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DIVULGAÇÃO

325

RELATÓRIO TÉCNICO - PEDAGÓGICO
Professores Titulares de Turma e Diretores de Turma do Agrupamento de Escola Pinheiro e Rosa.

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Agr. Pinheiro e Rosa - 14h30 às 17h30 - sala 208

Decreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julho, alterado e republicado na Lei 116/2019 de 13 de setembro
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Ref. 239T1 Inscrições abertas até 12-12-2022

Registo de acreditação: Registo 239 CD nº35 31.10.2022

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 14-12-2022

Fim: 14-12-2022

Regime: Presencial

Local: Agr. Pinheiro e Rosa - 14h30 às 17h30 - sala 208

Formador

Hermínia Maria Nunes Santos Martins

Zélia de Jesus Rodrigues Ramos Rosão

Helena Cristina Mendonça Coelho de Sousa

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa/Agrupamento Pinheiro e Rosa

Razões

Decreto-Lei n.º 54/2018 de 6 de julho, alterado e republicado na Lei 116/2019 de 13 de setembro

Objetivos

Capacitar os docentes para a compreensão e elaboração do Relatório Técnico-Pedagógico (RTP) proposto no DL.

Conteúdos

Relatório Técnico-Pedagógico (RTP); Aprendizagens essenciais; Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.

Bibliografia

Documentos de trabalho: Lei 116/2019 de 13 de setembro; FAQs; Manual de apoio à prática da Educação Inclusiva; Aprendizagens essenciais; Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.



INSCREVER-ME
307

CAPACITAÇÃO DIGITAL DE DOCENTES NÍVEL 3
Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Local a definir

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa ...
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Ref. 210T0 Inscrições abertas até 25-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-109824/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-01-2023

Fim: 31-05-2023

Regime: Presencial

Local: None

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as competências digitais dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 3) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Pretende-se desenvolver com os docentes de nível 3 (C1/C2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e de processos que lhes permita potenciar as suas competências digitais na promoção de estratégias e ações inovadoras na comunidade educativa. São objetivos específicos: - formular estratégias pedagógicas inovadoras e promotoras das CD dos docentes e alunos; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - promover o desenvolvimento de ações que contribuam para os Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das suas escolas; - promover e estimular a reflexão, a partilha e a utilização crítica das tecnologias digitais em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1 e 2. - Exploração de documentos de enquadramento das políticas educativas. - Discussão, renovação e inovação na prática profissional. - Reflexão em torno de conceitos relacionados com escolas, professores e alunos digitalmente competentes. - Utilização das tecnologias digitais na colaboração e inovação pedagógica ao serviço da comunidade educativa. - Estratégias e metodologias relacionadas com o desenvolvimento curricular através de ambientes e ferramentas digitais. - Estratégias digitais de caráter científico-pedagógico promotoras do desenvolvimento profissional dos docentes. - Planeamento de atividades didático-pedagógicas promotoras do desenvolvimento da competência digital dos alunos. - Conceção de Planos de Ação para o Desenvolvimento Digital: conceitos, metodologias de desenvolvimento, implementação, monitorização, avaliação.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do referencial DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas inovadoras num ambiente colaborativo, de partilha e de reflexão; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação, partilha e avaliação; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento da componente de trabalho autónomo. Ao longo das sessões conjuntas estimular-se-á a criação e/ou participação e colaboração em comunidades de prática neste âmbito. No trabalho autónomo pretende-se estimular a planificação e conceção de ações que contribuam para a criação dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital, bem como para a sua regular monitorização e posterior avaliação. Na última sessão presencial os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se momentos para a partilha e reflexão.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN EU Science Hub (2018). Self-reflection tool for digitally capable schools (SELFIE). Disponível em: https://ec.europa.eu/jrc/en/digcomporg/selfie-tool Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf


Observações

Após o fecho das inscrições, enviaremos o cronograma e o local de realização - presencial


INSCREVER-ME

307
310

CAPACITAÇÃO DIGITAL DE DOCENTES NÍVEL 2

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Local a definir

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa ...
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Ref. 136T0 Inscrições abertas até 25-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-109825/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-01-2023

Fim: 31-05-2023

Regime: Presencial

Local: None

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores, da Comissão Europeia (DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 2) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de competências digitais dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 2 (B1/B2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (C1/C2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento, aprofundamento e densificação das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes para a implementação de atividades que promovam a aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos; - estimular a reflexão, partilha e utilização crítica das tecnologias em contexto educativo.

