práticas Teatrais para o Ensino-aprendizagem Da Língua”

Objetivos

- Compreender o processo de criação de uma metodologia alternativa, assente na relação da prática teatral com a prática letiva; - Partilhar os saberes que se vão acumulando pela prática de trabalho com esta população específica; -Adquirir e diversificar ferramentas para uma melhor caracterização e conhecimento destes públicos; -Adquirir e diversificar ferramentas para potenciar o ensino da língua na sua relação com a cultura, o espaço e a identidade; - Criar e aplicar exercícios que resolvam questões relativas ao espaço físico, ao tempo, aos comportamentos e aos contextos em que opera.

Conteúdos

1ª Sessão (3 horas) - Há palavras que nos beijam a) Apresentação da formação e esclarecimento de dúvidas; b) Atividades de apresentação individual e partilha de expectativas: exercícios práticos c) O teatro e o ensino aprendizagem de PLE d) Exercício prático: as palavras essenciais e) Instalação f) Reflexão final 2ª Sessão (3 horas) - Preciso ser um outro / para ser eu mesmo. a) Aquecimento: o espaço e os outros b) Exercício prático em pequeno grupo: Encontros c) Exercícios práticos: o gesto e a palavra d) Partilha e reflexão: Ferramentas e Materiais essenciais 3ª Sessão (3 horas) As palavras embrulham-se na língua. a) Aquecimento: ser e estar b) Improvisação e role play: a oralidade c) Partilha e reflexão: (um) plano de sessão 4ª Sessão (3 horas) Ao longe por mim ouço chamar / a voz das coisas que eu sei amar. a) Aquecimento: corpo e representação b) Exercício prático individual: os objetos contam histórias c) Exercício de pequenos grupo: o que é uma coleção? d) Visita ao Museu Gulbenkian: cultura e identidade e) Oficina a partir da visita: exercícios práticos e reflexão 5ª Sessão (3 horas) Chegamos? Não chegamos? a) Aquecimento: relaxamento b) Improvisação: um retrato de família c) Atividade orientada de partilha: os desafios na minha prática d) Exercício de grupo: criação de propostas de exercícios - Avaliação

Metodologias

As sessões terão uma forte componente interativa e prática. Haverá momentos expositivos e demonstrativos dos modelos, dos materiais e das técnicas a abordar, seguidos de momentos práticos de exploração e concretização de exercícios. Existirão momentos realizados dentro do espaço do Museu, nas Coleções Moderna e do Fundador, recorrendo diretamente às exposições. Apesar dos conteúdos do programa serem abordados de uma forma maioritariamente prática serão inseridas contextualizações teóricas em pontos-chave das sessões, onde serão disponibilizados aos participantes exercícios e considerações baseadas na publicação e-book “Caderno de Práticas Teatrais para o ensino da Língua Portuguesa” (Conselho Português para os Refugiados – Fundação Calouste Gulbenkian)

Avaliação

A avaliação dos formandos é feita de modo contínuo com base na participação nas sessões. No final, propõe-se a realização de uma reflexão escrita em que seja revelada a consolidação dos conteúdos abordados, evidenciando a aplicação em contexto das temáticas tratadas durante a formação. Os formandos serão avaliados de 0 a 10 valores, conforme Carta Circular n.º 3 de 2007, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pelos formadores e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua

Bibliografia

GALVÃO, Isabel e CABRITA, Sofia - Caderno de Práticas Teatrais para a Aprendizagem da Língua http://cpr.pt/wp-content/uploads/2020/06/Caderno-de-pr%C3%A1ticas-teatrais_Reduzido.pdf- BOAL, Augusto, Jogos para atores e não-atores - 9ª edição revista e ampliada : Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006 - Programa 10X10 Micropedagogias: https://gulbenkian.pt/images/mediaRep/descobrir/documentos/2012/PGECC/Micropedagogias_Site.pdf


Observações

08/10 - 17h30 às 20h30 15/10 - 17h30 às 20h30 22/10 - 17h30 às 20h30 05/11 - 17h30 às 20h30 12/11 - 17h30 às 20h30

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-10-2026 (Quinta-feira) 19:00 - 22:00 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
821

PRIMEIROS SOCORROS EM CONTEXTO ESCOLAR
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Faro

