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DIVULGAÇÃO
PARTILHAS PEDAGÓGICAS
Educadores e professores de todos os níveis de ensino - exclusivo Docentes do Agrupamento de Escolas de Montenegro
ACD
3.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
A atualização das práticas pedagógicas em ambiente de sala de aula e no trabalho a desenvolver com e pelos alunos pressupõe um conhecimento aprofundado, pelos
professores, das características dos recursos disponíveis, nomeadamente os recursos digitais, entre os quais destacamos a utilização de ferramentas ...
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Ref. 620T1 Inscrições abertas até 13-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 620 CD n.º47 20.02.2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 18-03-2026
Fim: 13-05-2026
Regime: e-learning
Local: Online
Formador
David Filipe Correia dos Santos Costa
Vera Maria Piçarra Daniel
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A atualização das práticas pedagógicas em ambiente de sala de aula e no trabalho a desenvolver com e pelos alunos pressupõe um conhecimento aprofundado, pelos professores, das características dos recursos disponíveis, nomeadamente os recursos digitais, entre os quais destacamos a utilização de ferramentas em linha e de dispositivos móveis – smartphones e tablets. Neste sentido, esta ação constitui uma oportunidade de formação que potencia a criação de condições para: i) explorar, analisar e debater das questões inerentes à implementação das novas metodologias de trabalho com recurso ao digital; ii) explorar diferentes plataformas e recursos digitais que potenciem o desenvolvimento dos conteúdos das diversas disciplinas; iii) explorar estratégias pedagógicas que mobilizem o pensamento crítico, criativo e a colaboração; iv) fomentar uma utilização crítica e segura dos meios digitais.
Objetivos
Sensibilizar para a utilização crítica e segura da internet e dos meios digitais; Apoiar os professores na implementação de contextos multidisciplinares de aprendizagem com recurso a diferentes plataformas digitais que potenciem o desenvolvimento dos conteúdos das diversas disciplinas; Explorar estratégias pedagógicas que mobilizem o pensamento crítico, criativo e a colaboração com recurso à metodologia de trabalho por projetos em ambientes digitais; Favorecer a partilha de experiências de implementação das TIC e dos meios digitais nos diversos contextos.
Conteúdos
Utilização crítica e segura da internet e dos meios digitais; Aprendizagens essenciais; Literacias digitais; Trabalho colaborativo.
Observações
A frequência da ação por videoconferência é exclusiva a docentes do agrupamento. Vagas: 70 (videoconferência zoom)
1.ª sessão 18/03/2026 - online 2.ª sessão 15/04/2026 - online 3.ª sessão 13/05/2026 - online
INSCREVER-ME
PROFESSOR E ARTISTA: PEDAGOGIAS CRIATIVAS NA SALA DE AULA
Professores dos Grupos 240, 250, 600 e D07
Curso
25.0 horas
Presencial
Professores dos Grupos 240, 250, 600 e D07
Este curso tem como base o projeto 1O x 1O, do Programa Gulbenkian Educação
para a Cultura e Ciência, que juntou artistas e professores, com o objetivo de
proporem e desenvolverem experiências pedagógicas em contexto de sala de
aula.
Promove a exploração e criação de micropedagogias, termo utilizado no ...
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Ref. 524T1 Inscrições abertas até 16-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137690/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 21-03-2026
Fim: 16-05-2026
Regime: Presencial
Local: Escola E.B. 2/3 Joaquim Magalhães - SALA T2
Formador
Maria João Gil
Destinatários
Professores dos Grupos 240, 250, 600 e D07
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 240, 250, 600 e D07. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 240, 250, 600 e D07.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
Este curso tem como base o projeto 1O x 1O, do Programa Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência, que juntou artistas e professores, com o objetivo de proporem e desenvolverem experiências pedagógicas em contexto de sala de aula. Promove a exploração e criação de micropedagogias, termo utilizado no âmbito do referido projeto para designar ações pedagógicas concretas, encadeadas de formas diferentes, adaptáveis a qualquer conteúdo curricular. As micropedagogias caracterizam-se pela sua pequena escala, flexibilidade e transmissibilidade. Neste curso iremos criar e adaptar micropedagogias para a realidade e situações específicas de cada participante. O curso surge como resposta às necessidades de formação do pessoal docente, no âmbito das práticas artísticas aplicáveis aos conteúdos do programa curricular do ensino básico e secundário.
Objetivos
A formação Professor e Artista: Pedagogias Criativas na Sala de Aula, pretende divulgar experiências, ideias, materiais, ferramentas e estratégias que possibilitem o desenvolvimento de uma prática de investigação e de inovação educacional, contribuindo para uma prática pedagógica na docência, designadamente a formação no domínio da organização e gestão da sala de aula: - Reconhecer o conceito de micropedagogia e o seu contexto; - Compreender o processo de criação de uma metodologia alternativa, assente na prática artística na relação com a prática letiva; - Modos de usar a problematização e o questionamento no contexto de sala de aula; - Refletir sobre a sua própria prática pedagógica; - Resolver, através de micro ações, questões relativas ao espaço físico, ao tempo, aos comportamentos e aos contextos em que opera.