Conteúdos

Os conteúdos da ação surgem, em sentido articulado e incremental, com os conteúdos da formação de nível 1. - Documentos de enquadramento das políticas educativas. - Envolvimento profissional: Discussão, renovação e inovação na prática profissional. Processos de liderança na era digital. - Recursos Educativos Digitais (RED): Utilização de estratégias e RED avançados de forma abrangente. Promoção da utilização de RED de forma colaborativa. - Ensino e Aprendizagem: Renovação da prática de ensino de forma estratégica e intencional. Inovação no processo de ensino e de aprendizagem em diferentes modalidades de ensino. - Avaliação das aprendizagens: Reflexão crítica sobre estratégias de avaliação digital. Inovação na avaliação das aprendizagens com recursos a soluções digitais. - CD dos Alunos: Promoção da CD dos alunos de forma abrangente e crítica. Inovação no envolvimento dos alunos utilizando formatos inovadores para promover a sua CD. - Planeamento da formação e aprendizagem ao longo da vida.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Anexo(s)


Observações

PASTA - Nº 3-2022 Separador 3 - Candidatura ...000036 Turma 1 PASTA - Nº 3-2022 Separador 4 - Candidatura ...000036 Turma 2 PASTA - Nº 3-2022 Separador 5 - Candidatura ...000036 Turma 3 PASTA - Nº 3-2022 Separador 6 - Candidatura ...000036 Turma 4 PASTA - Nº 3-2022 Separador 7 - Candidatura ...000036 Turma 5 PASTA - Nº 4-2022 Separador 1 - Candidatura ...000036 Turma 6 PASTA - Nº 4-2022 Separador 2 - Candidatura ...000036 Turma 7 PASTA - Nº 6-2022 Separador 2 - Candidatura ...000036 Turma 8 PASTA - Nº 6-2022 Separador 3 - Candidatura ...000036 Turma 9 PASTA - Nº 6-2022 Separador 4 - Candidatura ...000036 Turma 10 PASTA - Nº 6-2022 Separador 5 - Candidatura ...000036 Turma 11 PASTA - Nº 6-2022 Separador 6 - Candidatura ...000036 Turma 12 PASTA - Nº 6-2022 Separador 7 - Candidatura ...000036 Turma 13 PASTA - Nº 6-2022 Separador 8 - Candidatura ...000036 Turma 14 PASTA - Nº 6-2022 Separador 9 - Candidatura ...000036 Turma 15


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311

CAPACITAÇÃO DIGITAL DE DOCENTES – NÍVEL 1

Oficina

 

50.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Local a definir

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação ...
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Ref. 94T0 Inscrições abertas até 25-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-109826/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50.0 horas

Início: 01-01-2023

Fim: 31-05-2023

Regime: Presencial

Local: None

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário, Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa/(DGE

Razões

O Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores da Comissão Europeia (doravante DigCompEdu), pretende promover a competência digital (CD) e a inovação na educação. É essencial que os docentes desenvolvam um conjunto de CD, de modo a tirar partido do potencial das tecnologias digitais. Esta ação visa contribuir para desenvolver as CD dos docentes do sistema educativo e formativo nacional (nível 1) e a sua capacidade para implementar estratégias inovadoras de ensino e de aprendizagem. Ambiciona-se, assim, criar condições favoráveis a práticas educativas que se revelem promotoras do desenvolvimento de CD dos alunos. Conjuntamente com esta formação, serão submetidas outras duas, articuladas ao nível da progressão dos conteúdos.

Objetivos

Esta ação de formação pretende desenvolver com os docentes de nível 1 (A1/A2 do DigCompEdu) um conjunto de conhecimentos e estratégias que lhes permita desenvolver CD do nível seguinte (B1/B2 do DigCompEdu). São objetivos específicos: - promover o desenvolvimento das CD dos docentes, tendo em vista as 6 áreas do referencial DigCompEdu; - capacitar os docentes para a realização de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino; - capacitar os docentes na utilização significativa de ambientes e ferramentas digitais e definição de estratégias diversificadas de integração destes em contexto educativo; - capacitar os docentes para a implementação de atividades promotoras da aprendizagem e o desenvolvimento das CD dos alunos.

Conteúdos

1. Documentos enquadradores das políticas educativas atuais associados ao Plano nacional de Transição Digital. 2. Envolvimento profissional: Exploração de opções digitais para colaboração e comunicação institucional e melhoria da prática profissional. 3. Recursos Digitais: Exploração, seleção e adequação de RED ao contexto de aprendizagem. Utilização de RED interativos. 4. Ensino e Aprendizagem: Exploração de estratégias de ensino e de aprendizagem digital. Integração significativa de RED na melhoria de atividades de ensino e aprendizagem. 5. Avaliação das aprendizagens: Exploração de estratégias de avaliação digital. Melhoria das abordagens de avaliação através de soluções digitais. 6. CD dos Alunos: Exploração de estratégias de promoção e uso pedagógico de tecnologias digitais. Utilização de ferramentas e estratégias para suporte ao desenho e implementação de atividades de promoção da CD dos alunos. 7. Planificação de atividades com tecnologias digitais em diferentes modalidades de ensino.