A aquisição de conhecimentos elementares de socorrismo pode ajudar a salvar vidas, a diminuir o sofrimento e a evitar possíveis complicações futuras de saúde, dai a importância de se saber atuar numa situação inesperada, seja ela um acidente ou case se trate de uma doença súbita, que requer cuidados ao ...
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Ref. 6441 Inscrições abertas até 2026-10-08 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140043/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-10-12

Fim: 2026-11-23

Regime: Presencial

Local: Faro

Formador

Jorge Luís Mendes Rosa

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A aquisição de conhecimentos elementares de socorrismo pode ajudar a salvar vidas, a diminuir o sofrimento e a evitar possíveis complicações futuras de saúde, dai a importância de se saber atuar numa situação inesperada, seja ela um acidente ou case se trate de uma doença súbita, que requer cuidados ao nível do estado de saúde da vítima. É neste contexto que qualquer docente deve procurar adquirir as noções fundamentais dos primeiros socorros.

Objetivos

Compreender os atributos, prioridades e responsabilidades de um socorrista;Compreender como é organizado e coordenado o Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM); Executar de forma autónoma cuidados imediatos e adequados de primeiros socorros;Realizar o exame da vítima (exame primário e exame secundário);Identificar uma situação de paragem cardiorrespiratória e executar as manobras de Suporte Básico de Vida;Responder eficazmente a uma situação súbita (hemorragia, intoxicação, engasgamento, queimaduras, traumatismo crânio-encefálico (TCE), traumatismo vertebro-medular (TVM), ortotraumatologia, convulsão, Diabetes Mellitus, dificuldades respiratórias) permitindo a estabilização da vítima até à chegada dos meios de Emergência Médica.

Conteúdos

•Princípios gerais de socorrismo;Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM);Caixa de Primeiros Socorros;Noções básicas sobre a anatomia e fisiologia do sistema circulatório humano;Noções básicas sobre hemorragias;Noções básicas sobre Diabetes Mellitus;Atuação prática em casos de Diabetes Mellitus (hipoglicémia e hiperglicemia);Noções básicas sobre a anatomia e fisiologia do sistema respiratório humano;Atuação prática em casos de dificuldade respiratória provocada por uma crise asmática;Atuação prática em casos de crise convulsiva, provocada por uma epilepsia, trauma ou hipertermia;Exame Primário da Vítima;Exame Secundário da Vítima;Suporte Básico de Vida (SBV);Noções básicas sobre a pele e suas lesões (feridas e queimaduras);Atuação prática em casos de feridas e queimaduras;Noções básicas de acidentes musculosqueléticos (entorses e fraturas);Atuação prática em casos de Traumatismo Crânio-Encefálico (TCE), Traumatismo Vertebro-Medular (TVM) e Ortotraumatologia;Estabilização em vários cenários de trauma.

Metodologias

•Sessões teóricas e sessões práticas; •Acompanhamento da componente prática a realizar em contexto escolar pelos próprios formandos; •Apresentação de filmes pedagógicos; •Realização de atividades teórico-práticas individuais e/ou em grupo.

Avaliação

A classificação quantitativa dos formandos será na escala de 1 a 10. Terá em conta a assiduidade, a participação, o trabalho desenvolvido no contexto da formação e, ainda, o relatório final.

Bibliografia

Manuais de formação do INEMManual de primeiros socorros-DGE


Observações

12.10 / 15.10 / 19.10 / 22.10 / 26.10 / 29.10 - Segundas e quintas-feiras - entre as 17h30 e as 20h00 2. 11 / 9. 11 / 16.11 / 23.11 - Segundas-feiras - entre as 17h30 e as 20h00


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831

Comunicação, abordagens criativas e reflexivas para motivar e ensinar nas línguas estrangeiras (processos de autodescoberta).
Professores dos Grupos 210, 220, 320, 330, 340 e 350

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Professores dos Grupos 210, 220, 320, 330, 340 e 350

Online

Tendo em conta as aprendizagens essenciais das línguas estrangeiras I e II e a necessidade crescente de formar professores num processo cada vez mais exigente, onde a motivação e a criatividade são condições fundamentais para aprender e ensinar, surge esta formação que se pretende focada em exemplos ...
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Ref. 6511 Inscrições abertas até 2026-10-06 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140801/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 2026-10-13