Conteúdos
Conceitos a trabalhar (palavras chave): Micropedagogia; Estratégias; Escuta ativa; Colaboração; Questionamento, Problematização; Ritual; Corpo; Voz; Comunicação; Foco; Atenção; Dramaturgia; Performance; Instalação; Autobiografia; Dispositivo; Impulso, Resposta Criativa; Resumo dos conteúdos: Transdisciplinaridade. Dinâmicas de apresentação; O corpo no espaço; Escuta ativa; A voz e o corpo no processo comunicativo; A atenção: interior e exterior; Gestão de energia; Relaxamento e confiança; As biografias pessoais na sua relação com os conteúdos programáticos; Abstração e concreto; Instalação, performance, e outros dispositivos; Diferentes suportes tecnológicos; Criação de experiências/momentos de aprendizagem conceito de micropedagogia. Métodos de Colaboração; Dramaturgia emergente e a planificação de uma atividade; Metodologias horizontais; Aquecimento, arrefecimento e ritual; Mente crítica e criativa; A pergunta e o diálogo como elementos do processo. Organização das sessões 1ª Sessão (6 horas) - Atividades de apresentação individual e partilha de expectativas; - Exercícios de ocupação do espaço e de disrupção do espaço: - Jogo - Criação de uma instalação performativa sobre memórias pessoais associado a um conteúdo programático; 2ª Sessão (6 horas) - Reflexão crítica e criativa: de que forma a dinâmica da sessão anterior se aplica à realidade da prática letiva? - Criação colaborativa de várias micropedagogias a partir da máquina para desbloquear problemas; - Partilha das micropedagogias criadas em colaboração a partir dos problemas de cada participante; - Síntese final. 3ª Sessão (7 horas) - Exercícios de aquecimento: como é que eu me preparo enquanto professor para entrar numa sala de aula; - Sessão de pensamento; o que fazer com as perguntas e saber fazer perguntas na sala de aula - Exercícios sobre o impulso e a ação-reação; - Corporizações: exemplos práticos; - Isto não é matéria: criação de propostas que partem de conteúdos programáticos, criados a partir de exercícios dramáticos (escrita, corpo, voz). 4ª Sessão (6 horas) - O que é trabalhar em grupo: criação de colaborações pedagógicas e transdisciplinares a partir de metodologias e processos colaborativos; - Criação de uma máquina poética portátil para desbloquear problemas pedagógicos a partir do material de cada participante; - Exercícios de arrefecimento e de fecho: a aula como um ritual; - Síntese final.
Metodologias
As sessões terão uma forte componente interativa e prática. Haverá momentos expositivos e demonstrativos dos modelos, dos materiais e das técnicas a abordar, seguidos de momentos práticos de exploração e concretização de exercícios. Apesar dos conteúdos do programa serem abordados de uma forma maioritariamente prática serão inseridas contextualizações teóricas em pontos-chave das sessões, onde serão disponibilizados aos participantes os elementos informativos e formativos que permitirão uma abordagem mais sustentada das especificidades do tema, em suporte papel e consulta de uma bibliografia de referência. Na última sessão da ação formativa, os participantes deverão apresentar uma micropedagogia aplicada a um conteúdo a definir durante a formação, nos moldes definidos pela formadora.
Avaliação
Este é um curso de aprendizagem eminentemente prática, que desenvolve o seu programa apoiado predominantemente no método ativo. O domínio dos conteúdos só poderá ser alcançado através da realização de exercícios práticos. Por esse motivo, o trabalho desenvolvido nas sessões assenta sobretudo na realização de exercícios e de experimentação sobre um conteúdo específico. A avaliação dos formandos terá em conta a sua assiduidade e a sua participação nas sessões, bem como a realização de um exercício final (instrumento de avaliação) em que aborda os conteúdos trabalhados e evidencia a sua aplicabilidade ao contexto da sala de aula. Os formandos serão avaliados de 0 a 10 valores, conforme Carta Circular n.º 3 de 2007, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela formadora e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.
Bibliografia
AA.VV. (2017) 10 X 10 Ensaios entre Arte e Educação, Edição Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa Link: https://gulbenkian.pt/en/news-en/art-and-education/ASLAN, Odette (2003) Le Corps en Jeu; Paris: Centre National de la Recherche ScientifiqueBOULDREY, Brian (2000) The Autobiography Box: A Step-by-Step Kit For Examining the Life Worth Living; San Francisco: Chronicle BooksCAM, P. (2006) Twenty Thinking Tools. Collaborative Inquiry for the Classroom. Victoria: ACER Press.MENDONÇA, D. (2008) Lets talk about emotions, Thinking The Journal of Philosophy for Children, Volume 19, Number 2 & 3, pp. 57-63.
