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DIVULGAÇÃO
À CONVERSA COM ÁLVARO CURIA: NARRAR O TRAUMA, ESCREVER A DOR.
ACD
3.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
A partir do romance No Brasil não há leões (publicado a 3 de setembro de 2025), o autor propõe uma conversa sobre a narração do trauma como reconstrução identitária, no modo como o narrador adulto reorganiza a infância fragmentada para compreender quem se tornou, e no trabalho da linguagem como ...
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Ref. 632T1 Inscrições abertas até 04-05-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 632
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 06-05-2026
Fim: 06-05-2026
Regime: Presencial
Local: Biblioteca Municipal de Faro entre as 16.30 e as 19.30
Formador
Paulo Roberto Nóbrega Serra
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa
Enquadramento
A partir do romance No Brasil não há leões (publicado a 3 de setembro de 2025), o autor propõe uma conversa sobre a narração do trauma como reconstrução identitária, no modo como o narrador adulto reorganiza a infância fragmentada para compreender quem se tornou, e no trabalho da linguagem como enfrentamento - nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. Álvaro Curia focar-se-á ainda no bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência, na perspetiva da criança traumatizada: lapsos, repetições e distorções como marcas formais da memória ferida, no luto e na libertação: quando a perda desagrega a família e expõe fragilidades já existentes, no abandono como trauma fundador: o impacto da ausência de figuras de proteção no desenvolvimento emocional, na ética da escrita sobre a dor: entre denúncia, exposição e responsabilidade literária, e no papel da escola (e também dos professores e outros agentes educativos) perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado. O escritor abordará ainda outros tópicos normalmente discutidos nas sessões que realiza em escolas, com enfoque no processo de escrita e da leitura e literatura no mundo das redes sociais, considerando a mudança do suporte: da página ao ecrã, a transição da leitura linear para a leitura fragmentada, o impacto dos formatos breves (posts, reels, threads) na receção literária. Em suma, procurar-se-á responder à questão: A literatura perde profundidade ou ganha novos leitores? O autor, e par do Literacidades, analisará o Bookstagram e a criação de comunidades de leitura, o papel do Instagram e do Goodreads na promoção de livros, e os fenómenos editoriais impulsionados pelas redes. A autoridade crítica desloca-se dos suplementos culturais para os criadores de conteúdo? O algoritmo favorece determinados géneros (romance, fantasia, young adult)? Por fim, o autor fala do papel dos escritores enquanto criadores de conteúdo, da exigência de presença digital para autores contemporâneos, da tensão entre criação literária e autopromoção, e do impacto na construção da imagem pública do escritor.
Objetivos
A partir do romance No Brasil não há leões, o escritor propõe dialogar com professores, educadores e público-geral sobre: - A narração do trauma como reconstrução identitária. - A linguagem como enfrentamento: nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. - O bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência. - O papel da escola perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado.
Conteúdos
A narração do trauma como reconstrução identitária: como o narrador adulto reorganiza a infância fragmentada para compreender quem se tornou. A linguagem como enfrentamento: nomear o abuso e a violência para retirar-lhes o poder do silêncio. O bullying enquanto violência estrutural na infância e adolescência. A perspetiva da criança traumatizada: lapsos, repetições e distorções como marcas formais da memória ferida. Luto e libertação: quando a perda desagrega a família e expõe fragilidades já existentes. O abandono como trauma fundador: o impacto da ausência de figuras de proteção no desenvolvimento emocional. A ética da escrita sobre a dor: entre denúncia, exposição e responsabilidade literária. O papel da escola perante o sofrimento invisível: reconhecer sinais de bullying, criar espaços de escuta e promover uma cultura de cuidado.
Observações
Sobre o autor - Filho de mãe brasileira e pai português, diz-se de nacionalidade atlântica com coração portuense. Autor, jornalista, professor na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Doutorou-se em História, frequenta o mestrado em Português Língua Estrangeira, com forte componente opcional de estudos literários. Como jornalista, trabalhou na RTP, no JN e na Greenpeace, em Amesterdão. Cofundou, em 2019, o Literacidades, perfil dedicado à promoção de hábitos de leitura e divulgação literária. Tem publicado vários textos literários em manuais de escrita, crónicas, artigos de opinião e de índole científica. Publicou, na Manuscrito, em fevereiro de 2024, o romance Filhos da Chuva.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
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À CONVERSA COM TÂNIA GANHO: ESCREVER E TRADUZIR NA ERA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
ACD
3.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Tânia Ganho propõe uma conversa em que traça o seu percurso de escritora e tradutora, enfatizando o que mudou nesses 25 anos de carreira e os desafios que todos nós, em geral, enfrentamos na era da Inteligência Artificial (IA).
A autora lançará ainda o desafio de uns exercícios práticos, em que os ...