Fim: 2026-12-15

Regime: e-learning

Local: Online

Formador

Mónia Carla Mota Mesquita

Destinatários

Professores dos Grupos 210, 220, 320, 330, 340 e 350

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 210, 220, 320, 330, 340 e 350. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 210, 220, 320, 330, 340 e 350.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Tendo em conta as aprendizagens essenciais das línguas estrangeiras I e II e a necessidade crescente de formar professores num processo cada vez mais exigente, onde a motivação e a criatividade são condições fundamentais para aprender e ensinar, surge esta formação que se pretende focada em exemplos práticos. A formação visa equipar os docentes de estratégias que estimulem a interação, promovam a reflexão, o desenvolvimento contínuo e a aplicação de diferentes métodos na prática pedagógica, contribuindo para enriquecer o ensino das línguas e fortalecer o envolvimento dos alunos.

Objetivos

- Promover a motivação intrínseca de professores e alunos na aprendizagem de línguas, proporcionando ferramentas que favoreçam a aprendizagem ativa e um envolvimento proativo dos alunos. - Incentivar a criatividade no ensino, utilizando recursos como áudios e/ou vídeos, para favorecer a expressão oral e a interação. - Refletir de que forma pode a criatividade ser suporte no processo de ensino-aprendizagem. - Introduzir ferramentas digitais, como o podcast, para melhorar a fluência e a confiança dos alunos na comunicação oral. - Promover a reflexão docente sobre crenças e desafios da comunicação, ajudando a desenvolver estratégias para superá-los. - Apoiar os participantes na aplicação prática das estratégias aprendidas, criando atividades adaptáveis às necessidades dos alunos.

Conteúdos

1. Motivação para o Ensino de Línguas - Fatores que influenciam a motivação de professores e alunos. - Práticas pedagógicas e áreas de melhoria - Roda da Vida Profissional. - Estratégias/ estímulos potenciadores de captar a atenção dos alunos: emocionais, visuais, mensuráveis e tangíveis. - Atividades práticas, motivadoras e criativas, adaptadas aos conteúdos programáticos e aos contextos sociais, gostos e interesses dos alunos. 2. Estratégias de Comunicação e Apresentações Orais - Estratégias diversificadas para organizar apresentações orais de forma eficaz. - Uso de vocabulário, expressões-chave e/ou conteúdos programáticos para melhorar a fluência oral. - Bloqueios comunicativos de professores e alunos e estratégias para superá-los, promovendo concomitantemente princípios de cidadania e comunicação assertiva. - Métodos para desenvolver confiança e fluência na expressão oral. 3. Uso de Ferramentas Digitais, como áudios, vídeos e/ou Podcasts no Ensino - O Podcast como um possível recurso pedagógico: roteiros, gravação e edição básica. - Utilização de podcasts e outras ferramentas digitais para discutir temas de cidadania, como diversidade cultural, linguística e igualdade de oportunidades. - Comunicação oral e criatividade, com a exploração de temas do quotidiano dos alunos. - Áudios e vídeos como instrumentos de aprendizagem interativa. 4. Atividades Criativas e Contextos Reais - A criatividade, como competência essencial desta formação, prepara os participantes para lidar com desafios futuros de forma inovadora e adaptável: arriscar, pensar diferente com ideias criativas. - Atividades práticas para usar ativamente a língua estrangeira: escrita criativa, elaboração de scripts, entrevistas, desafios online. - Áudios e/ou vídeos curtos que promovam o uso da língua estrangeira em contextos reais e significativos. - Criatividade na abordagem de temas de cidadania que se encontrem plasmados nos programas, promovendo a reflexão crítica. - Ganhos e desafios ao implementar novas práticas pedagógicas. 5. Integração e Reflexão Final - Síntese das aprendizagens e estratégias discutidas ao longo da formação e sua implementação em aula. - Mudanças na prática letiva e seu impacto. - Recursos pedagógicos interativos, como discursos curtos, atividades orais, role-plays de situações do dia a dia e outras dinâmicas adaptáveis às necessidades dos alunos.