Observações
21 de março 18 de abril 9 de maio 16 de maio Entre as 10h às 13h (3h) + 14h30 às 17h30 (3h) e no último sábado 10h às 13h (3h) + 14h30 às 18h30 (4h)
INSCREVER-ME
A IMPORTÂNCIA DOS PRIMEIROS MIL DIAS DE VIDA
Professores dos Grupos 910, 920 e 930
Curso
25.0 horas
Presencial
Professores dos Grupos 910, 920 e 930
CAPACITAR EDUCADORES EM DESENVOLVIMENTO INICIAL porque as evidências científicas demonstram que quanto mais cedo forem capazes de identificar as perturbações do neurodesenvolvimento, mais cedo acontecerá a intervenção e melhor será o prognóstico
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Ref. 593T1 Inscrições abertas até 06-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137743/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 13-04-2026
Fim: 01-06-2026
Regime: Presencial
Local: Faro
Formador
Aliny Lamoglia
Destinatários
Professores dos Grupos 910, 920 e 930
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 910, 920 e 930. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 910, 920 e 930.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
CAPACITAR EDUCADORES EM DESENVOLVIMENTO INICIAL porque as evidências científicas demonstram que quanto mais cedo forem capazes de identificar as perturbações do neurodesenvolvimento, mais cedo acontecerá a intervenção e melhor será o prognóstico
Objetivos
- Estudar a constituição psíquica Bases teóricas dos 0 aos 3 anos - Conhecer os biomarcadores do Desenvolvimento Típico para identificá-los nos bebês e crianças - Conhecer que é a Perturbação do Espectro do Autismo - Aprender a aplicar instrumentos de rastreio - Conhecer estratégias de intervenção
Conteúdos
- O que diz o Interacionismo de Vygotsky (1896-1934) sobre como a criança aprende (Livros Pensamento & Linguagem (1993) e A Formação Social da Mente (1994)) - Cuidado ao longo da vida da criança - Vulnerabilidades Clínicas que podem afetar o desenvolvimento - Vulnerabilidades Sociais que podem afetar o desenvolvimento - Análise e discussão de um caso clínico com metodologia ativa - A Comunicação como Chave para a Aprendizagem - Contato visual, imitação, gestos, representação simbólica e linguagem referencial - Origens Culturais da Cognição por Michael Tomasello (2003) - Por que intervir precocemente - Definição de Perturbações do Espectro do Autismo - Abordagens teóricas - Critérios Diagnósticos DSM-V (APA, 2013) e CID 11 (OMS, 2022) - Níveis de Suporte I, II e III - Discussão de um caso clínico com metodologia ativa - Os Biomarcadores propriamente ditos - Habilidades Sociais em bebés - Comunicação não-verbal e verbal em bebés (apresentação dos vídeos com bebês com TEA e com Desenvolvimento Típico) - O Social Attention and Communication Surveillance (SACS) (Barbaro & Dissanayake, 2011, 2013, 2020) - O M-CHAT(R) - Neuroplasticidade - O surgimento do Son-Rise Program (apresentação de trecho do filme que deu origem ao SRP) - Os 4 princípios fundamentais - A Intervenção - Discussão do vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=ruh5gIS7be4) - Sintonia do Olhar - Comunicação Não-verbal - Comunicação Verbal - Flexibilização do Pensamento - O papel da equipe E-multi (Implicações no Desenvolvimento Vygotsky) - Dinâmica de perguntas e respostas - Discussão do Material para Registro de Sinais de Alerta para TEA - Devolutiva da observação - Avaliação da capacitação
Metodologias
Sessões expositivas e presenciais com metodologias ativas Metodologia interativa (técnicas: seminário, bola de neve, aquário, serrote) Materiais necessários: Projetor, Áudio, Wi-Fi, papel A4, lápis e canetas, fita-cola, flip-chart
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos será realizada através da entrega da ficha de acompanhamento de uma criança (típica ou atípica) para a identificação dos biomarcadores do desenvolvimento. A aprovação no curso dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
- Vygotsky, L.S. Pensamento & Linguagem (1993)- Vygotsky, L.S. A Formação Social da Mente (1994)- Tomasello, M. Origens Culturais da Aquisição do Conhecimento Humano (2003)- DSM-V (APA, 2013)- Barbaro, J. & Dissanayake, C. Social Attention and Communication Surveillance (SACS) 2011, 2013, 2020.