Metodologias

As sessões presenciais são destinadas à exploração do DigCompEdu e reflexão sobre a articulação entre as áreas de competência; à realização de atividades práticas de partilha, suportadas por um ambiente colaborativo; à exploração de ferramentas digitais para o desenvolvimento de atividades de aprendizagem promotoras da colaboração, comunicação e avaliação; à planificação e criação de atividades a implementar na escola, que promovam o desenvolvimento das CD docente e, simultaneamente, dos alunos; à reflexão crítica sobre o desenvolvimento profissional docente. Em específico, na componente de trabalho autónomo, pretende-se assegurar a implementação das atividades planificadas nas sessões presenciais, em situações reais de ensino-aprendizagem com alunos, articulando o DigCompEdu com o respetivo currículo, e a reflexão sobre as práticas desenvolvidas. Na última sessão, os formandos apresentarão os resultados dessas atividades, com evidências, proporcionando-se a discussão e a partilha.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado e apresentado pelos formandos.

Bibliografia

Comissão Europeia (2020). Blended learning in school education – guidelines for the start of the academic year 2020/21. Disponível em: https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/resources/ publications/blended-learning-guidelines.htm Comissão Europeia (2018). Plano de Ação para a Educação Digital. Disponível em: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52018DC0022&from=EN Lucas, M., & Moreira, A. (2018). DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A.H, Tasiopoulou, E., & Wastiau, P. (2017). Open Book of Educational Innovation. European Schoolnet, Brussels. Disponível em: http://www.eun.org/documents/411753/817341/ Open_book_of_Innovational_Education.pdf Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Lisboa: ME

Anexo(s)


Observações

PASTA - Nº 2-2022 Separador 1 - Candidatura ...000036 Turma 1 PASTA - Nº 2-2022 Separador 2 - Candidatura ...000036 Turma 2 PASTA - Nº 2-2022 Separador 3 - Candidatura ...000036 Turma 3 PASTA - Nº 2-2022 Separador 4 - Candidatura ...000036 Turma 4 PASTA - Nº 2-2022 Separador 5 - Candidatura ...000036 Turma 5 PASTA - Nº 3-2022 Separador 1 - Candidatura ...000036 Turma 6 PASTA - Nº 3-2022 Separador 2 - Candidatura ...000036 Turma 7


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311
351

UTILIZAÇÃO DA GOOGLE DRIVE E DA GOOGLE CLASSROOM NO CONTEXTO DA FLEXIBILIDADE CURRICULAR

Curso

 

12.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Local a definir

Para fazer face aos novos desafios que a sociedade enfrenta o Decreto-lei nº 55/2018 conferiu autonomia às escolas de modo a garantir que todos os alunos adquiram os conhecimentos e desenvolvam capacidade e atitudes que contribuam para alcançar as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da ...
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Ref. 164T2 Inscrições abertas até 28-12-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-107609/20

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 12.0 horas

Início: 05-01-2023

Fim: 02-02-2023

Regime: Presencial

Local: None

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

Para fazer face aos novos desafios que a sociedade enfrenta o Decreto-lei nº 55/2018 conferiu autonomia às escolas de modo a garantir que todos os alunos adquiram os conhecimentos e desenvolvam capacidade e atitudes que contribuam para alcançar as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. A realização de aprendizagens significativas e o desenvolvimento de competências mais complexas pressupõem a capacidade de trabalhar colaborativamente (alunos, professores e professores com alunos). É por isso necessário proporcionar aos docentes a formação necessária para a optimização das tarefas de de caráter profissional e organizacional que, a todo o momento, são chamados a executar. A valorização do trabalho colaborativo e interdisciplinar, o desenvolvimento de ações estratégicas de ensino orientadas para o perfil dos alunos e o acompanhamento do progresso dos alunos na sua realização pode ser operacionalizada recorrendo aos serviços digitais disponibilizados pela Google Drive ou pela Google Classroom . Em síntese, o propósito da ação é dotar os docentes de capacidades para executar tarefas e, ao mesmo tempo, dar-lhes um sentido pedagógico contextualizado.

Objetivos

Saber utilizar os serviços Google como um recurso digital passível de apoiar atividades de aprendizagem ativa ● Saber utilizar os serviços Google em contexto de organização e gestão escolar; ● Contribuir para criar dinâmicas de trabalho colaborativo na escola ● Transferir ficheiros volumosos.