Metodologias

A formação adota metodologias práticas e reflexivas, promovendo a aplicação imediata das aprendizagens no contexto docente. Entre as estratégias utilizadas estão: - Discussões guiadas: reflexões sobre motivação e desafios na prática docente, com partilha de ideias em grupo. - Atividades práticas: planeamento de apresentações orais, criação de áudios ou vídeos e elaboração de recursos pedagógicos interativos. - Exercícios individuais e colaborativos: análise e desenvolvimento de atividades baseadas em estímulos motivacionais, como curiosidade, pertinência, relevância pessoal e conexão emocional. - Exploração de ferramentas digitais: áudios, vídeos, podcasts e/ou outros recursos tecnológicos para fomentar a oralidade e a criatividade. - Estímulo à autorreflexão.

Avaliação

Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos será baseada nos seguintes pressupostos: obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas de formação; qualidade da participação/contributos nas sessões, nomeadamente partilha, cooperação e relacionamento interpessoal; qualidade do trabalho autónomo realizado e implementado com os alunos e apresentação e qualidade da reflexão crítica individual final. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.

Bibliografia

Conselho da Europa. (2001). Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas: Aprendizagem, ensino, avaliação.Ministério da Educação. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade ObrigatóriaDireção-Geral da Educação. (2018). Aprendizagens Essenciais de Língua Estrangeira I e II. Direção-Geral da Educação.Morin, C., & Renvoisé, P. (2020). El código de la persuasión: Cómo el neuromarketing puede ayudarte a persuadir de cualquier cosa a cualquier persona y en cualquier momento. Alienta EditoriaMinistério da Educação. (2021). Cidadania e Desenvolvimento: Princípios e Orientações para a Implementação. Direção-Geral da Educação


Observações

13/10 - 17h30 às 20h00 - 2h30 (Síncrona) 20/10 - 17h30 às 20h00 - 2h30 (Assíncrona) 27/10 - 17h30 às 20h00 - 2h30 (Síncrona) 03/11 - 17h30 às 20h00 - 2h30 (Assíncrona) 10/11 - 17h30 às 20h00 - 2h30 (Síncrona) 17/11 - 17h30 às 20h00 - 2h30 (Assíncrona) 24/11 - 17h30 às 20h00 - 2h30 (Síncrona) 02/12 - 17h30 às 20h00 - 2h30 (Assíncrona) 09/12 - 17h30 às 20h00 - 2h30 (Síncrona) 15/12 - 17h30 às 20h00 - 2h30 (Assíncrona) - Relatório Final


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779

DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS EM CONTEXTO ESCOLAR
Professores dos Grupos 100 e 110

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos 100 e 110

faro

Esta oficina de formação, pretende, através de dinâmicas articuladas de formação-ação-reflexão, refletir com os professores sobre a importância do desenvolvimento das aprendizagens socioemocionais em meio escolar e, desta forma, contribuir para a promoção da saúde mental e a prevenção do risco, tal como ...
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Ref. 505T1 Inscrições abertas até 2026-10-09 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133336/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)

Início: 2026-10-15

Fim: 2026-12-03

Regime: Presencial

Local: faro

Formador

Sandra Isabel Correia

Destinatários

Professores dos Grupos 100 e 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Esta oficina de formação, pretende, através de dinâmicas articuladas de formação-ação-reflexão, refletir com os professores sobre a importância do desenvolvimento das aprendizagens socioemocionais em meio escolar e, desta forma, contribuir para a promoção da saúde mental e a prevenção do risco, tal como para a formação de um olhar global sobre a educação. Pretende-se ainda contribuir para aprofundar os conhecimentos científicos pedagógicos sobre a temática, nomeadamente o Modelo de Aprendizagem Socioemocional, Social and Emocional Learning (SEL), bem como dar a conhecer a prática educativa da formadora, através de ambientes de aprendizagem inovadores que proporcionam o desenvolvimento de ações estruturadas de promoção de competências socioemocionais dos alunos.