Observações
13, 20 e 27 de abril; 04, 11, 18 e 25 de maio e 1 de junho de 2026 - 17h30 às 20h30
INSCREVER-ME
CULTURA, HISTÓRIA E EDUCAÇÃO ROMA/CIGANAS EM CONTEXTO PORTUGUÊS
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Curso
25.0 horas
Presencial
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
As comunidades ciganas em Portugal, não obstante os avanços significativos das últimas três décadas no acesso e permanência na escola, continuam a apresentar níveis de abandono e insucesso muito superiores face aos restantes grupos socioculturais. Para além de haver necessidade de incrementar as políticas ...
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Ref. 516T1 Inscrições abertas até 30-03-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134641/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 14-04-2026
Fim: 02-06-2026
Regime: Presencial
Local: Faro
Formador
Paula Solange de Oliveira Calão Ferrinho
Destinatários
Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
As comunidades ciganas em Portugal, não obstante os avanços significativos das últimas três décadas no acesso e permanência na escola, continuam a apresentar níveis de abandono e insucesso muito superiores face aos restantes grupos socioculturais. Para além de haver necessidade de incrementar as políticas públicas dirigidas especificamente para a promoção da sua escolarização e sucesso educativo, a investigação evidencia a importância de uma maior articulação escola-família-comunidade-sociedade, assim como um trabalho diferenciado nas escolas. A formação contínua de docentes e outros profissionais em práticas educativas inclusivas e antirracistas, no quadro de uma educação intercultural e promotora dos direitos humanos, é essencial à escolarização bem-sucedida de crianças e jovens ciganos. Este curso integra-se na Roma and Traveller Division of the Council of Europe e na sequência do projeto INSCHOOLS (Inclusive Schools: Making a Difference for Roma Children), sendo financiado pelo Conselho da Europa e desenvolvido em parceria com o ME-DGE. Tem como finalidade formar formadores/as de professores/as nas escolas portuguesas (Portugal continental) sobre história e cultura ciganas, bem como em práticas educativas promotoras da integração e sucesso das crianças e jovens ciganos nas escolas.
Objetivos
Dar a conhecer a cultura e a história do povo cigano; Promover a consciencialização sobre a importância de conhecer as mentes culturais dos alunos para aumentar seu sucesso académico; Sensibilizar para a importância da implementação de práticas inclusivas de qualidade, focadas nos direitos humanos e valores fundamentais; Apresentar e promover as normas europeias de educação inclusiva e antirracista, não colonial, e relacioná-las com as leis educativas portuguesas; Promover as normas do Conselho da Europa nos documentos europeus; Refletir sobre o papel das escolas, professores/as e pessoal não docente na promoção da educação e práticas interculturais antirracistas entre crianças e famílias ciganas e não ciganas; Partilhar práticas pedagógicas que promovam a inclusão e o sucesso educativo das crianças e jovens ciganos; Desenvolver a capacidade de analisar situações desafiantes da vida real e desenvolver soluções, em contexto de formação/escola/sala de aula, através de abordagens baseadas nos direitos humanos, na participação, na igualdade, na interculturalidade, no antirracismo e na cidadania ativa.
Conteúdos
1. Quadro legislativo nacional e internacional dirigido às comunidades Roma: conceitos, políticas, recomendações, documentos de referência, instrumentos. 2. História e cultura ciganas: contexto histórico, grupos Roma, tradições culturais, movimentos emancipatórios, genocídio, respostas sociais e económicas. 3. Desconstrução de estereótipos: representações sociais das comunidades Roma e seu impacto social e educativo 4. Conceitos-chave para uma sociedade e escola antirracistas e interculturais (minorias, igualdade, preconceito, discriminação, racismo, bilinguismo cultural, dispositivos pedagógicos, etc.) e para uma prática pedagógica fundamentada (apoio à diversidade, pedagogia inclusiva, pedagogia para a autonomia) 5. Análise e discussão de práticas profissionais: modelos de concetualização da diferença, tipos de escola emergentes desses modelos, o docente monocultural e inter/multicultural, scaffolding pedagógico, desenvolvimento profissional e supervisão interpares.
Metodologias
O curso está organizado em sessões de natureza teórico-prática, incluindo momentos de exposição e atividades de reflexão e aplicação para a ação profissional. Aos momentos de exposição, seguir-se-ão atividades de reflexão em pequeno grupo, a partir de questões orientadoras, excertos de textos, imagens, fotos e outros recursos que suscitem análise e reflexão sobre situações e práticas sociais e educativas de inclusão/ exclusão. Às discussões em grupo, seguir-se-ão momentos de reflexão e síntese em grande grupo. Os/As formandos/as terão ainda acesso a propostas de atividades e de recursos que poderão usar em situações futuras de replicação do curso. Após cada sessão de formação, haverá uma curta atividade a realizar em trabalho autónomo (ex.: leitura de um texto, visionamento de um vídeo, uma atividade de pesquisa, etc.), sendo os resultados dessa atividade discutidos na sessão seguinte. No final do curso o/as formando/as serão convidado/as a avaliar o curso através de um questionário no Google forms.