Conteúdos

● Potencialidades do trabalho colaborativo na Drive ● Criação de um ficheiro Doc, partilha e realização de trabalho colaborativo (planificações, atas, planos de atividades, etc.). ● Recomendações para a gestão e identificação de documentos digitais ● Google Chrome (gestão de conta, sincronização, passwords, incognito window) ● Google Sheet (grelhas de avaliação, cronogramas, listas de alunos e fotos) ● Formulários (aplicação formulário e visualização das respostas) ● Google photos (fotos da turma, álbuns, livros de fotos) ● Organização da conta de correio electrónico (etiquetas e filtros, contactos, anexos, etc.) ● A Drive e o Plano Anual de actividades no Agrupamento de Escolas João de Deus ● Os Slides como ferramenta para construir colaborativamente um livro ● O Wetransfer ● Classroom ● Calendário, tarefas e eventos ● Google keep

Metodologias

As atividades e tarefas serão trabalhadas, após o enquadramento teórico, com um acentuado carácter aplicado. Tendo em conta a matéria da ação serão utilizados todos os recursos tecnológicos para fornecer as ferramentas pedagógicas adequadas para uma utilização educativa contextualizada na escola e na comunidade.

Avaliação

Os formandos/participantes serão avaliados pela participação/presença e pelo empenhamento nas atividades promovidas, de modo continuado, tendo como referência os objetivos da ação e através da realização de um trabalho individual e/ou de grupo sobre as temáticas relacionadas com os conteúdos da ação, abordados nas diversas sessões. Serão tomados em consideração os seguintes aspetos: ● Participação – 25% ○ Realização das Tarefas nas Sessões ● Aquisição de conhecimentos – 60% ○ Produção de Trabalhos e/ou Materiais ○ Aplicação em contexto escolar ● Reflexão crítica – 15%

Bibliografia

Google for Educators: The Best Features for Busy Teachers Edutopia: George Lucas Educational Foundation https://www.edutopia.org/google-for-educators Welcome to your first day of Classroom Google for education: Teacher Center, https://teachercenter.withgoogle.com/first-day-trainings/welcome-to-classroom

Anexo(s)


Observações

PASTA - Nº 4-2022 Separador 4 - Candidatura ...000036


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351
291

APLICAÇÕES DO GEOGEBRA NO ENSINO DA MATEMÁTICA
Professores do grupo de recrutamento 500

Curso

 

12.0 horas

 

Presencial

 

Professores do grupo de recrutamento 500

Escola Francisco Lopes

Necessidade de saber trabalhar com ferramentas que permitam explorar os conteúdos do programa curricular de um modo interativo e dinâmico. O ensino à distância veio evidenciar ainda mais essa necessidade, pois obrigou a uma reformulação das metodologias tradicionais e reforçou a necessidade de o aluno ter ...
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Ref. 212T1 Inscrições abertas até 31-01-2023

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-114337/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 12.0 horas

Início: 13-02-2023

Fim: 24-03-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Francisco Lopes

Formador

Júlio César Martins R. Silva Paiva

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 500.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

Necessidade de saber trabalhar com ferramentas que permitam explorar os conteúdos do programa curricular de um modo interativo e dinâmico. O ensino à distância veio evidenciar ainda mais essa necessidade, pois obrigou a uma reformulação das metodologias tradicionais e reforçou a necessidade de o aluno ter um papel mais ativo no processo ensino/aprendizagem. O Geogebra é uma ferramenta versátil que poderá auxiliar os professores a desenvolver em sala de aula vários temas do currículo: geometria, funções, trigonometria, estatística, … . Este curso tem como pilar principal o desenvolvimento profissional dos professores e a aprendizagem cooperativa, com vista a uma efetiva alteração nas rotinas dos professores, encorajando-os a refletir sobre a sua prática letiva, a aprender a utilizar novas ferramentas digitais no sentido de desenvolver ações pedagógicas de sucesso, com recursos inovadores, capazes de estimular a motivação e o envolvimento dos alunos nas tarefas propostas em sala de aula.

Objetivos

•Capacitar os professores para as construções geométricas no Geogebra; •Construir atividades de aprendizagem no Geogebra relativos aos temas: Funções e Geometria que permitam a recolha de dados para avaliação. •Promover o trabalho cooperativo entre pares

Conteúdos

Explorar ferramentas do Geogebra, reconhecendo as potencialidades deste software educativo para o ensino de GM; Elaboração de tarefas de aprendizagem no domínio da Geometria e das Funções com recurso às aplicações do Geogebra.

Metodologias

Sessões teórico-práticas conjuntas, em regime presencial: exploração em grande grupo da aplicação Geogebra; realização, individual, das tarefas propostas; partilha e discussão, em grande grupo, das tarefas.

Avaliação

Processo de Formação (Participação nas atividades das sessões, partilha de conhecimentos, realização das tarefas propostas) (60%) Reflexão Crítica Individual (40%).