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Ref. 6341 Inscrições abertas até 15-05-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 634
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 20-05-2026
Fim: 20-05-2026
Regime: Presencial
Local: Biblioteca Municipal de Faro
Formador
Paulo Roberto Nóbrega Serra
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/Biblioteca Municipal de Faro
Enquadramento
Tânia Ganho propõe uma conversa em que traça o seu percurso de escritora e tradutora, enfatizando o que mudou nesses 25 anos de carreira e os desafios que todos nós, em geral, enfrentamos na era da Inteligência Artificial (IA). A autora lançará ainda o desafio de uns exercícios práticos, em que os participantes podem recorrer à IA como "assistente" de escrita e de tradução. Por fim, a escritora e tradutora proporcionará um momento para debater o conceito de "autoficção", quer em relação à sua escrita, quer em relação a autoras que traduz, como Annie Ernaux, Leïla Slimani, Anaïs Nin, Siri Hustvedt, etc. Tânia Ganho dedica-se à tradução literária há 25 anos, tendo vertido autores como Amor Towles, Annie Ernaux, Chimamanda Adichie, Elizabeth Strout, Hervé Le Tellier, Leïla Slimani, Maya Angelou, Siri Hustvedt, Toni Morrison e Yukio Mishima, entre muitos outros. É autora de vários romances, dos quais se destacam A Mulher-Casa (Porto Editora, 2012) e Apneia (Casa das Letras, 2020, e D. Quixote, 2024), semifinalista do Prémio Oceanos e finalista do Prémio Bertrand para o Melhor Livro de Ficção Lusófona. Apneia será em breve adaptado ao cinema pela produtora UKBAR, com o apoio do ICA. Tânia Ganho escreveu também um livro de memórias, O Meu Pai Voava (D. Quixote, 2024), finalista do Prémio Bertrand para Melhor Livro de Não-Ficção. O seu novo romance, Lobos (D. Quixote, junho 2025) recebeu o apoio de uma bolsa de criação literária da DGLAB/MC. Tânia Ganho dinamizou vários clubes de leitura, entre eles o da Biblioteca da Amadora e o da Livraria Buchholz, e é regularmente convidada para participar em festivais literários e para organizar oficinas de leitura, escrita e tradução. É voluntária no Centro de Recuperação do Lobo Ibérico.
Objetivos
A tradutora e escritora propõe dialogar com professores, educadores e público-geral sobre: - Analisar o modo como a nossa relação com a leitura e a nossa abordagem à leitura mudou imenso nos últimos anos; - Debater o papel do escritor, da biblioteca, das comunidades de leitores; - Questionar a forma como recorremos à IA na nossa escrita, no nosso trabalho, na maneira como elaboramos apresentações; - Refletir sobre o papel do tradutor, a atual relevância e pertinência do tradutor literário nos tempos que correm perante o facilitismo da inteligência artificial; - Considerar como podemos usar a IA a favor do trabalho de tradução, de escrita ou mesmo de ensino, em vez de nos deixarmos substituir por ela.
Conteúdos
Analisar como se processou a rápida evolução nos últimos anos da relação do leitor com a leitura e a abordagem à leitura; Debater o atual papel do escritor, da biblioteca e das comunidades de leitores; Questionar a forma como se pode recorrer à IA na escrita e no trabalho; Refletir sobre o atual papel, relevância e pertinência do tradutor literário face à IA; Descobrir como tirar partido das ferramentas da IA a favor do trabalho de tradução, de escrita ou de formação e ensino.
Observações
Horário 16:30-19:30
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
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A CIDADE DE FARO DESDE O SEC.XVIII ATÉ AOS NOSSOS DIAS: HISTÓRIA, PATRIMÓNIO, URBANISMO E SOCIEDADE
ACD
3.0 horas
Presencial
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
O Património urbano – ordenamento, desenvolvimento e preservação da malha urbana da cidade de Faro.
História no quadro da sua geografia, sociedade, demografia e cultura.
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Ref. 633T1 Inscrições abertas até 22-05-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: 633
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 27-05-2026
Fim: 27-05-2026
Regime: Presencial
Local: Auditório da Escola Santo António, Faro ( 17:00-20:00)
Formador
Francisco Ildefonso da Claudina Lameira
Luís Filipe Rosa Santos
Destinatários
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Ria Formosa/ Museu do Lyceu
Enquadramento
O Património urbano – ordenamento, desenvolvimento e preservação da malha urbana da cidade de Faro. História no quadro da sua geografia, sociedade, demografia e cultura.
Objetivos
Contribuir para a formação específica em áreas curriculares da docência, e promover a educação para a intervenção cidadã no quadro das vivências e experiências fundamentadas no conhecimento da realidade local.
Conteúdos
A cidade – Características definidoras; As actividades que a sustentam; A evolução patrimonial.
Metodologias
Serão apresentadas imagens em 3D da cidade ao longo dos últimos séculos até aos nossos dias, enquadradas com uma apresentação dos principais tópicos de conteúdo, e será feito um debate sobre as temáticas relevantes.
Observações
A ação realiza-se a partir de um projeto digital 3 D produzido pro Luís F.R. Santos - horário - 17h00 - 20h00
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
CENTRO DE FORMAÇÃO ASSOCIAÇÃO DE ESCOLAS DA RIA FORMOSA
CCPFC/ENT-AE- 1483/23
VALIDADE: 11.09.2026