Avaliação
Os conteúdos do curso serão objeto de análise e discussão durante o curso, esperando-se, no seu final, a realização de uma atividade integradora. Esta atividade assumirá o formato de uma planificação da replicação do curso, seguindo um guião dado pela equipa de formação, uma tarefa relevante para a atividade profissional e impacto do curso, vez que o/as formando/as serão chamados a replicar o curso nos CFAE aos quais pertencem.
Bibliografia
Ainscow, M. & Booth, T. (2002). Index for inclusion: Developing learning and participation in schools. Versão portuguesa: https://apcrsi.pt/dossiers_old/inclusao/index_para_a_inclusao.pdfCasa-Nova, M.J. (2020). Portugueses ciganos: Exclusão social ou não-integração?. In R. Vieira, J. C. Marques, P. Silva, A. M. Vieira, & C. Margarido (Eds.), Migrações, minorias étnicas, políticas sociais e (trans)formações (pp.49-70). Ed. AfrontamentoCasa-Nova, M. J., Moreira, M. A., Silva D., Rodrigues, J., & Ribeiro, L. (2020). RISE Roma Inclusive School Experience. A experiência portuguesa/ The portuguese experience. ACM - OBCIG. https://hdl.handle.net/1822/85365Direção-Geral da Educação (DGE) (2019). Promover a inclusão e o sucesso educativo das comunidades ciganas - Guião para as escolas/ Promote the inclusion and educational success of Roma communities - Guide for schools. https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/ECidadania/Educacao_Intercultural/documentos/guiao_comunidades_ciganas.pdfEstratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas. https://www.acm.gov.pt/documents/10181/52642/enicc_ACM.pdf/42f8ef57-8cd7-4118-9170-9fcd9bc53ec2
Observações
1ª SESSÃO: 14 ABRIL 2026 - 17:30-20:30h; 2ª SESSÃO: 21 ABRIL 2026 - 17:30-20:30h; 3ª SESSÃO: 28 ABRIL 2026- 17:30-20:30h; 4ª SESSÃO: 5 MAIO 2026 - 17:30-20:30h; 5ª SESSÃO: 12 MAIO 2026 - 17:30-20:30h; 6ª SESSÃO: 19 MAIO 2026 - 17:30-20:30h; 7ª SESSÃO: 26 MAIO 2026 - 17:30-21:00h; 8ª SESSÃO: 02 JUNHO 2026 - 17:30-21:00h.
INSCREVER-ME
Ref. 609T1 Inscrições abertas até 06-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 609 CD n.º47 20.02.2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 14-04-2026
Fim: 14-04-2026
Regime: Presencial
Local: Auditório da Escola Pinheiro e Rosa , entre as 17h30 e as 20h30
Formador
Ana Isabel Soares
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação da Associação de Escolas da Ria Formosa e Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve
Objetivos
- Explorar a diversidade estética da poesia portuguesa dos séculos XX e XXI; - Aprofundar leituras das principais vozes poéticos do período; - Promover o diálogo interdisciplinar entre a literatura e as artes; - Estimular a investigação e a divulgação na comunidade educativa.
INSCREVER-ME
RECICLAGEM DE LGP
TSO - Técnicos Superior - Exclusivo para Técnicos de Língua Gestual Portuguesa
Curso
25.0 horas
Presencial
Pessoal não docente;
Em função do plano de atividades: A ação alinha-se com a necessidade de atualização de competências dos profissionais que apoiam os alunos com necessidades diversas, em conformidade com os princípios do Decreto-Lei n.º54/2018.
Em função dos destinatários: A ação visa atualizar e aprofundar o conhecimento ...
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Ref. 604T1 Inscrições abertas até 07-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: DGAE/1628/2025
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 14-04-2026
Fim: 02-06-2026
Regime: Presencial
Local: Escola E.B. 2/3 Santo António - Faro
Formador
Susana Conceição Ferreira Cunha Cardoso
Destinatários
Pessoal não docente;
Acreditado pelo
DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A ação alinha-se com a necessidade de atualização de competências dos profissionais que apoiam os alunos com necessidades diversas, em conformidade com os princípios do Decreto-Lei n.º54/2018. Em função dos destinatários: A ação visa atualizar e aprofundar o conhecimento especializado sobre vocabulário de LGP.
Objetivos
Aquisição de novo vocabulário em LGP, de várias áreas, para um melhor desempenho de funções por parte dos profissionais que trabalham com a comunidade surda.
Conteúdos
Vocabulário nas seguintes áreas: Audiovisuais; Comunicação e Marketing; Ciências e Tecnologias; Línguas e Humanidades; Temas da Atualidade.
Avaliação
Avaliação quantitativa e qualitativa.
Modelo
Ponderação participação: 30; Ponderação assiduidade: 20; Ponderação testes/trabalhos escritos: 50. Questionário a preencher pelos formandos para avaliar a ação; Questionário a preencher pelos formadores para avaliar a ação; Relatório final da entidade formadora; Relatório final do formador.