Bibliografia

Siqueira, R.; Tutorial para GeoGebra; disponível em http://www.telecom.uff.br/pet/petws/downloads/tutoriais/geogebra/Tutorial_GeoGebra.pdf Borbón A.; MANUAL PARA GEOGEBRA - Guías para geometría dinámica, animaciones y deslizadores; disponível em https://tecdigital.tec.ac.cr/revistamatematica/Secciones/Temas_de_Geometria/ABorbon_ManualGeogebraV11N1_2010/1_ABorbon_ManualGeogebra.pdf Santos, J., Silveira, A., Trocado, A. - GeoGebra e situações que envolvem modelação numa abordagem STEAM; disponível em https://arxiv.org/ftp/arxiv/papers/1907/1907.02099.pdf


Observações

13 de março de 2023 - 17h00 às 19h00 (2 horas) 20 de março de 2023 - 17h00 às 19h00 (2 horas) 27 de março 2023 - 17h00 às 19h00 (2 horas) 3 de abril de 2023 - 17h00 às 19h00 (2 horas) 17 de abril de 2023 - 17h00 às 19h00 (2 horas) 24 de abril de 2023 - 17h00 às19h00 (2 horas)


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291
287

MATERIAIS PEDAGÓGICOS E DESENVOLVIMENTO DE ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO PARA ALUNOS COM ADAPTAÇÕES CURRICULARES SIGNIFICATIVAS EM SALA DE AULA
Educadores de Infância, Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário e Professores de Educação Especial

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Educadores de Infância, Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário e Professores de Educação Especial

Escola EB 2,3 Carlos da Maia

As adaptações curriculares significativas constituem uma das medidas de suporte à aprendizagem e inclusão, previstas no Dec. Lei n.º 54/2018 de 6 de julho. São mobilizadas para alunos com fortes limitações ou barreiras à aprendizagem do currículo comum, equacionando aprendizagens curriculares ...
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Ref. 217T1 Inscrições abertas até 23-02-2022

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-118642/22

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 02-03-2023

Fim: 27-04-2023

Regime: e-learning

Local: Escola EB 2,3 Carlos da Maia

Formador

Paula Solange de Oliveira Calão Ferrinho

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos 1º, 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Razões

As adaptações curriculares significativas constituem uma das medidas de suporte à aprendizagem e inclusão, previstas no Dec. Lei n.º 54/2018 de 6 de julho. São mobilizadas para alunos com fortes limitações ou barreiras à aprendizagem do currículo comum, equacionando aprendizagens curriculares substitutivas, com vista a atingir as competências das áreas do PASEO. A interpretação de conceitos e modelos de operacionalização têm vindo a ser aperfeiçoados com base na reflexão e análise mais aprofundada dos dispositivos legais e das práticas implementadas em cada agrupamento de escolas. Assim sendo esta ação visa capacitar acerca da função e responsabilidade dos docentes na identificação, definição e implementação das ACS, ponderando a sua operacionalização na sala de aula, capacitando-os para a construção de materiais pedagógicos e para a avaliação do comportamento adaptativo e da Qualidade de Vida, através de uma planificação centrada no aluno e da elaboração do Programa Educativo Individual e do Plano Individual de Transição.

Objetivos

Capacitar os formandos acerca da função e responsabilidade dos docentes na identificação, definição e implementação das ACS (Adaptações Curriculares Significativas), ponderando a sua operacionalização na sala de aula, capacitando-os para a construção de materiais pedagógicos e para a avaliação do comportamento adaptativo e da Qualidade de Vida, através de uma planificação centrada no aluno e da elaboração do Programa Educativo Individual e do Plano Individual de Transição. Fomentar a partilha de práticas pedagógicoas inclusivas de toda a comunidade educativa. Adquirir conhecimento sobre algumas estratégias de intervenção no ensino, as quais poderão ser aplicadas consoante o perfil específico da criança a quem se destinam, nomeadamente das áreas onde se encontram as suas dificuldades Sensibilizar a comunidade educativa para a educação inclusiva;

Conteúdos

Enquadramento teórico: - Suporte Legal; - Decreto-lei nº 54 de 2018, nº 55 de 2018. • Análise do Potencial de aprendizagem de um aluno com Adaptações Curriculares Significativas . • Adaptações Curriculares Significativas: - Competências dos vários intervenientes; - Formas de Operacionalização; - Organização; - Avaliação; - Programa Educativo Individual; - Plano Individual de Transição • Apresentação de diversas fontes para construção de material pedagógico. • Elaboração de um projeto de Intervenção - Formação dos grupos de trabalho e delineamento do plano de ação – Trabalho colaborativo; - Construção/elaboração e aplicação de materiais pedagógicos em alunos com ACS. • Apresentação e reflexão dos trabalhos produzidos

Metodologias

Estas sessões serão momentos de reflexão conjunta, que decorrerá dos conteúdos teóricos, de documentos e de materiais disponibilizados pelo formador, mas também dos relatos de práticas vivenciadas pelos professores nas suas turmas, da análise de situações específicas. Serão utilizadas metodologias ativas que promovam a participação continuada dos formandos, valorizando-se a experiência pedagógica e a aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos durante a ação de formação.