Objetivos

1. Reconhecer a importância do papel do professor e da escola na construção de um clima de Bem-estar; 2. Explorar documentos de enquadramento das Políticas Educativas; 3- Refletir em torno de conceitos relacionados com saúde, o Modelo teórico de Aprendizagem Socioemocional/Social and Emocional Learning (SEL); 4. Promover a familiarização dos professores com as competências socioemocionais, a partir do Projeto de intervenção em meio escolar “Aprendo a ser feliz” produzido pela formadora; 5. Desenvolver hábitos de reflexão partilhada e de cooperação; 6. Conceber, adaptar e selecionar estratégias e recursos pedagógicos que permitam implementar atividades em contextos de sala de aula, no âmbito do treino de competências socioemocionais; 7. Contribuir para a promoção da saúde e da cidadania na escola, mediante a implementação de intervenções estruturadas de promoção de competências socioemocionais; 8. Elaborar um Projeto de Intervenção Pessoal.

Conteúdos

3. Sessão 1. (Sessão presencial- 3h)  Apresentação da formadora e dos formandos  O plano de ação da oficina: objetivos, conteúdos, metodologia, os instrumentos, processos e critérios de avaliação  O professor como individuo/cidadão e o professor na instituição educativa: valores pessoais e crenças acerca de nós mesmos que orientam a nossa vida, nas relações e na nossa profissão 4. Sessão 2. (Sessão presencial- 3h)  Introdução ao tema da oficina: a Escola como ambiente de excelência para a promoção da saúde e do bem-estar emocional e mental  Principais desafios do professor do século XXI, com base nas linhas orientadoras de alguns documentos de referência no âmbito nacional e internacional, como sejam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS); os quatro pilares da Educação da UNESCO; no documento: O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO); O Programa Nacional de Saúde Escolar (PNSE); a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania (ENEC); o Manual para a promoção de competências socioemocionais em meio escolar 2019, proposto pela Direção-Geral da Educação e o Referencial de Educação para a Saúde (RES)  Definição de conceitos: saúde, educação para a cidadania, aprendizagem socioemocional, Inteligência Emocional  Modelo Teórico de Aprendizagem Socioemocional/Social and Emocional Learning (SEL) 5. Sessão3. (Sessão presencial- 3h)  O que são emoções e pensamentos  Emoções Básicas  Equilíbrio pessoal e a sustentabilidade emocional. Eixo PEA: pensamento-emoção-ação - princípio da coerência: o que fazemos, o que dizemos e o que sentimos: somos coerentes?  Exercícios práticos e reflexões críticas 6. Sessão4. (Sessão presencial- 4h)  Apresentação do projeto da formadora promotor de saúde designado “Aprendo a ser feliz”, ilustrativo de aprendizagens socioemocionais  Exercícios práticos e reflexões críticas 7. Sessão5. (Sessão presencial- 4h)  Apresentação de práticas pedagógicas da formadora ilustrativas do modelo (SEL)  Dinamização de trabalho ao nível de dinâmica de grupos com recurso a metodologias de aprendizagem ativas 8. 9. Sessão 6. (Sessão presencial- 4h)  Planeamento de projeto de implementação de competências socioemocionais em contexto de sala de aula Sessão 7. (Sessão presencial- 4h)  Apresentação, discussão e avaliação dos projetos pedagógicos.

Avaliação

Os participantes procedem à apresentação de um relatório crítico sobre o trabalho desenvolvido e sua importância na motivação, na melhoria das aprendizagens e no desenvolvimento global dos alunos. Avaliação final do formando: - Ponderações: 25% assiduidade, pontualidade e participação nas sessões, 60% para os trabalhos desenvolvidos e 15% relatório crítico individual.

Bibliografia

• Conangla, M. Mercé; Soler, Jaume (2014). Ecologia Emocional para el nuevo milenio.Espanha. Amat editorial.• Goleman, Daniel. Inteligência Emocional. Temas e Debates, 2010• Manual para a Promoção de Competências Socioemocionais em meio escolar. Lisboa: DGS, 2016.• Webster-Stratton, Catolyn. Como promover as competências Sociais e Emocionais das Crianças. Psiquilibrios


Observações

15/10 a 26/11 - Todas as quintas-feiras das 17h00 às 20h00 03/12 - 5ª feira - 17h00 às 21h00

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-10-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

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CENTRO DE FORMAÇÃO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS DA RIA FORMOSA

CCPFC/ENT-AE- 1483/23

VALIDADE: 11.09.2026