Bibliografia
Língua gestual portuguesa: história, sociolínguista e política linguística/Filipe Venade de Sousa.-1ª ed. - Lisboa CARVALHO, Paulo Vaz (2011). Literatura das Línguas Gestuais, Universidade Católica Editora, Pro_LGP:11. AMARAL, Maria Augusta, COUTINHO, Amândio e Delgado MARTINS, Raquel (1994). Para Uma Gramática da Língua Gestual Portuguesa. Lisboa: Editorial Carminho.
Observações
14/04 21/04 28/04 05/05 12/05 19/05 26/05 (TERÇAS-FEIRAS - 16h30 às 19h30) 02/06 (Terça-feira - 16h30 às 20h30)
INSCREVER-ME
O CONTO TRADICIONAL NA SALA DE AULA
Professores dos Grupos 100, 110, 200, 210 e 220
Oficina
25.0 horas
Presencial
Professores dos Grupos 100, 110, 200, 210 e 220
A ação visa capacitar professores no uso da narração oral como ferramenta pedagógica, promovendo a escuta ativa, a imaginação e a participação dos alunos. Alinhada com as necessidades expressas pelos Agrupamentos, reforça a valorização do conto tradicional no ensino e responde à necessidade curricular de ...
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Ref. 515T1 Inscrições abertas até 10-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135151/25
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 25.0 horas (12.5 horas presenciais + 12.5 horas de trabalho autónomo)
Início: 15-04-2026
Fim: 27-05-2026
Regime: Presencial
Local: None
Formador
Luis Correia Carmelo
Destinatários
Professores dos Grupos 100, 110, 200, 210 e 220
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110, 200, 210 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100, 110, 200, 210 e 220.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A ação visa capacitar professores no uso da narração oral como ferramenta pedagógica, promovendo a escuta ativa, a imaginação e a participação dos alunos. Alinhada com as necessidades expressas pelos Agrupamentos, reforça a valorização do conto tradicional no ensino e responde à necessidade curricular de desenvolver a expressão oral. A formação oferece estratégias práticas para integrar a oralidade na sala de aula, fortalece as competências do professores e garante a continuidade da tradição oral no contexto escolar.
Objetivos
Promover práticas de narração oral de histórias em contexto de sala de aula enquanto ferramenta lúdica e pedagógica. Desenvolver conhecimentos e competências expressivas para contar histórias a partir do repertório de contos de tradição oral portuguesa. Disponibilizar recursos essenciais para uma aproximação aos contos tradicionais. Sensibilizar professores para os preconceitos, estereótipos e valores presentes no seu património imaterial, de forma atualizar esse mesmo repertório, ainda que respeitando e valorizando a sua identidade cultural.
Conteúdos
1. Ontologia e epistemologia do conto de tradição oral: definição do conto de tradição oral e breve história dos estudos sobre as narrativas tradicionais, as suas teorias e metodologias, do Romantismo às atuais teorias de género, passando pelos métodos comparativos e estruturalistas. 2. Do porquê de contar histórias na sala de aula: desafios, metodologias e ganhos das práticas de narração na aquisição de competências linguísticas e expressivas (orais e escritas) e sociais, assim como na transmissão de conteúdos e valores. 3. Apresentação de recursos e a sua utilização na pesquisa de contos de tradição oral: do Catálogo do Conto Tradicional Português, dos arquivos, coletâneas, até aos meios digitais. 4. Do ouvir/ler ao contar: processos criativos de apropriação dos contos, adaptação, mnemónica e oralização. 5. A experiência do contar histórias: recursos expressivos para a narração oral (narrativos, prosódicos e quinésicos) e estratégicas fáticas para a gestão da atenção, participação e interpretação por parte dos ouvintes.
Avaliação
Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo com as cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A avaliação dos formandos centra-se no grau de conhecimento e capacidade de utilização dos recursos disponibilizados e na manifestação das competências adquiridas.
Bibliografia
Cardigos, Isabel D. e Correia, Paulo J. 2015. Catálogo dos contos tradicionais portugueses. Dois volumes. Porto: Edições Afrontamento.Egan,Egan, Kieran. 1989. Teaching as story telling: an approach to teaching and curriculum in the elementary school. Chicago: The University of Chicago Press.Girardello, Gilka. 2014. Uma clareira no bosque: contar histórias na escola. Campinas: Papyrus. Machado, Regina. 2004. Acordais: fundamentos teórico-poéticos da arte de contar histórias. São Paulo: DCL.Egan Traça, E. 1992. O Fio da memória: do conto popular ao conto para crianças (2ª ed.). Porto: Porto Editora.