Avaliação

- Participação dos formandos; - Projeto final; - Relatório individual do formando; A avaliação dos formandos será feita de uma forma quantitativa, numa escala de 1 a 10 e tendo em conta o disposto na Circular CCPFC-3/2007, bem como o constante do Dec.-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro, no que se refere ao sistema de avaliação e classificação dos docentes.

Bibliografia

Decreto-Lei nº54/2018, de 6 de julho. Fernandes, D. (2014). Avaliação das aprendizagens e políticas educativas: o difícil percurso da inclusão e da melhoria. In M. L. Rodrigues (Org.), Quarenta anos de políticas de educação em Portugal: A construção do sistema democrático de ensino (Volume I, pp. 231-268). Coimbra: Almedina. Disponível em: http://hdl.handle.net/10451/16010 UNESCO. (2015). Embracing Diversity: Toolkit for creating inclusive, learning-friendly environments. Disponível em http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001375/ 137522e.pdf


Observações

02/03/2023 - 17h30-20h30 09/03/2023 - 17h30-20h30 16/03/2023 - 17h30-20h30 23/03/2023 - 17h30-20h30 30/03/2023 - 17h30-20h30 13/04/2023 - 17h30-20h30 20/04/2023 - 17h30-20h30 27/04/2023 - 17h30-21h30


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287
289

CONSTRUÇÃO DE RUBRICAS DE AVALIAÇÃO COM RECURSO A FERRAMENTAS DIGITAIS
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Oficina

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Escola Secundária João de Deus

A implementação de um sistema de avaliação pedagógica é fundamental para melhorar a qualidade do ensino e aprendizagem e criar condições para uma justa e efetiva igualdade de oportunidades no sucesso escolar. Para isso, é fundamental clarificar, a priori, o que é importante aprender e quais os critérios de ...
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Ref. 129T2 Inscrições abertas até 25-01-2023

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-111314/21

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 02-03-2023

Fim: 06-04-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária João de Deus

Formador

Cláudia Herdeiro Cavaco Cardoso

Maria João de Magalhães Seruca de Oliveira

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

A implementação de um sistema de avaliação pedagógica é fundamental para melhorar a qualidade do ensino e aprendizagem e criar condições para uma justa e efetiva igualdade de oportunidades no sucesso escolar. Para isso, é fundamental clarificar, a priori, o que é importante aprender e quais os critérios de sucesso. Nesse sentido, urge promover uma cultura de avaliação colaborativa, com a criação de rubricas para avaliar competências. Em avaliação, o feedback tem um papel crucial para que professores, alunos e pais percebam claramente o que se pretende alcançar, em que ponto da aprendizagem se encontram os alunos e o que ainda falta para lá chegar. Uma ferramenta bem construída em que todos fiquem informados sobre as características e qualidades que um trabalho/tarefa deve apresentar, permite articular o ensino com a aprendizagem e a avaliação. As rubricas deverão incluir um conjunto de critérios que traduzam o que é desejável que os alunos aprendam e, para cada critério, um conjunto de descrições de níveis de desempenho, podendo ser acompanhados de standards, distribuídos por uma escala. Neste caso, as rubricas também podem servir para mobilizar informação para efeitos de atribuição de classificações, garantindo um maior rigor e qualidade num contexto de avaliação sumativa. Concebidas de forma a garantir a sua eficácia, utilidade e versatilidade, as rubricas poderão ser utilizadas em diferentes contextos de trabalho e âmbito curricular, garantindo uma maior uniformidade de critérios de avaliação e economia de esforço. Esta ação de formação visa dotar os professores de competências que permitam utilizar um vasto conjunto de ferramentas digitais para a criação de rubricas.

Objetivos

A implementação de um sistema de avaliação pedagógica é fundamental para melhorar a qualidade do ensino e aprendizagem e criar condições para uma justa e efetiva igualdade de oportunidades no sucesso escolar. Para isso, é fundamental clarificar, a priori, o que é importante aprender e quais os critérios de sucesso. Nesse sentido, urge promover uma cultura de avaliação colaborativa, com a criação de rubricas para avaliar competências. (...) As rubricas deverão incluir um conjunto de critérios que traduzam o que é desejável que os alunos aprendam e, para cada critério, um conjunto de descrições de níveis de desempenho, podendo ser acompanhados de standards, distribuídos por uma escala. Neste caso, as rubricas também podem servir para mobilizar informação para efeitos de atribuição de classificações, garantindo um maior rigor e qualidade num contexto de avaliação sumativa. Concebidas de forma a garantir a sua eficácia, utilidade e versatilidade, as rubricas poderão ser utilizadas em diferentes contextos de trabalho e âmbito curricular, garantindo uma maior uniformidade de critérios de avaliação e economia de esforço.