Observações
15.04 -17h às 20h00 29.04 -17h às 20h00 13.05 -17h às 20h00 27.05 - 17h às 20h30
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A ARTE COMO FERRAMENTA NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Curso
25.0 horas
b-learning
Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
O trabalho colaborativo e ambientes de trabalho multidisciplinares do professor e a comunidade escolar são essenciais para uma educação inclusiva. A criação de projetos e dinâmicas ativas, de interesse de necessidade para os alunos, os professores e a comunidade escolar incentiva um aprendizagem a partir ...
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Ref. 506T1 Inscrições abertas até 06-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137617/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 16-04-2026
Fim: 29-05-2026
Regime: b-learning
Local: Faro
Formador
Estrella Luna Muñoz
Destinatários
Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores do Ensino Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O trabalho colaborativo e ambientes de trabalho multidisciplinares do professor e a comunidade escolar são essenciais para uma educação inclusiva. A criação de projetos e dinâmicas ativas, de interesse de necessidade para os alunos, os professores e a comunidade escolar incentiva um aprendizagem a partir da experiência. A arte, a cultura e o património podem ser consideradas ferramentas que de forma criativa, criem uma adaptação curricular em conjunto com as competências e habilidades do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Pelo que a prática e desenvolvimento do professor nestas dinâmicas procurando estratégias de trabalho diferenciado dos alunos, apoia o desenvolvimento da sua autonomia, de responsabilidade e de reflexão no seu próprio processo de aprendizagem.
Objetivos
No final da formação, os participantes deverão ser capazes de: Criar, aplicar e avaliar projetos de educação inclusiva dentro do curriculum, através da arte, da cultura, o património e as plataformas digitais. Implementar dinâmicas pedagógicas multidisciplinares, com a comunidade escolar em conjunto com o aluno como ferramentas de aprendizagem. Desenvolver as competências e habilidades do aluno a partir de um trabalho diferenciado do aluno. Acompanhamento, monitorização e autoavaliação.
Conteúdos
Parte I. Planificação 1.Definição de objetivos para a inclusão e sucesso escolar em construção, comunicação e colaboração com uma equipa multidisciplinar (pessoal docente, pessoal técnico e encarregados de educação). 2.Conhecer o aluno, a diversidade dos alunos e a construção de percursos diferenciados. Identificação de recursos nascêssemos as motivações, interesses e curiosidade para o desenvolvimento do trabalho autónomo do aluno. Parte II. Criação e integração 3.Metodologias ativas, participativas e inclusivas internacionais. Criação e desenvolvimento de projetos interdisciplinares, junto com dinâmicas pedagógicas através da arte, da cultura, o património e as plataformas digitais. 4. Integração de projetos com o curriculum escolar. Aprendizagem a partir da experiência, da troca de conhecimento, do jogo, a interação com a comunidade escolar e a localidade. 5.Identificação das competências, habilidades e potencialidades do aluno. Implementação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Parte III. Monitorização e avaliação 6.Dialogo intercultural e consciência social. Respeito, equidade, igualdade, gestão de conflitos e resolução de problemas. 7.Acompanhamento, monitorização e avaliação. Trabalho diferenciado do aluno.
Metodologias
Metodologia participativa e ativa com dinâmicas de grupo. Aprendizagem a partir da experiência, da prática, da reflexão e do team building.
Avaliação
Formativa, através da participação, trabalho em equipa e pensamento critico nos exercícios realizados nas sessões presenciais . Registo audiovisual do processo de realização do projeto final através de uma plataforma digital. Criatividade, comunicação e utilização digital e tecnológica. Autoavaliação individual e grupal do processo, autonomia, desempenho e do produto final
Bibliografia
CNE. (2021). Estado da Educação 2020. Portugal: CNE. Disponível em: https://www.cnedu.pt/pt/noticias/cne/1617-estado-educacao-2019Costa, J., & Couvaneiro, J. (2019). Conhecimentos vs. Competências: Uma Dicotomia Disparada na Educação. Lisboa:Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho da Presidência do Conselho de Ministros, Educação. Diário da República n.º 129/2018, Série I de 2018- 07-06, páginas 2918 2928 (Educação Inclusiva)Monteiro, R. (Coord.). (2017). Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Lisboa: DGE.UNESCO. (2016). Education 2030: Incheon Declaration and Framework for Action for the implementation of Sustainable Development Goal 4: Ensure inclusive and equitable quality education and promote lifelong learning opportunities for all. Republic of Korea: UNESCO.
Observações
16/04/2026 16:30-19:30 hrs 3 horas Presencial 17/04/2026 16:30-19:30 hrs 3 horas Presencial 23/04/2026 17:00-19:30 hrs 2 horas e 30 minutos Online 30/04/2026 17:00-19:30 hrs 2 horas e 30 minutos Online 7/05/2026 17:00-19:30 hrs 2 horas e 30 minutos Online 14/05/2026 17:00-19:30 hrs 2 horas e 30 minutos Online 21/05/2026 16:30-19:30 hrs 3 horas Online 28/05/2026 16:30-19:30 hrs 3 horas Presencial 29/05/2026 16:30-19:30 hrs 3 horas Presencial
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ARTES VISUAIS PARA QUÊ? NOVAS PRÁTICAS E ABORDAGENS AO CURRÍCULO NO ENSINO DA EDUCAÇÃO ARTÍSTICA NO 1º CICLO
Professores do 1º Ciclo;
Curso
25.0 horas
Presencial
Professores do Grupo 110
A prática das Artes Visuais (antiga expressão plástica) no 1º ciclo representa um desafio para os professores da educação básica. É reconhecido na literatura científica sobre esta temática a existência de uma grande lacuna de falta de formação ao longo da carreira, sendo o contexto da atual reforma ...
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Ref. 517T1 Inscrições abertas até 10-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134828/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 16-04-2026
Fim: 18-06-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas João de Deus - Faro
Formador
João Álvaro Rodrigues Fernandes
Destinatários
Professores do Grupo 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A prática das Artes Visuais (antiga expressão plástica) no 1º ciclo representa um desafio para os professores da educação básica. É reconhecido na literatura científica sobre esta temática a existência de uma grande lacuna de falta de formação ao longo da carreira, sendo o contexto da atual reforma curricular uma dificuldade acrescida ao entendimento do documento, dos seus objetivos e principalmente às mudanças na prática pedagógica pretendidas com a nova filosofia curricular. Pretendemos abordar a temática numa perspetiva crítica, questionando o como, quando e como, discutindo os conceitos em mutação e a sua ação prática na sala de aula. Em suma, ajudar os professores a desenvolver abordagens que possibilitem o alcance das várias aprendizagens descritas no documento das Aprendizagens Essenciais da Educação Artística no 1º ciclo.É também de salientar a importância intrínseca que a Educação Artística deve representar nos diferentes Projetos Culturais de Escola, sendo como uma disciplina autónoma ou como integrante de projetos transdisciplinares. Neste sentido, é importante que os professores de 1º ciclo desenvolvam competências pedagógicas que possibilitem a integração das artes visuais nos projetos escolares. Salientamos também a importância da interação com os formandos, ouvindo as visões e perceções sobre a temática, despertando desafios e aprender através da audição, interpretação e criação.
Objetivos
Identificar práticas e paradigmas do ensino das artes visuais para a infância no contexto escolar; Contribuir para melhorar as práticas pedagógicas dos professores no contexto atual das Aprendizagens Essenciais; Desenvolver curricularmente estratégias práticas assentes nas aprendizagens essenciais, de: experimentação e criação, interpretação e comunicação, apropriação e reflexão; Conhecer vários recursos pedagógicos tecnológicos, em suporte físico e digital; Explorar potencialidades das artes visuais em projetos escolares.
Conteúdos
Abordagem teórico-prática às metodologias do ensino das artes visuais para crianças; Exploração de recursos tecnológicos; Construção de propostas pedagógicas baseadas nas Aprendizagens Essenciais;
Metodologias
O curso de formação desenvolve-se a partir de aulas teórico-práticas em regime presencial, privilegiando uma metodologia interativa e participativa. Pretende-se desenvolver uma abordagem crítica dos conteúdos e conceitos abordados, diversificando as abordagens práticas. A ação de formação desenvolve-se entre duas sessões de abordagem teórica dos conteúdos, posteriormente serão realizadas duas sessões de abordagem prática.
Avaliação
Participação nas atividades ao longo da formação 25% Trabalho final e partilha 25% Reflexão crítica 50%
Bibliografia
Acaso, M. (2018). Pedagogias invisibles: el espácio del aula como discurso. Los Libros de la Catarata. Acaso, M. (2014). La educación artística no son manualidades: nuevas práticas em la ensenãnza de las artes y la cultura visual. Los Libros de la Catarata. Hernández, F. (2012). Espigador@s de la cultura visual: outra narrativa para la educación de las artes visuales. Ediciones Octaedro. Ministério da Educação (2017). Aprendizagens Essenciais. Articulação com o Perfil dos Alunos. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Pacheco, J. A., & Maia, I. B. (2019). Para uma análise crítica das políticas curriculares no contexto global e no sistema educativo português. In F. C. Silva & C. X. Filha (Org.), Conhecimentos em disputa na base nacional curricular comum (pp. 43-54). Campo Grande: Editora Oeste.
Observações
16.04 / 23.04 / 30.04 / 07.05 / 14.05 21.05 / 28.05 / 03.06 / 11.06 / 18.06 (10 Sessões - 5ª feira - 2h30 - 18h00 às 20h30)
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CENTRO DE FORMAÇÃO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS DA RIA FORMOSA
CCPFC/ENT-AE- 1483/23
VALIDADE: 11.09.2026