Conteúdos

1. Conceitos: avaliação pedagógica; feedback de qualidade; critérios de avaliação; rubricas de avaliação; descritores de desempenho e standards. 2. Construção de rubricas de avaliação. 3. Utilização de ferramentas digitais na construção de rubricas de avaliação (Google Classroom, Excel, algumas plataformas para a construção de rubricas: Rubistar, Rcampus, Rubric-maker, Quickrubric e Rubricscore ).

Metodologias

Nestas sessões os professores terão oportunidade de refletir sobre a importância de critérios e descritores de desempenho na articulação entre ensino, aprendizagem e avaliação. Deverão construir rubricas adequadas para diferentes processos de avaliação. Poderão explorar diferentes ferramentas digitais. -Planificação: -Apresentação -Reflexão -Construção de rubricas através da plataforma Google Classroom, CORUBRICS, EXCEL (4 horas); Plataforma Rubistar, Rcampus, Rubric-maker, Quickrubric e Rubricscore Nas sessões de trabalho autónomo os formandos deverão realizar as seguintes atividades: -Leitura, análise e reflexão sobre a avaliação pedagógica, mais concretamente, sobre critérios de avaliação e rubricas; -Construção de rubricas para tarefas e atividades a propor aos alunos e aplicação em contexto real de aprendizagem.

Avaliação

Para além do cumprimento das determinações legais, a avaliação dos formandos será formalizada numa escala de 1 a 10 valores de acordo comas cartas circulares 3/2007 e 1/2008 do CCPFC. A aprovação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.

Modelo

A avaliação dos formandos centra-se em duas dimensões. A primeira relaciona-se com o percurso e o trabalho dos formandos ao longo da formação, sendo considerado o nível de participação nas sessões e a realização das atividades propostas. A segunda pressupõe a elaboração de um trabalho prático e um relatório individual online partindo das reflexões e perspetivas inerentes à execução das atividades práticas desenvolvidas nas sessões presenciais conjuntas. Nessa conformidade, o regime de avaliação dos formandos segue as orientações e critérios do CFAE que preveem 40% para a participação e 60% para o trabalho produzido.

Bibliografia

Brookhart, S. (2013). How to create and use rubrics for formative assessment and grading. Alexandria, VA: ASCD. Fernandes, D.(2020). Rubricas de avaliação. Lisboa. Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. https://www.researchgate.net/publication/339956075_Rubricas_de_Avaliacao Fernandes, D. (2020 a)). Para uma Inserção Pedagógica dos Critérios de Avaliação. Lisboa. Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. https://www.researchgate.net/publication/339956319_Para_uma_Insercao_Pedagogica_dos_Criterios_de_Avaliacao/citation/download Fernandes, D. (2020 b)).Avaliação formativa. Lisboa. Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. https://www.researchgate.net/publication/339956122_Avaliacao_Formativa Machado, E.A. (2020) Práticas de Avaliação Formativa em Contexto de Aprendizagem e Ensino a Distância . Texto de apoio à formação MAIA. Lisboa: Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e Direção Geral de Educação do Ministério da Educação. https://www.researchgate.net/publication/340940505_Praticas_de_avaliacao_formativa_em_contextos_de_aprendizagem_e_ensino_a_distancia

Anexo(s)


Observações

PASTA - Nº 25-2022 Separador 8 Turma 1

01/02/2023 - 17h00-18h30 08/02/2023 - 17h00-19h00 15/02/2023 - 17h00-19h00 01/03/2023 - 17h00-19h00 08/03/2023 - 17h00-19h00 22/03/2023 - 17h00-20h00


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289
284

PROCESSOS DE RECOLHA DE INFORMAÇÃO EM MATEMÁTICA NO ÂMBITO DE UMA AVALIAÇÃO DE E PARA AS APRENDIZAGENS
Professores dos grupos de recrutamento 110 e 230

Oficina

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos grupos de recrutamento 110 e 230

Escola Secundária Tomás Cabreira

A avaliação formativa, tem um papel fundamental na transformação e melhoria das aprendizagens dos alunos e consequentemente na inclusão escolar. Neste contexto, as tarefas propostas em aula deverão permitir que, através delas, os alunos aprendam, os professores ensinem e que ambos avaliem o trabalho ...
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Ref. 213T1 Inscrições abertas até 02-01-2023

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-109863/20

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 02-05-2023

Fim: 30-05-2023

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Tomás Cabreira

Formador

Maria da Conceição de Sousa Cipriano

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 110 e 230

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110 e 230. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 110 e 230.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Ria Formosa

Razões

A avaliação formativa, tem um papel fundamental na transformação e melhoria das aprendizagens dos alunos e consequentemente na inclusão escolar. Neste contexto, as tarefas propostas em aula deverão permitir que, através delas, os alunos aprendam, os professores ensinem e que ambos avaliem o trabalho realizado. Assim, as tarefas propostas aos alunos são meios fundamentais para recolher informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens alunos. A diversificação de tarefas e das diferentes dinâmicas usadas em sala de aula e tipo de trabalho (individual, pequeno e grande grupo, pares) deve ser acompanhada por uma adequação dos processos de recolha de informação. Numa avaliação pedagógica, de e para as aprendizagens, é fundamental diversificar os processos de recolha de informação evitando privilegiar qualquer um deles, de modo a potenciar uma reflexão pedagógica profunda acerca do que os alunos devem aprender e do tipo de oportunidades e de ambiente escolar que deve ser criado para que tal aconteça. Neste sentido os professores devem colaborativamente construir processos de recolha de informação que sejam diversificados, rigorosos, credíveis e socialmente úteis. Estes podem incluir: a elaboração de sínteses escritas, relatórios, composições, produção de pequenos textos, apresentações, leituras dramatizadas, resolução de problemas, realização de pequenas experiências, entre outros. Também poder-se-á assumir na forma de lista de verificação, de registos de observação, rubricas, inquéritos por questionário ou entrevista. Pelo exposto torna-se necessário capacitar os docentes para uma avaliação significativa que inclua os alunos com principais atores neste processo.

Objetivos

Que os professores sejam capazes de : - Compreender a importância da diversificação de processos de recolha de informação no âmbito de uma avaliação formativa pedagógica de e para as aprendizagens; - Construir propostas de tarefas diversificadas no âmbito da disciplina de matemática; - Criar situações de aprendizagens bom base na reflexão profunda dos processos de recolha de informação aplicados; - Desenvolver práticas de sala de aula potenciadoras da autoavaliação e heteroavaliação com base na avaliação formativa realizada; - Reestruturar com os alunos as práticas de ensino, aprendizagem e avaliação.

Conteúdos

1. Avaliação pedagógica formativa de e para as aprendizagens 2. Processos de recolha de informação na disciplina de matemática 3. Reestruturação do ensino, da aprendizagem e da avaliação em função de uma reflexão profunda assente na avaliação formativa realizada.

Metodologias

Trabalho de construção e discussão de conceitos relevantes a diversificação os processos de recolha de informação na disciplina de matemática. Apresentação e construção colaborativa de exemplos de os processos de recolha de informação objetivos, rigorosos e credíveis. Reflexão sobre a importância dos os processos de recolha de informação para o desenvolvimento de práticas de avaliação pedagógica que contribuam para melhorar as aprendizagens dos alunos no âmbito da avaliação formativa e para a implementação de metodologias inovadoras de ensino, aprendizagem e a avaliação Estas sessões serão realizadas em contexto real de aprendizagem com o desenvolvimento e a aplicação de atividades/ tarefas de operacionalização com construção de materiais elaborados numa lógica de investigação-ação.

Avaliação

Participação: (30%) – Nas tarefas de realização presencial conjunta Produtividade: (70%) – Qualidade dos materiais concretos para intervenção; - Aplicabilidade dos mesmos nas práticas/aplicação de novos meios processuais ou técnicos/produção em contexto; - Reflexão crítica escrita individual

Bibliografia

Fernandes, D. (2020). Diversificação dos Processos de Recolha de Informação (Fundamentos)Ensino. Lisboa: Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/339956141_Diversificacao_dos_Processos_de_Recolha_de_Informacao_Fundamentos. Fernandes, D. (2011). Articulação da aprendizagem, da avaliação e do ensino: Questões teóricas, práticas e metodológicas. In J. M. DeKetele e M. P. Alves (Orgs.), Do currículo à avaliação, da avaliação ao currículo, pp. 131-142. Porto: Porto Editora. [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/6988] Neves, A. e Ferreira, A. (2015). Avaliar é preciso? Guia prático de avaliação para professores e formadores. Lisboa: Guerra & Paz. Fernandes, D. (2019). Para um enquadramento teórico da avaliação formativa e da avaliação sumativa das aprendizagens escolares. In M.I.R. Ortigão, D. Fernandes, T. V. Pereira, & L. Santos (Orgs.), Avaliar para aprender em Portugal e no Brasil: Perspetivas teóricas, práticas e de desenvolvimento (pp.139-164). Curitiba, Brasil: CRV. Disponível em https://www.researchgate.net/publication/337608490_Para_um_Enquadramento_Teorico_da _Avaliacao_Formativa_e_da_Avaliacao_Sumativa_das_Aprendizagens_Escolares.


Observações

11/01/2023 - 17h00-19h30 18/01/2023 - 17h00-19h30 25/01/2023 - 17h00-19h30 08/02/2023 - 17h00-19h30 15/02/2023 - 17h00-19h30


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284